01/06/2009 / Em: Clipping

 


Termina prazo para enviar documentos pedindo isenção de taxa do vestibular da Unicamp (UOL – Vestibular – 30/05/09)

Os candidatos que preencheram os dados e solicitaram isenção de taxa do vestibular da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) devem enviar a documentação necessária, pelo correio, até o dia 30 de maio para finalizar o processo de inscrição. A falta de qualquer documento ou o envio após o prazo excluem o candidato do processo. As solicitações do pedido de isenção da taxa de inscrição do vestibular Unicamp 2010 foram feitas entre os dias 23 de abril e 22 de maio. As isenções são oferecidas em três modalidades:



Universidades estaduais do RJ podem ter vestibular cancelado (Terra – Educação – 29/05/09)

O vestibular para Uerj, Uezo e Uenf e para oficial da PM e do Corpo de Bombeiros corre o risco de não acontecer este ano. Segundo o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, essa possibilidade existe caso o Órgão Especial do Tribunal de Justiça (TJ) não derrube a liminar que suspendeu o sistema de cotas. O julgamento do recurso está marcado para segunda-feira. “Teremos uma dificuldade muito grande de organizar outro concurso se a liminar for mantida. O edital foi publicado seguindo a reserva de cotas, e o aluno se inscreve com base nisso. Se o candidato perde esse benefício, fica complicado.



Justiça define cotas para ingresso em universidade pública  (Panorama Brasil – Geral – 31/05/09)

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decide na segunda-feira (1º), a partir das 14h, a manutenção ou não do sistema de cotas para ingresso nas universidades públicas do estado já no vestibular deste ano. A Lei de Cotas no Rio de Janeiro. que garante o ingresso de estudantes negros, índios, egressos de escolas públicas e filhos de policiais e bombeiros nas universidades, foi suspensa no último dia 25 de pelo órgão especial do Tribunal de Justiça ao conceder liminar à ação proposta pelo deputado Flávio Bolsonaro (PP) pela inconstitucionalidade da Lei 5.346. Neste mesmo horário, a União Nacional dos Estudantes (UNE) promove, em frente ao prédio do Tribunal de Justiça, no centro da capital, uma manifestação em defesa da Lei de Cotas.



Justiça dos estados diz que cotas são legais  (Globo.Com – G1 Vestibular – 31/05/09)

Um levantamento em oito estados onde universidades públicas adotam cotas mostra que, na maioria dos casos, o Judiciário tendeu a rejeitar contestações de não-cotistas e considerou o sistema constitucional. Diferentemente do Tribunal de Justiça do Rio – onde desembargadores, semana passada, deram liminar contra a reserva de vagas a pobres e afrodescendentes, mas ainda julgarão o mérito da ação -, magistrados da Bahia, Pernambuco, Alagoas, Amazonas, Minas Gerais e Paraná raramente tomaram decisões semelhantes. A exceção é o Rio Grande do Sul, onde o critério de renda tem dado vitórias a opositores da “discriminação positiva”. Não há ações em São Paulo.  “A situação do Rio de Janeiro é única. Em todos os outros estados os tribunais não estão interferindo nas políticas de inclusão. Até porque aguardam o posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF)”, afirma o advogado Renato Ferreira, pesquisador do Laboratório de Políticas Públicas da Universidade do Rio de Janeiro (Uerj). Hoje, diz, 82 universidades em 23 estados adotam algum tipo de política inclusiva. Dessas, 35 têm o sistema de cotas. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Termina hoje prazo para conclusão do pedido de isenção da taxa na Unicamp  (Globo.Com – G1 Vestibular – 30/05/09)

Candidatos ao vestibular da Unicamp têm até este sábado (30) para finalizar o processo de pedido de isenção de taxa. Quem preencheu o pedido na página de internet da Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) deve enviar até essa data a documentação necessária (descrita no edital) pelo correio. A falta de qualquer documento e/ou o envio após o prazo excluem o candidato do processo. As solicitações do pedido de isenção da taxa de inscrição do vestibular Unicamp 2010 foram feitas entre 23 de abril e 22 de maio. A lista dos estudantes contemplados com a isenção será divulgada dia 17 de agosto. Também a partir desta data, os contemplados começam a receber – via correio eletrônico – um comunicado de que foram beneficiados. A Comvest chama a atenção para o fato de que os contemplados não são automaticamente inscritos no vestibular Unicamp 2010. É preciso, posteriormente, fazer a inscrição no vestibular, usando o código de isento fornecido pela Comvest.



A Justiça e o sistema de cotas (O Estado de S.Paulo – Notas e Informações – 30/05/09)

Embora tenham caráter liminar, as recentes decisões do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região, que suspenderam o regime de cotas para negros, índios e estudantes de escolas públicas em universidades estaduais e federais, são mais um exemplo das tensões e confusões jurídicas que essa demagógica política de “ação afirmativa” e de “justiça compensatória” vem causando em todo o País. No Rio de Janeiro, o recurso judicial foi impetrado por um deputado estadual, que questionou a constitucionalidade de uma lei, aprovada no ano passado pela Assembleia Legislativa, que estabelece cotas para deficientes físicos e para filhos de bombeiros, policiais civis e militares e inspetores de segurança e administração carcerária mortos em serviço ou incapacitados em razão de serviço. Em 2002, a Assembleia fluminense já havia aprovado uma lei impondo as chamadas “cotas raciais e sociais” nas três universidades públicas estaduais.  Ao fundamentar a concessão da liminar, o desembargador Walmir de Oliveira e Silva criticou a legislação fluminense sobre cotas, alegando que, além de ferir o princípio da igualdade consagrado pela Constituição de 88, ela não prevê critérios objetivos para avaliar o conhecimento dos candidatos cotistas.

Justiça dos Estados diz que cotas são legais  (O Estado de S.Paulo – Nacional – 31/05/09)

Um levantamento em oito Estados onde universidades públicas adotam cotas mostra que, na maioria dos casos, o Judiciário tendeu a rejeitar contestações de não-cotistas e considerou o sistema constitucional. Diferentemente do Tribunal de Justiça do Rio – onde desembargadores, semana passada, deram liminar contra a reserva de vagas a pobres e afrodescendentes, mas ainda julgarão o mérito da ação -, magistrados da Bahia, Pernambuco, Alagoas, Amazonas, Minas Gerais e Paraná raramente tomaram decisões semelhantes. A exceção é o Rio Grande do Sul, onde o critério de renda tem dado vitórias a opositores da “discriminação positiva”. Não há ações em São Paulo. “A situação do Rio de Janeiro é única. Em todos os outros Estados os tribunais não estão interferindo nas políticas de inclusão. Até porque aguardam o posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF)”, afirma o advogado Renato Ferreira, pesquisador do Laboratório de Políticas Públicas da Universidade do Rio de Janeiro (Uerj). Hoje, diz, 82 universidades em 23 Estados adotam algum tipo de política inclusiva. Dessas, 35 têm o sistema de cotas.

Pioneira no sistema de cotas preenche só 28% das vagas  (O Estado de S.Paulo – Nacional – 01/06/09)

Houve uma redução da procura dos estudantes negros pelo vestibular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a primeira do País a ter cota racial. No último concurso, apenas 28% das vagas para negros, indígenas, portadores de deficiência e egressos da escola pública foram preenchidas. Segundo o reitor Ricardo Vieiralves, houve 900 candidatos negros, ante 3 mil em 2003.  Essa redução também foi percebida na Universidade Estadual do Norte Fluminense, em que apenas 16% das vagas são ocupadas por cotistas. A lei fluminense reserva 45% das cadeiras para negros, indígenas, egressos da escola pública e deficientes físicos, desde que comprovem ter baixa renda, além de filhos de policiais e bombeiros mortos em serviço. Na semana passada os defensores da cotas sofreram um revés.



Um atalho para a faculdade  (Revista Isto É – Especial – Última Edição)

O ano de 2009 marca uma grande mudança no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Reformulado, o teste, previsto para ser aplicado no segundo semestre, deixa de ser apenas um termômetro do ensino colegial no País para ocupar lugar de destaque nos processos seletivos de concorridas universidades. Com apoio do Ministério da Educação, 22 das 55 instituições de ensino superior federais já substituíram seus tradicionais vestibulares pela prova e outras 14 incluíram o exame como parte de seus processos de avaliação. “Inicialmente as faculdades estavam desconfiadas da capacidade de seleção da prova que criaríamos”, diz Reynaldo Fernandes, presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem. “Mas, na medida em que desenhamos o novo exame, conquistamos as grandes escolas. Estamos surpresos com tantas adesões”, comemora. Desde que foi criado, em 1998, o Enem centrou suas cobranças na capacidade de o aluno organizar informações, compreender textos e ler gráficos. Antes de medir a apreensão do conteúdo passado no ensino médio, a prova tinha a função de avaliar a capacidade de raciocínio de quem se submetia a ela. “O Enem privilegiava a interpretação e deixava o conteúdo em segundo plano”, afirma Alessandra Venturi, coordenadora pedagógica do Cursinho da Poli, em São Paulo.



Oficina e Cosmo realizam debate sobre o novo Enem  (Cosmo On Line – Educação – 30/05/09)

A Oficina do Estudante, com o apoio do Cosmo On Line, realizou neste sábado (30), o debate “A nova realidade dos vestibulares”, que visou discutir as novas normas para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2009. O debate aconteceu das 9h às 12h30 no Teatro D. Pedro, no Parque D. Pedro Shopping e foi transmitido ao vivo pelo Cosmo. O repórter de Educação do Correio Popular, Fabiano Ormaneze, foi o mediador do evento que contou com a presença da professora dos Ensinos Médio e Fundamental Kátia Chiaradia, com a professora e representante do Ministério da Educação (MEC) Angela C. Silva e com o coordenador da Comissão Permanente para os Vestibulares (COMVEST), Renato Pedrosa.