04/02/2013 / Em: Clipping

 


Unicamp divulga lista de aprovados no Vestibular 2013; consulte nomes   (Globo.Com – G1 Vestibular – 04/02/13)

A Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) divulgou nesta segunda-feira (4) a lista de aprovados na primeira chamada do Vestibular 2013. A consulta da listagem pode ser feita aqui. Além da relação completa dos aprovados, o candidato também pode verificar o resultado individualmente, com o número de inscrição ou pelo nome do vestibulando na página na internet da Comvest.



Unicamp 2013: lista de aprovados na 1ª chamada é divulgada; veja   (UOL – Vestibular – 04/02/13)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) divulgou na tarde desta segunda-feira (4) a lista de convocados  para a matrícula virtual do vestibular 2013. Neste ano, mais de 67 mil estudantes se inscreveram para disputar 3.444 vagas em 68 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). Os candidatos aprovados devem realizar, obrigatoriamente, a matrícula online pelo site da Comvest (Comissão Permanente do Vestibular da Unicamp) entre terça (5) e quarta-feira (6). Em caso de não realização da matrícula virtual, o estudante perde a vaga.



Programa da Unicamp combate a evasão   (O Estado de S.Paulo 0 Educação – 03/02/13)

Quando se pergunta a um estudante de uma instituição privada o porquê de ele desistir de um curso, a resposta é previsível e taxativa: a maioria diz que não conseguiu arcar com os custos da mensalidade. Mas o que faz um aluno desistir de cursar sua graduação em uma das melhores universidades públicas do País? Para responder a essa pergunta, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) decidiu escutar esses universitários prestes a se desligarem do curso ou da instituição. “Havia muitos pedidos de remanejamento interno, os alunos estavam insatisfeitos”, conta a psicóloga Rafaela de Menezes Souza Brissac, responsável pelo desenvolvimento de todos os módulos do Projecta, o programa de orientação da carreira da instituição. No País todo, são 1,7 milhão de universitários nas instituições públicas e o índice médio de evasão anual é de 11%. Isso significa que, de 100 alunos matriculados em um ano, 11 não renovam a matrícula no seguinte. Na Unicamp, o índice de 2011, o último divulgado, foi de 8,38%. Por lá, desde que o Projecta teve início, em 2011, foram mais de 2,5 mil beneficiados. Só no ano passado, foram mais de 1,5 mil estudantes atendidos no projeto que, além da orientação a quem está insatisfeito com o curso, ajuda também os formandos no planejamento da carreira e no preparo para os processos seletivos das corporações que estão de olho nesse público qualificado, mas que estranha a imaturidade corporativa de boa parte dos recém-formados (mais informações nesta página).



Programa de cotas de Alckmin é alvo de polêmica entre especialistas   (Folha Online – Educação – 03/02/13)

Anunciado em dezembro do ano passado, o Pimesp (Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público Paulista) levanta dúvidas em meio a especialistas. A maioria entre os ouvidos pela sãopaulo, embora seja a favor de cotas, é contra o programa. As aulas semipresenciais são um dos principais problemas apontados. Para César Augusto Minto, professor na Faculdade de Educação da USP, na prática os alunos não têm contato com os pares e com o professor. “Não é possível recepcionar alunos de 17 anos num curso à distância, não é bom para a formação inicial”, avalia Nélio Bizzo, titular de metodologia do ensino também na Faculdade de Educação da USP. De acordo com Sérgio Custódio, do Movimento dos Sem-Universidade, e com o advogado Silvio Luiz de Almeida, ligado à Frente Estadual Pró-Cotas, o programa é segregacionista. “Você separa negros e brancos, alunos da escola pública de alunos da escola particular. É uma forma de afastar minorias da universidade”, diz o advogado. Naomar de Almeida, pesquisador A-1 do CNPq e coordenador da Comissão de implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia, concorda que ter vagas para alunos de escola pública, negros e índios é restringir o sistema a um escopo muito limitado. Ele é, entretanto, a favor da proposta, pois considera que a formação no regime de ciclos é um sistema mais avançado e forma um aluno mais crítico e maduro. “Pode ser um começo, uma brecha a ser alargada. Aí caberá aos movimentos sociais batalhar e pressionar para ampliar a oferta.”