05/09/2016 / Em: Clipping

 


Educação de evidências (Folha de S.Paulo – 04/09/2016)

Há um adágio da física que assevera que só se conhece aquilo que se pode medir. Especialmente nas ciências humanas, essa ideia é vista com horror e espanto.

Não há necessidade de aguardar a suspensão desse debate epistemológico nem de posicionar-se a seu respeito para concluir que a mensuração de um fenômeno, mesmo não sendo essencial ao conhecimento, decerto o favorece.



É uma política que só faz sentido se for geracional’ (Estadão – 04/09/2016)

Para pesquisadora, são necessários até 25 anos para ver mudanças; permanência do estudante ainda é desafio
Pesquisadora da área de expansão do ensino superior, a professora Vera Cepêda ressalta o combate à desigualdade social que a política de cotas tem representado e pede atenção para a necessidade de apoio à permanência dos estudantes. 


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Para secretária-executiva do Ministério da Educação, reforma no ensino médio atrairá mais alunos (O Globo – 04/09/2016)

Com baixos níveis de proficiência e evasão de alunos assustadora (são mais de 1,2 milhão de jovens de 15 a 17 anos fora da escola), o ensino médio do país precisa de reformulação urgente, para atrair o interesse dos estudantes. De acordo com a secretária-executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães, esta é uma prioridade da pasta. A socióloga vai dissertar sobre a etapa final da educação básica em sua palestra magna no encontro internacional Educação 360. O evento, realizado pelos jornais O GLOBO e “Extra”, em parceria com Sesc e Prefeitura do Rio e com apoio da TV Globo, Coca-Cola e Canal Futura, acontece nos dias 23 e 24 de setembro na Escola Sesc de Ensino Médio, em Jacarepaguá. Mais informações sobre o evento, no site www.educacao360.com.

Nesta entrevista, a educadora deixa claro que o governo deposita suas fichas no projeto de lei 6.840/2013, que tramita na Câmara dos Deputados. O texto prevê a divisão do currículo nas áreas de linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas, além de jornada de sete horas e possibilidade de formação profissional. A secretária-executiva informa que o governo estuda elaborar um projeto para estimular escolas desse segmento a adotar o período integral, com nova proposta pedagógica.


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Cotas nas universidades federais já superam acesso livre (Paraíba Online – 04/09/2016)

As universidades federais do País já oferecem mais vagas para cursos de graduação por sistema de cotas e ações afirmativas do que pelo formato de concorrência comum, noticia o jornal O Estado de São Paulo.
A reserva para estudantes de escolas públicas superou o porcentual aberto a ampla disputa, dominado historicamente por alunos oriundos de unidades particulares.