06/03/2013 / Em: Clipping

 


Unicamp divulga lista de aprovados em 4ª chamada do vestibular 2013   (Globo.com – G1 Vestibular – 05/03/13)

A Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) divulgou nesta terça-feira (5) a lista em quarta chamada do Vestibular 2013. A consulta dos 402 nomes pode ser feita no site da Comvest. Os convocados devem fazer a matrícula na sexta-feira (8), das 9h às 12h, na Faculdade de Odontologia (FOP), em Piracicaba, Faculdade de Tecnologia, em Limeira, Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA), em Limeira, Faculdade pública de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) e dos demais cursos no campus da Unicamp em Campinas. A quinta chamada será divulgada também na sexta-feira, até a meia-noite. A sexta chamada no dia 12 de março, sétima no dia 15 de março e a oitava, juntamente com uma lista de espera, no dia 22 de março, a nona, no dia 26 de março e a décima chamada no dia 26 de março.



ONG quer intercâmbio para cotistas em São Paulo   (O Estado de S.Paulo – Educação – 05/03/13)

A ONG Educafro, entidade do movimento negro que mais tem apoiado o projeto de cotas das universidades de São Paulo, agora levanta problemas e pede uma “proposta de inclusão mais eficaz”.  Em documento enviado na semana passada ao governador Geraldo Alckmin, a ONG faz 17 sugestões de melhoria ao chamado Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público Paulista (Pimesp), cuja meta é alcançar, em três anos, 50% das matrículas em cada curso e turno de alunos vindos de escolas públicas, sendo 35% pretos, pardos e indígenas. Cinco pontos abordam o college, novo curso superior semipresencial que terá dois anos de duração e funcionará como uma das portas de acesso às universidades (USP, Unesp e Unicamp), às Faculdades de Medicina de Marília e Ribeirão Preto e às Fatecs. Na opinião da Educafro, a média exigida para que os alunos do colégio comunitário consigam vaga nos cursos tradicionais tem de ser menor (6 pontos, em vez de 7).

Unicamp divulga 4ª lista de aprovados no vestibular  (O Estado de S.Paulo _ Educação – 05/03/13)

A Unicamp divulgou nesta terça-feira, 5, a quarta chamada de seu vestibular. A lista tem 402 nomes. Todos os alunos aprovados devem fazer matrícula na sexta-feira, 8, nos câmpus para os quais foram selecionados, entre as 9h e o meio-dia.  As matrículas dos convocados para os cursos da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) poderão ser realizadas somente na sede da instituição, em São José do Rio Preto.



Cotas da discórdia   (Folha de S.Paulo – Editorial – 06/03/13)

Como era previsível, são acalorados os debates acerca da adoção de uma política de cotas pela USP. O modelo foi proposto pelas reitorias das três universidades estaduais de São Paulo (USP, Unicamp e Unesp) e tem o aval do governo do Estado, mas precisa ser aprovado até junho pelos respectivos conselhos universitários para ser posto em prática já a partir de 2014. Tendo em vista as críticas que o projeto passou a sofrer, não é improvável que o debate se prolongue para além do prazo estipulado. A proposta paulista de cotas tem, sobre a versão federal, a vantagem de não se limitar à simples reserva de vagas. Preocupa-se, também, em assegurar o preparo do aluno para acompanhar os cursos. Até 2016, 20% das vagas seriam preenchidas por egressos de escolas públicas, que passariam antes por uma espécie de “college”, um curso intermediário semipresencial de dois anos (ainda a ser criado). Outros 30% entrariam pelo vestibular, mas com bonificação para alunos da rede oficial; e 50% seguiriam o método clássico. Lamentavelmente, no caso dos postos destinados a jovens vindos do ensino público, incluiu-se uma subcota racial de 35% (discriminação desnecessária, ainda que positiva, pois o critério social já permite a inclusão de não brancos). Capacitar alunos desfavorecidos é importante, mas o modelo paulista termina por discriminar o jovem mais pobre. Afinal, determina que apenas ele passe pelo curso intermediário. Além disso, a reciclagem seria semipresencial -o estudante iria pouco ao campus, o que nada contribui para a inclusão. Há críticas pertinentes, mas a janela é curta. Já tramitam na Assembleia Legislativa projetos de lei determinando que as universidades estaduais paulistas reservem 50% das vagas para cotistas, como nas congêneres federais. Se as academias não alcançarem uma solução de consenso, são grandes as chances de que a controvérsia se encerre por força dos legisladores -a despeito do que pense a comunidade universitária.

Associação de docentes comenta reportagem sobre cotas na USP   (Folha Online – Educação – 06/03/13)

Na edição de terça-feira (5) da Folha, a chamada de capa “Professores da USP se opõem a projeto de cotas da universidade” e a manchete do caderno “Cotidiano” (“Adoção de cotas enfrenta resistência na USP”) induzem o leitor a pensar que todos os setores citados são contrários à adoção de cotas. Mas a reportagem tratou especificamente do Pimesp, programa do governo estadual.