06/04/2017 / Em: Clipping

 

 

 

 

Educação no século 21: iniciativas brasileiras para melhorar o ensino público (Isto É – Artigos – 05/04/2017)

A relação existente entre a educação do século 21 e a necessidade de transformação da atual sala de aula foi o tema de meu último artigo aqui na coluna (leia novamente). Nele, busquei selecionar cinco importantes tendências educacionais que permearam as discussões entre educadores, pesquisadores e gestores de todo o mundo, reunidos no evento SXSWedu, realizado em março nos Estados Unidos. O uso da tecnologia, desenvolvimento socioemocional, gamificação, STEM, movimento maker e programação são temas já incorporados por países que oferecem uma educação de qualidade para todos.

Canadá, Finlândia e Japão já preveem em seus currículos, de forma estruturada e intencional, o desenvolvimento de competências socioemocionais, como colaboração, responsabilidade e abertura para o novo. No Reino Unido, o ensino da programação de computadores já faz parte da grade curricular. Nos Estados Unidos, o incentivo à cultura “mão na massa”, também conhecido como movimento maker, já tem se difundido entre escolas públicas, por meio da criação de laboratórios voltados para o desenvolvimento de ideias. Como diria William Gibson, escritor norte-americano que cunhou o termo ciberespaço em 1982, “o futuro já chegou, ele só não está uniformemente distribuído”.