07/11/2012 / Em: Clipping

 


Vestibular da Unicamp acontece neste domingo trazendo recorde de inscritos  (IG – Educação – 06/11/12)

O Vestibular da Unicamp 2013 acontece neste domingo, 11, alcançando, pelo quarto ano consecutivo, um recorde de inscritos. Serão 67.403 candidatos, que irão disputar 3.444 vagas em 68 cursos da Unicamp e dois cursos da Faculdade Pública de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp). As provas serão realizadas em 20 cidades do Brasil: Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Jundiaí, Limeira, Mogi-Guaçu, Piracicaba, Ribeirão Preto, Salvador, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba e Sumaré. Os exames serão realizados a partir das 13h – nos Estados onde não há horário de verão, a Comvest, responsável pela organização do vestibular da Unicamp, seguirá o horário local e não o horário de Brasília.



Unicamp realiza 1ª fase do vestibular no domingo; confira locais de prova  (O Estado de S.Paulo – Educação – 05/11/12)

Os estudantes que participam da primeira fase do vestibular da Unicamp no próximo domingo, 11, devem consultar o local de prova no site da Comvest, órgão responsável pelo processo seletivo (www.comvest.unicamp.br). Basta informar o nome ou o número de inscrição. Neste ano, o exame teve um número recorde de inscritos: 67.403 candidatos. Eles vão disputar 3.444 vagas em 68 cursos da Unicamp e dois cursos da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp). Para se certificar de que estão inscritos, os estudantes devem verificar sua situação de inscrição, também no site da Comvest. Caso haja problema, devem entrar em contato com a comissão pelos telefones (19) 3521-1808 / 3521-7932.

Não há recursos para as cotas   (O Estado de S.Paulo – Notas e Informações – 07/11/12)

Quando o governo divulgou o decreto e a portaria que regulamentam a Lei de Cotas, que reserva 50% das vagas em universidades federais a estudantes oriundos da rede pública de ensino médio e a estudantes pobres, pretos,pardos e indígenas, alguns reitores reclamaram que não dispunham de recursos suficientes para custear as aulas de reforço,oferecer cursos de nivelamento e oferecer moradia e alimentação para os cotistas.O mais veemente foi o reitor Roberto Salles, da Universidade Federal Fluminense. Ele reclamou da insuficiência de verbas do Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes) e afirmou que, se o governo não garantir auxílio financeiro,muitos cotistas não conseguirão concluir os cursos. Só o aumento das verbas evitará evasões, afirmou. “O problema é dramático. Precisamos fazer com que o estudante continue na universidade e se forme”,diz a pró-reitora de graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Angela Rocha. Em resposta, o Ministério da Educação (MEC) divulgou nota afirmando que os recursos do Pnaes quadruplicaram, entre2008 e 2012, e informando que o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais(Reuni) “viabilizou” a construção de moradias e restaurantes universitários nas instituições mantidas pela União.Duas semanas depois do início dessa polêmica, os integrantes do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (Fonaprace) fizeram as contas e divulgaram o volume de recursos de que precisam para implementar a Lei de Cotas, como quer o Palácio do Planalto. Segundo eles, as universidades federais precisarão de pelo menos R$ 2 bilhões para arcar com os gastos de transporte, alimentação, moradia e assistência pedagógica dos cotistas que ingressarão em 2013. Esse valor é quase quatro vezes superior aos recursos previstos para o Pnaes para o próximo ano. “Os recursos atuais de assistência estudantil são insuficientes. Não conseguimos atender à demanda de 44% dos estudantes das universidades federais que são das classes C,D e E”, afirma o coordenador do Fonaprace, Ronaldo Barros. “Questões sobre bolsas, transporte, residência estudantil e necessidades de novos restaurantes universitários têm impacto nas contas da universidade”,diz o pró-reitor de graduação da Universidade Federal do Ceará. Isso mostra que eram os reitores – e não os burocratas do MEC – que estavam com a razão, na polêmica em torno das verbas necessárias para a implantação da Lei de Cotas. Nos debates do Fonaprace, o reitor da Universidade Federal do Ceará fez uma observação importante. Segundo ele, quando as autoridades educacionais começaram a pressionar os dirigentes das universidades federais para implantar a Lei de Cotas já no vestibular de 2013, alguns reitores reagiram com sensatez,afirmando que essa lei foi sancionada pela presidente Dilma depois de definido o orçamento do Pnaes para o próximo ano. Apesar da advertência, dizem os pró-reitores de assuntos comunitários, o Palácio do Planalto continuou exigindo a implantação da Lei de Cotas nos próximos vestibulares, ao mesmo tempo que continuou garantindo que as verbas do Pnaes serão suficientes para atender às necessidades das universidades.Professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo e especialista em gestão e avaliação educacional,Ocimar Munhoz Alavarse lançou um alerta após a divulgação dos cálculos do Fonaprace sobre o montante de recursos de que as instituições federais de ensino superior necessitam para implantar a Lei de Cotas. “A cada ano teremos um contingente maior de alunos cotistas, o que pode tornar complexo esse problema de assistência estudantil, que não vem de hoje. ”Nos três últimos anos, os vestibulares das universidades federais foram prejudicados pelas trapalhadas no Enem. Agora, o processo seletivo será prejudicado pela pressa com que o governo, pensando nas eleições municipais, quis aplicar uma lei demagógica. É desse modo que a educação tem sido gerida.



Alunos de universidades particulares são os que estudam menos, diz Ipea   (Globo.Com – G1 Vestibular – 06/11/12)

Os estudantes matriculados em instituições privadas e que têm trabalho remunerado são os que destinam menos horas de estudo fora da sala de aula. Estes universitários (44,7%) estudam menos de cinco horas por semana em casa. Os dados preliminares fazem parte de um estudo comparado sobre universitários brasileiros e chineses realizado pelo Fundação Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgados nesta terça-feira (6). Os dados também revelam que 34,9% dos universitários que não trabalham destinam a mesma quantidade de horas com estudo complementar.  pesquisa foi feita com universitários com até 24 anos de idade. No Brasil, participaram estudantes de seis universidades, sendo duas públicas e quatro privadas no Distrito Federal e em São Paulo. No total, responderam ao questionário 2.880 brasileiros. O questionário, formado por 66 perguntas, foi organizado em blocos de conteúdo e com questões fechadas (múltipla escolha, única escolha), abertas e de escala numérica. O estudo ainda mostra que os estudantes matriculados em instituições públicas formam o maior grupo que declarou destinar mais horas semanais a estudos como complemento de sua formação. A maioria informou que estuda entre 6 a 10 horas por semana fora da sala de aula.