08/11/2011 / Em: Clipping

 


Unicamp aplica 1ª fase do Vestibular 2012 em 22 cidades neste domingo  (EPTV – Virando Bixo – 08/11/11)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) aplica neste domingo (13) a 1ª fase do Vestibular 2012. As provas serão realizadas em 22 cidades: Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Piracicaba, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba e Sumaré. Para fazer a consulta, é necessário digitar o nome ou o número de inscrição no vestibular. A 1ª fase terá uma prova em duas partes: redação e conhecimentos gerais.



Vestibular Unicamp tem número recorde de inscritos  (RAC – Educação – 08/11/11)

O vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) deste ano teve um número recorde de inscritos com 61 mil e 500 candidatos. Eles irão disputar 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp – Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. A prova da primeira fase do vestibular 2012 será dia 13 de novembro. A partir deste ano será proibido entrar nas salas de prova portando celulares. O candidato que for pego com celular (ainda que desligado), durante a realização das provas, será eliminado do vestibular, por isso, a Comissão Permanente para Vestibulares (Comvest) orienta os candidatos a não levarem celular. Também é vedada a utilização de quaisquer equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, lenço, boné, chapéu à prova. Para a primeira fase do Vestibular Unicamp 2012, a orientação é para que os candidatos cheguem ao local de prova às 12 horas, já que o acesso aos locais de prova só será permitido até as 13 horas impreterivelmente.



Apenas 46% dos universitários do país se formam em quatro anos  (Folha de S.Paulo – Cotidiano – 08/11/11)

O número de matriculados no ensino superior mais que dobrou em dez anos no país. O sistema, porém, perdeu eficiência, pois menos alunos concluíram o curso em quatro anos, tempo ideal para formação na maioria dos casos.
Segundo o Censo da Educação Superior, divulgado ontem pelo MEC, o número de formandos em 2010 equivalia a 46% dos ingressantes quatro anos antes. Em 2005, essa taxa era de 51%. A proporção de concluintes caiu nas universidades privadas (de 48% para 45%), nas federais (62% para 52%) e nas estaduais (60% para 41%). Evasão e/ou a reprovação geralmente puxam a redução da proporção de formados.  “A queda mostra que há problemas nas aulas e na assistência ao aluno”, afirmou Oscar Hipólito, pesquisador do Instituto Lobo e ex-diretor do Instituto de Física da USP-São Carlos. Não é possível detalhar as causas da queda porque o MEC não divulgou todos os dados.

PONDERAÇÃO
O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que a taxa de conclusão -utilizada em estudos acadêmicos- superestima a evasão. É preciso considerar, disse ele, que muitos trocam de opção no meio do curso e são duplamente contados como ingressantes, mas apenas uma vez como concluintes. Segundo o ministro, no caso do ProUni (programa federal que dá bolsas em instituições privadas), descobriu-se que metade dos alunos que supostamente evadiram haviam trocado de curso. A queda na taxa de concluintes não significou redução no total de formados, que cresceu 145% na década, nem de matrículas, que subiu 110%. O que ocorreu é que, para cada grupo de ingressantes, caiu o volume de formados. Pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, o ministro disse que a década passada “talvez tenha sido a melhor no acesso à educação superior”. O crescimento dos últimos anos foi puxado pelos ensinos a distância e tecnológico. Had-dad disse que o primeiro só não subiu mais porque o MEC segura a expansão, para garantir a qualidade.

Matrículas em matemática caem 9% em dois anos  (Folha de S.Paulo – Cotidiano – 08/11/11)

Área com carência de professores na educação básica, a matemática teve uma leve queda do número de matrículas entre 2008 e 2010 (9%) em universidades do país. Segundo o Censo da Educação Superior, eram 95 mil alunos em 2008, ante 86 mil dois anos depois. O número, porém, é superior ao de 2002, quando eram 66 mil alunos. O ministro da Educação, Fernando Haddad, pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, considera como positivo o desempenho das matrículas nas áreas carentes de professores (matemática, física, química e biologia), que cresceram desde 2002. “Só com dados de 2010, estamos formando 230 mil professores ao ano. E os ingressantes chegaram à casa de 452 mil nos cursos de licenciatura”, afirmou o ministro.



Verdades e mentiras do Censo da Educação Superior   (Revista Veja – Brasil – 08/11/11)

O Censo da Educação Superior 2010 confirma que as estatísticas podem não mentir, mas quase sempre omitem parte da verdade. Divulgado nesta segunda-feira, o estudo aponta, por exemplo, que o número de matrículas no ensino superior aumentou 110% entre 2001 e 2010. Mas a papelada esquece de registar que o número de jovens (entre 18 e 24 anos) matriculados em cursos superiores cresceu apenas 2,4 pontos percentuais no mesmo período – de 12%, em 2001, para 14,4%, em 2010, segundo dados do próprio Ministério da Educação (MEC). Segundo o Plano Nacional de Educação (PNE) 2001-2010, o governo federal pretendia chegar a 30%. Como não conseguiu atingir nem metade da porcentagem, o novo PNE, que faz previsões para a próxima década, resolveu repetir a meta. Agora, espera-se atingir 33% de jovens matriculados no ensino superior. Só que o prazo se estendeu até 2020. “Quando observamos esses números, percebemos que ainda estamos engatinhando”, constata Mozart Neves Ramos, membro do Conselho Nacional de Educação e conselheiro do movimento Todos pela Educação.