10/09/2014 / Em: Clipping

 


Unicamp encerra inscrições para o Vestibular 2015 nesta quinta   (EPTV – Virando Bixo – 10/09/14)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) encerra nesta quinta (11) o período de inscrições para o Vestibular 2015. Os candidatos devem se inscrever no site www.comvest.unicamp.br, onde está disponível o Kit do Vestibulando 2015, composto pelo Manual do Candidato e pela Revista do Vestibulando.  O material, gratuito, traz informações como opções de cursos, formato das provas e cálculo das notas. A taxa de inscrição é de R$ 140. Este vestibular oferece 3.320 vagas distribuídas em 70 cursos. A 1ª fase será realizada no dia 23 de novembro e a 2ª acontecerá nos dias 11, 12 e 13 de janeiro. Antes da 1ª fase, haverá provas de habilidades específicas para candidatos aos cursos de Música, no período de 25 a 29 de setembro. Para os demais cursos (Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança), as provas de habilidades específicas ocorrerão no período de 19 a 22 de janeiro. O Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (PAAIS) prevê que estudantes que tenham cursado todo o Ensino Médio na rede pública brasileira recebam 60 pontos a mais na nota final da 2ª fase. Candidatos autodeclarados pretos, pardos e indígenas que tenham cursado o Ensino Médio em escolas públicas também têm, além dos 60 pontos adicionais, mais 20 pontos acrescidos à nota final. A participação no PAAIS é opcional e deve ser indicada no formulário de inscrição.



Paim destaca crescimento do número de mestres e doutores e defende qualidade   (Ministério da Educação – Educação – 09/09/14)

Em todo o país, os cursos de graduação presencial e a distância somam 7,3 milhões de estudantes matriculados em 32.049 cursos distribuídos em 2.391 instituições de ensino superior, públicas e privadas. Os dados são do Censo da Educação Superior, divulgados pelo Ministério da Educação nesta terça-feira, 9. No intervalo 2012-2013, o número de matrículas cresceu 3,8%. Ao apresentar os dados do censo, o ministro da Educação, Henrique Paim, destacou que tão importante quanto a expansão do número de matrículas no sistema de educação superior nacional é ter e garantir a qualidade. “Queremos expandir o sistema, mas queremos qualidade na educação superior”, observou ele. “Esse trabalho que estamos fazendo em torno da qualidade, inclusive suspendendo processos seletivos, acaba refletindo na questão dos ingressantes.” Segundo o ministro, a taxa de matrícula na educação superior cresceu em ritmo menor, mas o censo não revelou queda. Ainda no quesito qualidade, o censo traz um quadro sobre a evolução da formação dos professores nas instituições de ensino superior públicas. Nos últimos dez anos, o número de mestres cresceu 90% e de doutores 136%. Sobre a relação entre o número de ingresso de jovens no ensino superior – 2,7 milhões em 2013 – e o de concluintes no mesmo ano, 1 milhão, Paim informou que é preciso cruzar dados para ter um quadro completo, mas adiantou duas informações: houve crescimento significativo da entrada de jovens trabalhadores em cursos noturnos e é natural que esses estudantes necessitem de um tempo maior para concluir sua formação; a oferta temporária de cursos de educação a distância.



Número de formandos no ensino superior cai pela 1ª vez em 10 anos   (O Estado de S.Paulo – Educação – 09/09/14)

O número de estudantes que concluem o ensino superior no Brasil caiu 5,6% em 2013, a primeira queda em dez anos. Hoje, há um formando (36%) para cada três ingressantes – em 2009, essa proporção era de 46%. Os dados do Censo do Ensino Superior são vistos pelo Ministério da Educação como acomodação em um quadro de crescimento muito forte. Para especialistas, o modelo de expansão do sistema no País pode ter chegado ao limite. Segundo dados do censo, divulgados nesta terça-feira, 991.010 pessoas se graduaram, 59,4 mil a menos do que em 2012. E a proporção de concluintes também caiu, para 36% dos alunos – queda de 9 pontos porcentuais desde 2010. Segundo o presidente do Instituto Nacional de Estatísticas e Pesquisas Educacionais (Inep), Francisco Soares, a queda se explica pelo aumento considerável no número de vagas abertas. “É natural que, hoje, tenha mais alunos entrando do que saindo”, afirmou. Para especialistas, como Leandro Tessler, da Unicamp, o recuo pode indicar dificuldades econômicas de mais pessoas bancarem graduações particulares sem ajuda de bolsas e financiamentos – e seria preciso investigar as desistências. “Estamos próximos do limite de possibilidade de pagamento de cursos”, observa. Em nota, o MEC informou que 97% da queda no número de concluintes se concentrou em 14 instituições, dez delas privadas. Esse grupo sofreu sanções recentes da pasta, como fechamento ou redução de vagas no vestibular. Para instituições que encerraram as atividades, como ocorreu com em 2013 com a UniverCidade e a Gama Filho, ambas do Rio de Janeiro, o MEC garantiu que os egressos teriam o direito de se formar em outras faculdades. O censo mostra ainda que o ritmo de expansão do ensino superior brasileiro diminuiu.

Número de estudantes no ensino superior chega a 7,3 milhões   (O Estado de S.Paulo – Educação – 09/09/14)

O número de matrículas no ensino superior alcançou 7,3 milhões em 2013. Em 10 anos, o número de estudantes em cursos superiores cresceu 85,6%. Esse ritmo, no entanto, vem caindo desde 2008, quando cresceu mais de 10% em ano. Entre 2012 e 2013, o aumento foi de apenas 3,9%, embora o número de jovens brasileiros de 18 a 24 anos que estejam no ensino superior ainda esteja em 17,5% nos últimos dados divulgados pelo Ministério da Educação, quando a meta é chegar a 35%. O Censo da Educação Superior, divulgado na tarde desta terça-feira, 9, pelo Ministério da Educação, revela que os cursos superiores tecnológicos, de menor duração e formação mais específica, foram os que mais cresceram. Nos últimos 10 anos, o número de cursos aumentou mais de 500%, puxado principalmente pelo aumento de vagas na rede privada. Hoje, 85,6% das matrículas estão em instituições particulares. A situação é similar nas vagas de graduação em geral. Uma das promessas do Ministério da Educação, ainda no governo Lula, era de manter a proporção de 30% de vagas públicas para 70% de vagas privadas, o que não aconteceu. Apesar da expansão considerável no número de universidades federais criadas desde 2003, a diferença no número de vagas segue aumentando. O último censo revela que, hoje, as vagas públicas representam 26% do total – incluindo federais, estaduais e municipais. Em São Paulo, para cada vaga em universidade pública, existem outras 5,3 em instituições privadas, a maior proporção do País. A proporção também é alta no Distrito Federal, uma para 4,65. Mas, em todo Brasil, em apenas cinco Estados – Paraíba, Santa Catarina, Pará, Roraima e Tocantins – há mais matrículas públicas que privadas.



Por maior internacionalização, faculdades criam cursos em inglês   (Folha Online – Educação – 10/09/14)

Motivadas pela necessidade de aumentar sua inserção internacional –um dos critérios avaliados pelo RUF (Ranking Universitário Folha) lançado nesta segunda-feira (8)–, algumas escolas de ensino superior brasileiras começam a oferecer disciplinas de graduação em inglês. São matérias optativas ou versões alternativas de disciplinas obrigatórias, ministradas por professores brasileiros fluentes ou por estrangeiros –ainda tão poucos que, neste ano, a quantidade docentes estrangeiros por instituição deixou de ser considerada no RUF porque não altera a nota de cada escola. A UFV (Universidade Federal de Viçosa), em MG, começou neste ano a oferecer aulas em inglês em computação, agronomia e nutrição.  Aulas são ministradas em inglês da Escola de Direito da FGV.

Cai o ritmo de expansão de matrículas no ensino superior público   (Folha Online – Educação – 09/09/14)

O ritmo de expansão das matrículas em instituições públicas de ensino superior entre 2012 e o ano passado foi o menor já registrado desde 2009. Segundo dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Ministério da Educação, o Brasil tem 1.932.527 matrículas no ensino superior público –35,1 mil a mais em comparação a 2012, o que corresponde a um crescimento de 1,85%. Entre 2011 e 2012, esse aumento foi de quase 7% (cerca de 124 mil matrículas a mais). “Quando chegamos num determinado patamar, o ritmo tende a diminuir. É natural que ocorra isso, porque vínhamos de um volume de matrículas relativamente baixo [no início dos anos 2000]”, disse o ministro Henrique Paim (Educação) em coletiva de imprensa na tarde de hoje.

Número de formandos no ensino superior diminui 5,65% em 2013  (Folha Online – Educação – 09/09/14)

Entre 2012 e 2013, o número de concluintes de graduação no país caiu 5,65% –essa é a primeira queda ao menos desde 2003. No ano passado, foram 991.010 concluintes, frente a 1.050.413 em 2012. Esses dados fazem parte do censo da educação superior, divulgado nesta terça-feira (9) pelo Ministério da Educação. No caso dos concluintes, foram dois os motivos apontados pelo ministro Henrique Paim (Educação): queda em cursos a distância da rede federal (que não abriram novas turmas após uma demanda inicial) e redução de formandos nas privadas. “Precisamos de mais detalhes para analisar [essa questão]”, disse Paim. Ele ponderou, no entanto, que esses movimentos não preocupam, uma vez que as matrículas (que incluem todos os anos da graduação) no ensino superior continuam crescendo –ainda que num ritmo menor. O número de ingressantes (calouros) no ensino superior, porém, caiu entre 2012 e 2013, movimento que nos anos recentes só ocorreu de 2008 para 2009.