11/03/2019 / Em: Clipping

 

Comissão vota mudanças na 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp na próxima quinta (G1 – Campinas e Região – 11/03/2019)

Série de mudanças foi anunciada em janeiro e inclui diminuição do número de dias das provas da segunda fase e divisão de conteúdos conforme carreira escolhida pelo candidato.

 

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) vota nesta quinta-feira (14) uma série de mudanças estruturais nas provas da segunda fase do vestibular 2020 da universidade. Dentre as propostas estão a redução no número de dias e a divisão de conteúdos conforme a carreira escolhida pelo candidato. O anúncio das possíveis mudanças foi feito em janeiro. Segundo o coordenador da Comvest, José Alves Freitas Neto, o objetivo é alcançar uma seleção mais qualificada e moderna. Até este ano, as provas de segunda fase foram realizadas em três dias, com candidatos respondendo às mesmas questões independente do curso escolhido. Para Freitas Neto, o novo formato proposto deve diminuir a sobrecarga sobre os candidatos que realizam uma maratona de provas no início e cada ano. O coordenador salienta ainda que a seleção da primeira fase deve ser mantida no formato atual.

 


 

Unicamp vota dia 14 mudanças estruturais no vestibular (Estadão – .Edu – 11/03/2019) 

 

A Unicamp vota na quinta-feira (14), às 10h, mudanças estruturais no vestibular da universidade. Em votação, a primeira fase com provas comuns a todos os candidatos – como português, matemática e redação -; e a segunda fase com conhecimentos específicos – voltados ao curso que o aluno almeja – mais inglês exigido a todos. Em relação à redação especificamente, a mudança a ser votada será a possibilidade de escolha do alunos por uma das duas propostas oferecidas. As informações foram dadas em primeira mão pelo professor e doutor em história, José Alves de Freitas Neto, coordenador da Comvest – o órgão da Unicamp que faz os vestibulares da universidade. José Alves palestrou no Teatro Iguatemi em Campinas no sábado (9). A palestra foi a primeira aula do cursinho da Oficina do Estudante deste ano. O colégio abriu – inclusive – 30 vagas para que o público externo pudesse participar. “Considerando que fazemos a mesma prova há 32 anos, achamos que há uma cobrança de muita informação para o aluno. Queremos fazer provas que dialoguem mais com a interdisciplinaridade nas áreas que ele vai fazer. Queremos questões interdisciplinares para todos (na primeira fase) e depois perfis segmentados (na segunda)”, afirmou José Alves na explanação. “Com isso, esperamos ter condições de discriminar melhor o rendimento dos estudantes. Ao poder aprofundar – com questões mais arrojadas na área de exatas, por exemplo – podemos discriminar melhor os candidatos daquele curso“, acrescentou o coordenador. Leia mais.