11/01/2017 / Em: Clipping

 


Unicamp alerta para mudanças nos locais de provas do Vestibular 2017 (G1 – Campinas  e Região – 11/01/2017)

Segunda fase será realizada nos dias 15, 16 e 17 de janeiro em 18 cidades.
Os 15.390 candidatos selecionados disputam 3.330 vagas em 70 cursos.

A poucos dias da realização da 2ª fase do Vestibular da Unicamp, os 15.390 candidatos que sonham com uma das 3.330 vagas oferecidas em 70 diferentes cursos devem ficar atentos aos locais das provas, que serão aplicadas nos dias 15, 16 e 17 de janeiro. De acordo com a Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares), o local pode variar da primeira para a segunda fase e o vestibulando deve checar os dados no site da comissão. A orientação é para que os candidatos cheguem aos locais de prova ao meio-dia, pois os portões ficarão abertos das 12h30 às 13h.

Em Campinas as provas serão realizadas no Cepre (Centro de Reabilitação Gabriel Porto), no Campus Unicamp, e na Unip (Universidade Paulista) do Swift. A 2ª fase será aplicada em 17 cidades do Estado de São Paulo e em Brasília (DF). A Unicamp alerta ainda para a mudança na relação de cidades da primeira para a segunda fase. Confira quadro ao lado.



Senado deve retomar debate sobre MP do ensino médio em fevereiro, diz relator (Campo Grande News – Política – 11/01/2017)

Pedro Chaves (PSC), parlamentar de MS, analisou medida em novembro

Assim que acabar o recesso no Senado, os parlamentares já vão retomar o debate da Medida Provisória do Ensino Médio, afirmou o relator do projeto, o senador sul-mato-grossense, Pedro Chaves (PSC). Tramitando em regime de urgência, a medida tranca a pauta se não for votada.

“Tem previsão para a primeira quinzena de fevereiro. Ela será relatada já no Senado e depois vai para o presidente sancionar e virar lei”, disse o parlamentar. Em novembro passado, o parecer de Chaves foi votado na comissão criada para este fim no Senado.



Pedro Chaves: “O Congresso Nacional e o novo Ensino Médio” (Correio do Estado – Artigo – 11/01/2017)

Senador, Relator da Medida Provisória nº 746/2016.

Tenho profundo respeito pelo Poder Judiciário brasileiro, sei o grau de competência dos quadros técnicos que o compõem, mas, por outro lado, sei que o Direito é uma ciência dialética, sendo assim, comporta o contraditório, ou seja, o espaço para o debate.

Faço essas considerações porque avalio que a Procuradoria-Geral da República, ao emitir seu parecer no pleito do PSOL na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 5.599, provavelmente não se debruçou sobre a realidade do Ensino Médio nacional, manifestando-se equivocadamente, a meu ver, para suspender a tramitação da Medida Provisória nº 746/2016, que objetiva modernizar o Ensino Médio brasileiro.