12/01/2016 / Em: Clipping

 


Mais de 2 milhões de candidatos do Enem têm redação fraca   (Globo.Com – G1 Vestibular – 12/01/16)

A primeira análise das notas das redações do Enem 2015 cria uma impressão de melhora. Afinal, agora já não temos meio milhão de notas zero, e sim apenas pouco mais de 50 mil. No entanto, basta fazer uma análise dos números consolidados para ver que a situação do ensino médio não é nem um pouco animadora.

Metade do ensino superior bancado pelo governo atende lei de cotas   (Globo.Com – G1 Vestibular – 12/01/16)

Metade do ensino superior bancado pelo governo atende critérios de cotas raciais e sociais, conforme dados apresentados pelo ministro Aloizio Mercadante nesta segunda-feira (11).



Segundo dia da 2ª fase da Fuvest teve questões difíceis, afirmam professores   (Folha Online – Educação – 12/01/16)

Para a coordenadora do curso Objetivo, Vera Lucia da Costa Antunes, as 16 questões estavam bem contextualizadas e que privilegiaram o candidato mais preparado. “O aluno precisa ter muita atenção para entender antes de fazer. Em algumas, ele tem de interpretar o que está ocorrendo e ainda fazer cálculos bem difíceis”, afirmou. O diretor de ensino do Anglo, Paulo Moraes, concorda que a prova estava difícil e diz ter “sentido falta” de ao menos uma questão sobre história do Brasil. “Houve um certo desequilíbrio. Havia poucas questões de biologia e um número de química maior. Mas todas estavam bem elaboradas, contextualizadas”, disse.

Currículo brasileiro de história é ‘insuficiente’, diz ministro da Educação   (Folha Online – Educação – 11/01/16)

O ministro Aloizio Mercadante (Educação) afirmou nesta segunda-feira (11) que o conteúdo do currículo de história proposto na base nacional comum é “insuficiente” e, portanto, deve sofrer alterações, como defendem especialistas.  “Não podemos ter um currículo que não valorize a história ocidental, a democracia, a separação de poderes, os direito e garantias individuais (…). São todos valores da cultura ocidental, que é a cultura predominante na nossa matriz”, afirmou após coletiva de imprensa. A disciplina foi alvo de fortes críticas, diante da maior ênfase na história das Américas e África em detrimento da “visão europeia”, por exemplo.

MEC quer novo exame para certificação do ensino médio  (Folha Online – Educação – 11/01/16)

O Ministério da Educação quer adotar um novo exame para a certificação de conclusão do ensino médio. Hoje, o candidato acima de 18 anos pode recorrer ao Enem para confirmar que encerrou a educação básica. Para isso, é preciso alcançar 450 pontos em cada uma das áreas do conhecimento, além de nota acima de 500 na redação.  “As duas coisas estão juntas: o acesso ao ensino superior, com o processo de certificação daqueles que estão tentando concluir o ensino médio. Na prova, é muito difícil assoviar e chupar cana ao mesmo tempo”, disse nesta segunda-feira (11) o ministro Aloizio Mercadante (Educação), em referência às diferentes funções do Enem.  Segundo ele, a ideia é fazer uma nova avaliação para os estudantes que tentam a certificação. Na edição de 2014, num universo de cerca de 8,7 milhões de candidatos, 997.131 pessoas solicitaram o exame para fins de certificação. Desse total, 631.071 compareceu ao local de prova e apenas 67.254 (10,6%) atingiram a pontuação exigida.