12/04/2017 / Em: Clipping

 

UNICAMP DIVULGA CALENDÁRIO DA ISENÇÃO DO VESTIBULAR 2018 (Brasil Escola – Notícias – 11/04/2017)

Pedidos serão feitos entre 20 de abril e 23 de maio. Inscrição da seleção começa em 31/07

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) anunciou o cronograma da isenção do Vestibular 2018. Os pedidos serão recebidos entre 20 de abril e 23 de maio, enquanto a documentação deverá ser entregue até o próximo dia 24. As isenções do Vestibular 2018 da Unicamp serão oferecidas em três modalidades.A primeira modalidade conta com a oferta de 6.660 isenções, a segunda com a gratuidade para 100 candidatos e a terceira não tem número limitado. O resultado será divulgado em 28 de julho. Os isentos não estarão automaticamente inscritos no Vestibular 2018 da Unicamp.

Vestibular 2018

As inscrições do Vestibular 2018 da Unicamp começam em 31 de julho. O restante do cronograma será divulgado em breve. As obras literárias já foram definidas. Mais informações no site da Comvest.


Unicamp: inscrições do Vestibular 2018 começam em 31 de julho (Super Vestibular – Notícias – 11/04/2017)

Pedidos de isenção de taxa devem ser recebidos de 20 de abril a 23 de maio

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, informou que entre os dias 20 de abril e 23 de maio receberá pedidos de isenção de taxa de inscrição do Vestibular 2018. O cadastro deverá ser feito no site da Comvest, organizadora da seleção. Depois de fazer a inscrição, os interessados deverão entregar documentação que comprove que eles são de baixa renda (renda de até R$ 1,3 mil por pessoa). Também podem participar funcionários da universidade e concorrentes aos cursos de licenciatura – noturno. A estimativa é que a universidade disponibilize mais de 6,7 mil isenções. A lista de beneficiados deve sair no dia 28 de julho. O prazo de inscrições começará no dia 31 de julho. O restante do calendário do vestibular 2018 da Unicamp ainda não foi liberado, mas, segundo a Comvest, isso deve ocorrer em breve.


Inscrições para o Enem 2017 começam em 8 de maio (Universia – Notícias – 11/04/2017)

Inscrições para o Enem 2017 acontecem entre 8 e 19 de maio; Taxa de inscrição é R$ 82

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 começam às 10h do dia 8 de maio e vão até as 23h59 do dia 19 de maio. O candidato deve se inscrever pelo Portal do Participante, dentro do site do Inep. A taxa de inscrição é de R$ 82 e deve ser paga até o dia 24 de maio. Vale lembrar que o Enem deixou de ser um certificado de conclusão do Ensino Médio. A prova acontece nos dias 5 e 12 de novembro. Para dar início à inscrição, o estudante deve informar o número do seu CPF e do RG. Também será preciso informar um telefone (pode ser fixo ou celular) e um endereço de e-mail. É pedido que o usuário crie uma pergunta e uma resposta de segurança para caso necessite recuperar a senha. O valor da taxa de inscrição será de R$ 82 e deve ser paga até às 23h59 do dia 24 de maio em agências bancárias, dos correios, lotéricas ou no Banco do Brasil por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU simples). O prazo para o pagamento da taxa não será prorrogado.

ISENÇÃO DA TAXA

Como já havia sido anunciado anteriormente, os cadastrados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal serão isentos da taxa de inscrição. Ainda segundo o documento, a isenção da taxa de inscrição do Enem é válida para todos os estudantes da rede pública e também para participantes que declararem ser membros de famílias de baixa renda ou estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

CARTÃO DE CONFIRMAÇÃO

Desde 2015, o MEC suspendeu a entrega do cartão de confirmação do Enem via correio (versão impressa). Para realizar a consulta do seu local de prova, o aluno deve verificar no site oficial do Enem. Vale lembrar que o cartão contém, além do local, o número da inscrição, a data, o horário, a indicação de atendimento especial (se necessário) e opção escolhida para a prova de língua estrangeira. A partir de 2017, o Enem deixa de ser um certificado de conclusão do Ensino Médio.


Educação: a segunda revolução (O Globo – Política – 12/04/2017)

O Brasil dá, finalmente, passos significativos para deixar de ser retardatário na educação e por um pé no século 21.  Com a definição de uma base curricular comum para todas as escolas do país, criam-se as condições para que todos os fatores do sistema educacional estejam alinhados. Se o currículo vai mudar, a formação dos professores e o sistema de avaliação deverão acompanhar esse movimento. Essa é a chave para o sucesso. Saímos da letargia de 13 anos de prioridades distorcidas e políticas erráticas, sempre cobertas por um viés ideológico e corporativo, para ingressar numa era de norte claramente definido: a prioridade ao ensino básico de qualidade. Em certo sentido, retoma-se o movimento colocado em curso na última década do século passado com a universalização do ensino fundamental e inicia-se a segunda revolução da educação. Sim, acompanhado de uma excelente equipe que começa com a educadora e socióloga Maria Helena Guimarães, secretária executiva do Ministério, o ministro Mendonça Filho está realizando uma revolução na área da educação como não se via desde os tempos do ministro Paulo Renato Souza.  Em menos de um ano já conseguiu deixar dois grandes legados: a reforma do ensino médio e a Base Nacional Comum Curricular. Aprovada pelo Congresso Nacional, a reforma vai fortalecer a flexibilidade na oferta do ensino médio, há muito defendida por alunos, familiares, educadores e gestores da área. Os objetivos maiores são permitir a combinação de matérias obrigatórias e outras mais ligadas a interesses específicos dos alunos, ampliar a jornada escolar e reforçar o ensino profissionalizante. A reforma moderniza a Educação dos jovens brasileiros ao combater o currículo excessivamente acadêmico, inteiramente desconectado da realidade do mercado de trabalho e pouquíssimo atraente. A Base Nacional Comum Curricular define o conteúdo comum que deverá ser aprendido por todos os 49 milhões de alunos nas 186 mil escolas da rede pública e privada da educação básica em todo o país. Ela descreve as habilidades a serem desenvolvidas a cada ano letivo em quatro áreas do conhecimento: linguagens, ciências da natureza, ciências humanas e matemática. Foca também na alfabetização, com o aprendizado de leitura e escrita até o segundo ano do ensino fundamental, e introduz o ensino da segunda língua – o inglês – já neste ciclo. Estas e outras medidas estabelecem o princípio da equidade entre alunos pobres da rede pública e alunos das boas escolas privadas, onde as crianças são alfabetizadas mais cedo. A estratégia de ensino deverá ser mais experimental e menos expositiva, rendendo-se à realidade posta há tempos: se o aprendizado era passivo, hoje é ativo. O MEC deverá planejar, capacitar intensamente os professores e preparar novos materiais didáticos, incluindo a oferta de internet com velocidade para todas as escolas, essencial para que os alunos usem as tecnologias digitais de informação de modo “crítico, reflexivo e ético”. Um desafio e tanto. E o ministro já anunciou as ações que vêm a seguir. Além de rever o modelo que desperdiçou bilhões de reais em aventuras que simplesmente não se sustentavam economicamente e nem tinham a necessária transparência como o Ciência sem Fronteiras ou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico, a próxima novidade será o novo FIES (Fundo de Financiamento Estudantil), que teve custo global para o Tesouro Nacional em 2016 de R$ 32,2 bilhões, um custo alto para os cofres públicos e de inadimplência crescente: bateu 53% em janeiro. Até o final do ano, Mendonça Filho também pretende realizar alterações no ENEM para que ele avalie efetivamente o ensino médio, ajude a melhorar este nível de ensino e estimule a disputa pelos melhores cursos superiores do país. Mudanças dessa natureza vêm acontecendo na educação em todo o planeta e o Brasil não poderia deixar de fazê-las, sob pena de perder, mais uma vez, o bonde da história. A sala de aula tal qual é concebida até agora não será a mesma num horizonte próximo. E as formas de aquisição do conhecimento serão cada vez mais investigadas, avaliadas e valorizadas. Entre as habilidades e competências pretendidas para os nossos estudantes estão autonomia, organização, respeito, colaboração, método científico, comunicação, espírito crítico e de liderança. Cada vez menos a memória enciclopédica ou a decoreba serão parâmetros diferenciadores, visto que são tarefas realizáveis pelas máquinas, computadores, aplicativos e programas de internet. A grande missão da educação hoje é formar cidadãos e profissionais do século 21, com elevado senso ético, valores, princípios e grande capacidade de diálogo. É isso que exige o moderno mercado de trabalho, é isso que a sociedade quer de suas escolas. A Base Nacional Curricular Comum é um grande passo nessa direção.