13/01/2015 / Em: Clipping

 


Unicamp tem abstenção de 11,8% no 2º dia da segunda fase do vestibular    (Globo.Com – G1 – Vestibular – 12/01/15)

A Unicamp registrou abstenção de 11,8% no segundia dia de provas da segunda fase do vestibular de 2015. Segundo a Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest), dos 15.444 aprovados para a segunda fase,1.821 candidatos deixaram de fazer as provas de matemática, história e geografia nesta segunda-feira (12). O percentual é menor que o do ano passado, quando o índice foi de 12,6%.

Estudantes citam dificuldade na prova de matemática da 2ª fase da Unicamp   (Globo.Com – G1 Vestibular – 12/01/15)

No segundo dia de provas da 2ª fase da Unicamp, nesta segunda-feira (12), estudantes citaram a dificuldade em fazer a prova de matemática, classificada de “impossível” por um dos ouvidos pelo G1. A universidade também aplicou questões relacionadas à geografia e história e os vestibulandos disseram ter tido mais facilidade nas duas disciplinas. Entre os temas exigidos, relatou uma treineira, estava ditadura e crise de 1929. “Eu achei difícil mais que ontem. História caiu ditadura, cidadania, independências brasileira e espanhola e crise de 1929”, relatou Giovana Patar, treineira de Campinas. Ainda segundo ela, em matemática foi exigido conhecimento sobre log e porcentagem.

Sisu terá 40% das vagas reservadas para estudantes de escolas públicas   (Globo.Com – G1 Vestibular – 13/01/15)

Das 205.514 vagas ofertadas por universidades federais, institutos tecnológicos e universidades estaduais, na primeira edição de 2015 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), 82.879 estão destinadas a estudantes que atendam aos quesitos da Lei de Cotas, ou seja, que tenham cursado todo o ensino médio em escolas públicas. Pela lei, neste processo seletivo do Sisu, pelo menos 37,5% de suas vagas são para cotistas. Até 2016, as instituições deverão atingir o percentual de 50% de vagas reservadas. A maioria das universidades federais já oferece 50% das vagas do Sisu pela Lei de Cotas. É o caso da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que tem 2.397 vagas do total de 4.772 reservadas para cotistas (50,2%), ou da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com 1.395 vagas das 2.783 reservadas pela lei (50,1%). O caso extremo é da Universidade Estadual do Ceará (UECE), onde todas as suas 1.050 vagas são para os alunos de escolas públicas.



Matemática, história e geografia pediram “clássicos” na 2ª fase da Unicamp   (UOL – Vestibular – 12/01/15)

A prova desta segunda (12) da segunda fase do vestibular 2015 da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) trouxe questões diretas com nível entre médio e difícil segundo os professores de cursinho ouvidos pela reportagem do UOL. As perguntas eram sobre conceitos básicos, como erosão e formação de aquiferos em geografia, e exigiam do candidato respostas objetivas, diretas segundo a coordenadora do Curso e Colégio Objetivo, Vera Lúcia Antunes. “Eram assuntos clássicos e pedia habilidade redacional do candidato”, comenta. “Não era nada que estivesse no rodapé dos livros.” Para o coordenador do cursinho Etapa, Edmilson Motta, a prova cumpriu o propósito da mudança — o número de questões diminuiu para adequar melhor o tempo de resposta do candidato. Segundo ele, a parte de matemática ficou aquém do esperado em nível de dificuldade. “Análise combinatória e trigonometria que costumam causar mais problema para os alunos [foram assuntos que] ficaram de fora”, diz. Álgebra foi tema de matemática que dominou a prova para o professor do Anglo Robbby Cardoso. As questões eram diretas, com enunciados claros. As questões exploraram a álgebra com cálculos literais (com letras) e envolviam conceitos como função e logaritmo. “Era uma prova sem segredos para o aluno bem preparado tecnicamente”, analisa.



SC: universidade oferece vagas gratuitas para haitianos   (Terra – Educação – 12/01/15)

O sonho de muitos imigrantes haitianos de frequentar cursos de nível superior, algo muito difícil no país de origem, transformou-se em realidade para os primeiros estudantes selecionados num processo especialmente formulado para recebê-los. A iniciativa é da Univerdidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), presente nos três Estados do sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), no município catarinense de Chapecó. Por meio do programa ProHaiti, 39 alunos foram selecionados em 2014 para 12 cursos. Segundo o vice-reitor da universidade, Antonio Inácio Andreoli, havia mais vagas, mas muitos inscritos não tinham como comprovar, com documentação, o término do ensino médio no Haiti. Ele explicou que o acolhimento aos haitianos faz parte da própria filosofia de criação da UFFS, de inclusão social. “A universidade foi construída pelos movimentos sociais da região. E trouxe, desde o início, uma proposta de inclusão que é colocar 90% de suas vagas para estudantes de escolas públicas. Além disso, aderimos a todas as políticas de cotas. Para nós, isso representava o desafio de integrar outros grupos sociais, como os haitianos.



Aposentado disputa vaga de engenharia civil   (IG – Educação –  13/01/15)

Aos 72 anos, o técnico agrícola aposentado José Yong Gonçalves da Cunha juntou-se aos quase 14 mil candidatos para realizar o segundo dia de provas da segunda fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Apesar de considerar o exame de ontem mais difícil do que no primeiro dia, ele está confiante e deseja passar para poder exercer a profissão de engenheiro civil.   Um exemplo de perseverança, Cunha afirma que estudar faz bem, independentemente da idade. Hoje, a Unicamp encerra a segunda fase com a prova de química, física e biologia. Matemática, história e geografia foram os conteúdos cobrados e, segundo veteranos e treineiros, diferente do primeiro dia, a prova de ontem surpreendeu pela dificuldade. “Ontem estava mais fácil. Hoje, acabei me enrolando um pouco”, disse Cunha. Candidato de ciência do esporte, Guilherme Marreto, de 17 anos, considerou especialmente matemática difícil. “Quiseram diferenciar quem tem um conhecimento mais aprofundado em matemática”, disse.



Para cursinhos, novo formato ajudou alunos no segundo dia da 2ª fase da Unicamp   (Folha Online – Educação – 12/01/15)

O segundo dia de prova da 2ª fase do vestibular da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), que ocorreu nesta segunda (12), foi exigente, mas sem o peso de anos anteriores, apontaram professores e coordenadores de cursinhos ouvidos pela Folha.  Isso se explica pela mudança no formato da prova. Até o ano passado, eram 24 questões. Agora, são 18. Nesta segunda, os alunos responderam perguntas sobre matemática, geografia e história. “A prova da Unicamp sempre foi conhecida pelo tempo apertado que o candidato tinha. Só isso [a mudança do formato] já melhorou bastante”, afirma o professor Edmilson Motta, coordenador do curso Etapa. “Antes era uma prova muito longa, agora é uma prova direcionada. Embora seja dissertativa, ela vai direto ao ponto”, diz a professora Vera Lúcia da Costa Antunes, coordenadora do Curso e Colégio Objetivo.  A professora cita, por exemplo, enunciados de matemática que pedem que o aluno “encontre o valor, encontre o número de soluções inteiras da equação, encontre os valores de x para os quais”.  No geral, o diretor pedagógico da Oficina do Estudante, Célio Tasinafo, considera que a prova desta segunda foi melhor que a do primeiro dia, no domingo (11).  “Ontem [domingo] não deve selecionar muito porque é muito rasa. Hoje [segunda], não. Hoje temos a exploração de temas variados e mais densidade.” A primeira chamada será divulgada em 2 de fevereiro. Os convocados deverão fazer a matrícula não presencial nos dias 3 ou 4 de fevereiro, exclusivamente no site da Comvest, em formulário específico.



Apesar do Mais Médicos, vagas de Medicina do Sisu atendem a grandes centros   (O Globo On Line – Educação – 13/01/15)

A distribuição de vagas dos cursos de Medicina oferecidas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) por todo o Brasil mostrou o quanto o país ainda tem de progredir em uma das metas principais do programa Mais Médicos: o avanço para o interior. O mapa com todas as oportunidades foi liberado ao público ontem no site oficial do Sisu. Considerando-se todas as carreiras, a seleção vai oferecer 205.514 vagas em 5.631 cursos de 128 faculdades, universidades e centros universitários. Em comparação com o ano passado, o aumento é de mais de 20%. Já em Medicina, especificamente, o número saltou de 2.925, na primeira edição do Sisu do ano passado, para 3.758 este ano. Um avanço de 28%. No entanto, basta olhar o mapa do Brasil para perceber o peso desproporcional dos grandes centros e da faixa litorânea no total ofertado. A cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, é a campeã individual de vagas: 180. A maioria é concentrada nas duas grandes universidades federais que oferecem o curso no estado: UFRJ e Unirio. A desproporção é flagrante. A cidade do Rio, com menos de seis milhões de habitantes, tem quase o total de vagas de que dispõem os mais de 17 milhões da Região Norte do país, onde há apenas 197 vagas de Medicina em federais.O Nordeste é, isoladamente, a região com o maior volume de oportunidades no curso: 1.676. Depois vem o Sudeste, com 904. À primeira vista, poderia representar uma descentralização. Mas o dado esconde a maior participação das federais no total de vagas nordestinas, enquanto no Sudeste as poderosas USP, Unicamp e Unesp, todas estaduais — e, portanto, com vestibulares próprios —, estão fora do Sisu. Em São Paulo, estado mais rico do país, são oferecidas apenas 40 vagas, concentradas na Universidade Federal de São Carlos (UFScar). Já no Espírito Santo, a única instituição que participa da seleção unificada ainda não oferece vagas em Medicina.