13/01/2017 / Em: Clipping

 

Provas da segunda fase da Unicamp começam neste domingo (15)

(Secretaria da Educação SP – Notícias – 13/01/2017)

Teste será aplicado também nos dias 16 e 17; candidatos devem ficar atentos ao local de realização
Começa neste domingo (15) a aplicação das provas da segunda fase do Vestibular da Unicamp. São oferecidas 3.330 vagas em 70 cursos diferentes. A avaliação acontece também nos dias 16 e 17 de janeiro. A orientação é que os candidatos cheguem aos locais de prova ao meio-dia, pois os portões ficarão abertos das 12h30 às 13h.
Na 2ª fase as provas são idênticas. No primeiro dia, os candidatos fazem as provas de Redação e de Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa. Na segunda-feira (16) será a vez das provas de História e Matemática. No último dia, terça-feira (17), os estudantes realizam testes de Biologia, Química e Física.
A primeira chamada dos aprovados do Vestibular 2017 da Unicamp será divulgada no dia 13 de fevereiro.
Mudança nos locais das provas
Os candidatos devem ficar atentos aos locais da prova. De acordo com a Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares), o local pode variar da primeira para a segunda fase e o vestibulando deve checar os dados no site da comissão.


Provas da Segunda Fase da Unicamp começam domingo

(Paulínia Vip – Notícias – 13/01/2017)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aplica, de domingo (15) até terça (17), as provas da segunda fase do Vestibular 2017 para um total de 15.390 candidatos.

O Vestibular será realizado em 18 cidades: Bauru, Brasília, Campinas, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

A prova terá início às 13 horas, mas a orientação é para que os candidatos cheguem com antecedência. A segunda fase é constituída de provas idênticas para todos os candidatos, com questões dissertativas.


MEC abrirá consulta pública sobre o novo Enem no dia 18

(Exame.com – Brasil – 12/01/2017)

A intenção do Ministério da Educação é adequar o Enem à reforma do ensino médio, que atualmente está em discussão no Congresso Nacional

O Ministério da Educação (MEC) vai abrir a consulta pública para o novo modelo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no próximo dia 18, segundo o ministro da Educação, Mendonça Filho.
“Espero uma interação positiva dos estudantes do Brasil, educadores, pesquisadores e todos que possam colaborar com o perfeiçoamento do exame que é patrimônio do Brasil”, disse o ministro em entrevista à imprensa.
A intenção é adequar o Enem à reforma do ensino médio, que atualmente está em discussão no Congresso Nacional. Pela Medida Provisória (MP) 746/2016, parte da carga horária do ensino médio é voltada a um aprendizado comum, definido pela Base Nacional Comum Curricular, que ainda está em discussão; e, na outra parte, o estudante poderá escolher entre cinco itinerários formativos: linguagens; matemática; ciências da natureza; ciências humanas; e formação técnica e profissional.
Algumas possíveis mudanças chegaram a ser debatidas, como a possibilidade de o exame não servir para certificar a conclusão do ensino médio e a exclusão dos treineiros – aqueles que fazem as provas só para testar os conhecimentos.
Para eles, em troca, seria aplicado um simulado nacional, em julho, antes do Enem, que ocorre no final do ano.
Uma das possibilidades, proposta por especialistas, é que haja modelos diferentes de Enem, mais direcionados para o que os estudantes aprenderam na etapa de ensino.
No final do ano passado, o ministro disse que as questões que serão colocadas na consulta ainda não estavam definidas.
Atualmente, as notas do Enem podem ser usadas para ingressar no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), no ensino superior privado pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Além disso, também pode ser usado para obter a certificação do ensino médio.
O resultado do Enem de 2016 será divulgado no dia 19 de janeiro.



Enem poderá ser feito em dois domingos ou apenas um dia

(O Globo – Educação – 13/01/2017)

Na semana que vem, MEC deve lançar consulta pública sobre mudanças no teste

O governo estuda aplicar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em dois domingos ou até mesmo num dia só. A ideia constará da consulta pública que o Ministério da Educação (MEC) pretende lançar na próxima semana com sugestões de mudanças no teste, que tradicionalmente ocorre num sábado e domingo consecutivos. Um dos motivos seria evitar submeter os candidatos sabatistas a uma espera de mais de cinco horas, dentro das salas, antes do início das provas, que só ocorre para eles quando o sol se põe. Mas a mudança também busca uma redução nos gastos com o teste, que em 2016 custou R$ 798,8 milhões.
A secretária-executiva da pasta, Maria Helena Guimarães de Castro, afirmou ao GLOBO que a ideia vem sendo amadurecida dentro de uma série de medidas que devem ser adotadas já em 2017 para focar o Enem nos participantes que pretendem usar o exame para entrar no ensino superior público e privado. A maioria das universidades estatais utiliza a nota do teste na seleção dos candidatos, da mesma forma que o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (ProUni) faz para preencher vagas em instituições particulares.


Treze anos após graduação, Ufba adota cotas em cursos de pós

(Correio – Bahia – 13/01/2017)

Seleções do segundo semestre de 2017 já contarão com a nova norma, que reserva vagas para negros, indígenas, quilombolas, deficientes e trans
A Universidade Federal da Bahia (Ufba) aprovou, unanimemente, a adoção de cotas no processo de seleção para os cursos de pós-graduação (stricto sensu). Agora, 30% das vagas serão destinadas a candidatos negros e indígenas.
Além desse número, os cursos têm que ofertar quatro vagas extras para estudantes autodeclarados quilombolas, índios aldeados, deficientes e pessoas trans (transexuais, transgêneros e travestis). A medida, aprovada pelo Conselho Acadêmico de Ensino nesta quarta-feira (11), passa a valer nas seleções do semestre 2017.2.

De acordo com o reitor de pós-graduação, Olival Freire, a Ufba adotou a medida como um esforço de valorizar a excelência do ensino e da pesquisa, buscando uma universidade que seja mais socialmente inclusiva. “A noção de cotas para negros já foi ampliada para o serviço público. É nesse contexto que a Ufba está inserida. Embora não seja muita novidade, por ser uma extensão do que já se faz, é um passo muito importante. Estamos tentando introduzir a reparação social, trazendo maior diversidade”, argumentou.
As cotas na graduação são adotadas na universidade há treze anos. Quanto à pós, a Ufba não é pioneira. A Universidade de Brasília (Unb) adotou antes. Ainda segundo Olival, as vagas extras não preenchidas, não podem ser remanejadas para ampla concorrência ou de reserva de negros.


‘É fácil identificar quem é negro’, diz professora sobre comissão na Ufes

(G1 – Educação – 13/01/2017)

Ufes anunciou comissão para validar autodeclaração de cotista racial.
Motivo é evitar fraude no sistema de cotas da instituição.

Depois de a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) anunciar uma comissão para validar a autodeclaração de cotistas raciais, a professora Patrícia Rufino, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (Neab) da Ufes, não tem dúvidas na hora de responder como saber quem deve ter direito à reserva de vagas racial: “o racismo no Brasil é uma questão de estereótipo. É fácil identificar quem é negro nesse país”.
Ela faz parte de outra comissão, que é permanente e que ajudou a pensar a necessidade da banca avaliadora e de outras políticas de acesso.


Quer melhorar a qualidade da educação? Não subestime a opinião dos alunos

(El País Brasil – Inovações na Educação – 13/01/2017)

Estudantes sabem o que querem na escola, mas poucos se interessam pela opinião deles

Leonardo Robert de Paula, 15 anos, se prepara para cursar o segundo ano do ensino médio em Porto Feliz, no interior de São Paulo. Com planos de ser engenheiro civil, ele define o ensino que recebeu até agora como fraco. “No ano passado, estudei à noite, que é mais para quem trabalha, e acho que os professores não pegam firme. Eles ensinam o básico.” De mudança para o turno da manhã, Leonardo sente que tem mais para oferecer e espera que a escola corresponda aos seus anseios. “Temos uma biblioteca que não é usada. O laboratório de informática até que é bom, mas falta orientação. E não temos atividades extracurriculares, fora do básico, como matemática avançada.”