13/04/2016 / Em: Clipping

 


Lei não prevê fiscalização do uso de cotas raciais   (Estado de Minas – Educação – 11/04/16)

O pró-reitor Ricardo Takahashi informou que está sendo feito um levantamento do perfil dos estudantes da UFMG, incluindo os alunos do curso de medicina, para investigar as denúncias dos representantes do movimento negro de fraude no preenchimento de vagas destinadas a cotistas. Segundo ele, a universidade tem como checar as fraudes relacionadas ao ensino em escola pública e relativo à renda. “Quando ocorre algum problema com os critérios, o candidato perde automaticamente a vaga, e outra pessoa é convocada em seu lugar.” No entanto, em relação às fraudes contra as cotas raciais, o pró-reitor afirma que não é possível fiscalizar.

Movimentos negros denunciam fraude nas cotas raciais da UFMG   (Estado de Minas – Educação – 11/04/16)

A implementação integral da Lei das Cotas pouco alterou a diversidade étnica do curso mais concorrido da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A mudança tímida no perfil dos aprovados em medicina, em Minas e em outros estados, é denunciada pelo coletivo NegreX, que reúne estudantes negros de todo o Brasil. “Percebi que a quantidade de negros no meu curso parecia ser muito abaixo do que previam as cotas.



Crise econômica afeta escolas particulares na região de Campinas   (CBN –  Notícias – 12/04/16)

Com a crise econômica, muitas famílias tiveram que cortar gastos e alguns pais transferiram filhos da rede de ensino particular para a rede pública. A Federação Nacional das Escolas Particulares informou que as escolas particulares perderam entre 10% e 12% das matrículas em 2016, por causa, principalmente, da crise financeira. Na região de Campinas a situação não é muito diferente. Dados do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo mostram que a migração foi de 6%.


“Hoy, la mitad de los jóvenes no termina el colegio secundario”, dijo Esteban Bullrich

El ministro de Educación de la Nación, Esteban Bullrich, trazó ayer un duro cuadro sobre la “herencia” kirchnerista en materia educativa, al afirmar que sólo egresa la mitad de los jóvenes que se inscriben en el secundario y que sólo alcanza el título de grado el 10% de los alumnos que se inscribe en la universidad. Formuló estos conceptos ante la Comisión de Educación del Senado, a la que concurrió para exponer sobre la situación del sistema educativo a cinco meses de haber asumido el cargo. Fue en ese contexto donde el ministro enumeró algunas cifras preocupantes acerca del estado de situación que recibió el gobierno macrista. “Queremos hacer una profunda reforma del sistema educativo porque hoy la mitad de los jóvenes no terminan el secundario, y la mitad de los que terminan lo hacen sin comprender textos”, sentenció. Fue lapidario cuando habló de las universidades. “La tasa de graduación universitaria es del 10%”, indicó. Y en una clara crítica al discurso de la administración kirchnerista destacó: “En el 20% más pobre de la sociedad la tasa de graduación universitaria está en el 1%”. “La mala calidad educativa amplía las diferencias socioeconómicas de nuestro país”, agregó el ministro, y ratificó el anuncio realizado por el presidente Mauricio Macri de empezar la educación inicial a los 3 años. Para alcanzar esa meta, aseguró, haría falta construir 3000 jardines nuevos.