14/06/2017 / Em: Clipping

 

Coordenador da Comvest, Professor José Alves, explica novos critérios para ingresso na Unicamp (CBN Campinas – Entrevistas – 13/06/2017)

Em entrevista para o programa CBN Total, o coordenador executivo da Comvest, Prof. Dr. José Alves de Freitas Neto, fala sobre os critérios de ingresso na Universidade Estadual de Campinas. Para ouvir a entrevista acesse: http://www.portalcbncampinas.com.br/2017/06/coordenador-da-comvest-professor-jose-alves-explica-novos-criterios-para-ingresso-na-unicamp/

 


 

Unicamp promove encontro com professores do Ensino Médio (Universia – Notícias – 13/06/2017)

Unicamp promove encontro com professores do Ensino Médio; evento acontece em 5 de agosto e debaterá vestibular

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) promoverá, por meio da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest), um encontro com professores do Ensino Médio para debater as provas do vestibular Unicamp. As inscrições começam no dia 19 de junho. O evento, que acontece em 5 de agosto, das 9h às 17h, no campus da Unicamp, em Campinas, terá oficinas sobre as provas, incluindo o processo de correção das questões, objetivos da prova e análises das questões do último ano. As inscrições vão até as 17h do dia 27 de junho. Confira outras notícias sobre educação e fique por dentro do universo educativo. A taxa de inscrição é R$ 60 para professores da rede particular e R$ 30 para professores de escolas públicas – com exceção da disciplina de inglês, que custa R$ 30 para professores de escolas particulares e R$ 15 para a rede pública. Serão oferecidas 480 vagas, sendo 60 vagas para cada uma das seguintes disciplinas: Matemática, Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, Química, Física, Biologia, História, Geografia e Inglês. Dúvidas devem ser encaminhadas para encontro@comvest.unicamp.br

 


Mudanças podem entrar em vigor a partir de 2020 (Jornal do Comércio – Ensino Médio – 14/06/2017)

O coordenador-geral de Ensino Médio do Ministério da Educação (MEC), Wisley João Pereira, esteve nesta terça-feira em Porto Alegre para expor as mudanças que a Lei nº 14.415/2017 trará para as escolas do País. Em palestra, promovida pelo Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul, ele afirmou que existe um “consenso” sobre a necessidade de uma reforma no Ensino Médio, e comentou a inclusão de matérias optativas e de caráter profissionalizante, uma das principais modificações propostas. Sancionada pelo presidente Michel Temer em fevereiro, a reforma depende da promulgação da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que dará diretrizes para a implementação das mudanças. A previsão de Antonio Carbonari Neto, integrante do Conselho Nacional de Educação, é de que o processo de elaboração esteja concluído até agosto. Se a nova BNCC entrar em vigor no começo de 2018, as instituições e os órgãos de ensino teriam o ano seguinte para planejamento, com as modificações entrando em vigor a partir de 2020. O objetivo, explica Pereira, é que haja uma ampliação progressiva da carga horária atual, de 800 para 1.400 horas anuais em sala de aula. Para os primeiros cinco anos após a definição da BNCC, a ideia é atingir o mínimo de 1.000 horas – uma média de cinco horas a cada dia letivo. Ao final dos três anos, o aluno deverá ter tido 3.000 horas de aula, com, no máximo, 1.800 dedicadas à carga prevista no BNCC. O restante será destinado ao que o projeto chama de itinerários normativos, incluindo disciplinas optativas e ensino técnico. “Queremos um currículo mais flexível e conectado com as aspirações dos jovens do nosso século. Ou os formamos bem agora, ou teremos problemas graves no futuro”, argumenta. Para justificar a reforma, ele elenca números negativos atuais, como a queda nas notas nacionais em Língua Portuguesa e Matemática, no comparativo com 1997, a estagnação nos resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica e a falta de vagas no Ensino Superior para até 82% dos jovens entre 18 e 24 anos. Para que as reformas tenham maior efetividade, foi necessário modificar algumas questões também na Educação Básica – entre elas, a obrigatoriedade do ensino de Inglês a partir da 6ª série e de aulas de Educação Artística. No Ensino Médio, Língua Portuguesa e Matemática serão obrigatórias nos três anos, enquanto outras – Educação Física e Artística, Sociologia e Filosofia – precisarão ser ministradas em pelo menos uma das etapas de ensino. Pereira repete uma das principais argumentações do governo federal para defender as reformas, a de que as mudanças darão maior autonomia para os estudantes definirem seu futuro profissional. “Se um aluno quer se aprofundar mais em Ciências da Natureza, por exemplo, ele poderá tanto fazer disciplinas mais voltadas à Filosofia da Física ou Física Moderna quanto buscar conteúdos ligados à Biologia”, exemplifica. Essa escolha, que os críticos consideram muito precoce no modelo proposto, deve ser estimulada e capacitada pela própria escola, defende ele. “O número de mudanças de curso nas universidades é alto, justamente porque nosso Ensino Médio não emancipa sujeitos para que façam escolhas. Ao invés disso, fazemos as escolhas por eles”, argumenta Pereira. “Precisamos dar subsídios para que os alunos possam observar suas próprias competências e fazer escolhas de acordo com seus projetos de vida.”

 


 

UENP terá cotas raciais e sociais a partir do próximo vestibular (Massa News – Educação – 13/06/2017)

O Conselho Universitário (Consuni) e o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) aprovaram, por unanimidade, a implantação de uma política de Ações Afirmativas na forma de cotas sociais e raciais para os cursos de graduação da Instituição. Com a decisão, os próximos vestibulares destinarão 40% das vagas para alunos cotistas, sendo 20% delas para candidatos de escolas públicas e outros 20% para autodeclarados negros e também oriundos de escola pública. O mesmo percentual será aplicado no processo SiSU. A reunião para a votação da proposta aconteceu nesta segunda feira (12) e foi presidida pela reitora Fátima Aparecida da Cruz Padoan. “Vivemos um dia histórico para UENP”, enfatizou.  A reitora lembrou que as cotas proporcionarão uma maior diversidade à UENP, possibilitando à instituição o enfrentamento da desigualdade historicamente constituída. “As cotas, mais do que permitir o acesso à Universidade, propicia, a todas as pessoas a quem se destina, a oportunidade de sonhar com um futuro que passa a se desenhar de maneira mais concreta”, destacou. Para apresentação da proposta para a implantação de cotas na Universidade, a Comissão de Estudos de Ações Afirmativas da UENP, formada por professores dos três campi da UENP e estudantes do curso de História da instituição, contou com o apoio do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), que foi uma das primeiras universidades do país a implantar as políticas de cotas sociais e raciais. Os trabalhos incluíram ainda a realização de eventos institucionais nos três campi, para discutir o tema e tirar dúvidas da comunidade acadêmica. Durante a reunião, foi aprovada a criação de um Núcleo de Estudos Afrobrasileiros e Indígenas (NEABI) e de um Núcleo de Apoio e Assistência Estudantil, para apoio e suporte à política institucional de ações afirmativas, além de uma Comissão de Acompanhamento e Avaliação da Política de Ações Afirmativas na UENP (CAAF). O próximo vestibular da UENP, marcado para os dias 19 e 20 de novembro desse ano, já terá cotas.