14/10/2009 / Em: Clipping

 


Unicamp: professores do ensino médio participam de oficinas (Terra – Educação – 13/10/09)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) realiza na próxima sexta-feira, 16 de outubro, o Encontro com Professores do Ensino Médio. O evento acontece a partir das 13h, no campus da Unicamp em Campinas. Durante o encontro, os professores vão participar de oficinas sobre as diferentes provas do Vestibular Unicamp e conhecer como é o processo de correção. As inscrições foram feitas setembro e estão encerradas. A Comvest abriu 340 vagas nas seguintes disciplinas: Biologia, Física, Geografia, História, Inglês, Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, Matemática e Química. Estão inscritos professores de várias cidades de São Paulo e de outros Estados, como Amazonas, Minas Gerias e Paraná. O encontro é uma oportunidade para o professor do ensino médio conhecer e entender as provas da Unicamp, podendo preparar melhor seus alunos para o vestibular. Haverá uma palestra sobre como é feita a correção das questões e o acompanhamento dos corretores. Serão discutidos também os objetivos da prova e analisadas as questões, apontando-se o que era esperado dos candidatos e quais foram os erros e acertos mais comuns. No encontro, serão apresentadas amostras de textos produzidos por candidatos ao Vestibular.



Dobra nº de jovens na universidade  (O Estado de S.Paulo – Educação – 13/10/09)

Dobrou no Brasil a proporção de jovens de 18 a 24 anos que cursam uma universidade. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais do IBGE, divulgada na sexta-feira, a taxa passou de 6,9% para 13,9% entre 1998 e 2008. O índice de brasileiros que frequentam uma instituição de ensino superior (independentemente da idade), porém, é de 30%, segundo números da Unesco. A boa notícia – que representa um salto para padrões brasileiros, mas ainda deixa o País distante das nações desenvolvidas – coincide com um período de expansão das instituições de ensino superior particulares no País e a criação do Programa Universidade Para Todos (ProUni), que dá milhares de bolsas por ano a alunos de escolas públicas em universidades privadas. Foi um salto grande”, afirmou o pesquisador Cláudio Moura e Castro, que comentou números da pesquisa sobre educação a pedido do Estado. “Não dá para ir mais rápido.” Segundo ele, no Brasil, o dado que não leva em conta a idade do estudante (chamado de frequência bruta) é mais importante do que o que só considera os alunos em idade e série adequadas (frequência líquida). Isso porque enquanto o segundo indicador mostra a eficiência do sistema educacional, o primeiro mede o resultado. “Para o mercado é importante que a pessoa se forme, independente da idade”, explicou o pesquisador, destacando que, no Brasil, como a educação é deficiente, ainda há um considerável atraso escolar. “As pessoas terminam o ensino médio mais tarde, vão trabalhar antes e entram para a universidade depois.”