15/10/2009 / Em: Clipping

 


Oficina do Estudante e Cosmo fazem simulado (Correio Popular – Cidades – 15/10/09)

A Oficina do Estudante, em parceria com o portal Cosmo On Line, promoverá o 1º Simulado Aberto da Unicamp no próximo dia 24, às 14h, na sede da Oficina do Estudante. Para participar, os vestibulandos devem se cadastrar no Cosmo (www.cosmo.com.br). O simulado, que segue os moldes da 1ª fase da Unicamp, é composto por 12 questões dissertativas, além de uma redação. “Fazer um simulado como esse é a melhor maneira para vivenciar a experiência do dia da prova, preparando-se da forma mais realista possível”, disse Célio Tasinafo, coordenador pedagógico da Oficina do Estudante. As inscrições podem ser feitas até a próxima quarta-feira, dia 21, e as vagas são limitadas. Os dez melhores colocados serão premiados com bolsas de estudo para o curso de revisão da instituição de ensino.

Metropóle universitária – Campinas: grande centro universitário  (Correio Popular – Edições especiais – 15/10/09)

Alguém que não conhecesse Campinas e fosse apresentado à cidade por meio de um mapa que indicasse as instituições de Ensino Superior do Município e os cursos por elas oferecidos teria a sensação de que a cidade é um lugar em que a educação tem destaque e essa é uma de suas características mais fortes. Nos últimos dez anos, o número de faculdades e, consequentemente, as vagas aumentaram quase dez vezes. Foi assim que cresceram as ofertas de cursos e jovens que antes ficariam fora do Ensino Superior conseguiram realizar o sonho de fazer uma graduação e, cada vez mais, surge a certeza de que não é preciso sair de Campinas para estudar: a cidade que há décadas já recebe estudantes de todos os cantos do País, tem cada vez mais opções.  Uma das mais recentes novidades em Campinas foi a instalação, no ano passado, dos cursos de graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das instituições particulares com mais destaque no País e que, até então, só oferecia em Campinas cursos de pós-graduação. “Nós já tínhamos na cidade um seminário há 100 anos, que era um dos mais respeitados do Brasil. Por outro lado, havia um interesse muito grande dos alunos por mais vagas e, em São Paulo, não havia espaço para a expansão. A cidade escolhida foi Campinas, por ser um grande polo de tecnologia da informação, tínhamos muitos alunos da cidade que iam estudar nos campi da Capital e nosso espaço físico favorece o crescimento”, explicou o reitor da Universidade Mackenzie, Manassés Claudino Fonteles. Em Campinas, a instituição oferece os cursos de administração e Direito, mas já pensa em expansão. Obras já foram iniciadas nas áreas vagas existentes no terreno onde está o Seminário Teológico Mackenzie, na Avenida Brasil. “Estamos nos preparando para oferecer pelo menos cinco ou seis cursos, entre eles ciências atuariais e design”, afirma o reitor.  Uma análise da estrutura universitária também levaria a crer que alguns cursos são exclusividade de Campinas. É o caso, por exemplo, de midialogia, oferecido apenas na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e que, nos últimos vestibulares, tem ultrapassado os 30 candidatos por vaga na primeira fase do vestibular. O curso tem como objetivo formar analistas de mídia e também profissionais que possam trabalhar nas diversas áreas da comunicação social, como o cinema, o documentário e a produção em rádio e televisão. Avaliações também indicam a qualidade dos cursos oferecidos na cidade. A Faculdades de Campinas e a São Leopoldo Mandic, especializada em cursos de odontologia, estão entre as melhores do País de acordo com o Índice Geral dos Cursos (IGC), relativo a 2008, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). Elas tiveram nota máxima, qualidade obtida por apenas cinco faculdades do Estado de São Paulo. Prêmios concedidos pela iniciativa privada também ajudam a dar destaque a Campinas. A Policamp, por exemplo, é a segunda instituição no ranking da região Sudeste do Prêmio Santander de Empreendedorismo, só perdendo para Universidade de São Paulo (USP). O prêmio, desde 2005, visa estimular a atitude empreendedora e a pesquisa científica da comunidade acadêmica. Novas opções de graduação também surgem para responder às demandas da sociedade e se adaptar aos novos tempos, principalmente, na área de cursos de tecnologia, oferecidos por praticamente todas as instituições da cidade, tanto na área de exatas, quanto humanas e biológicas. A vantagem de quem faz um curso de tecnologia é a formação mais rápida, em geral, no máximo, em três anos e focado na atuação prática. Exemplos de instituições que têm investido nesse tipo de formação são a Policamp e a Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Nesse sentido, algumas instituições como o Grupo Educacional Uninter, apesar de oferecer graduações no formato tradicional, se destacam por já dedicar, a grande parte do seu leque de atuação aos cursos sequenciais.

SAIBA MAIS

Bacharelado: a formação proporcionada ao aluno é voltada para o mercado de trabalho, o que o torna apto para desenvolver atividades em uma determinada área de atuação. Os cursos variam de 4 a 6 anos. Exemplos são os cursos de medicina, administração, jornalismo, publicidade, relações públicas, engenharia e enfermagem, entre outros.

Licenciatura: a formação prepara o aluno para a atividade como professor numa área específica. Os cursos têm entre três e quatro anos. São exemplos: matemática, química, história, geografia, letras e física. Alguns cursos têm tanto a opção do bacharelado quanto da licenciatura. Assim, quem se forma no bacharelado em história se torna um historiador. Na licenciatura, um professor de história.

Cursos tecnológicos/sequenciais: são cursos de graduação que têm entre 2 e 3,5 anos de duração. São focados na prática e são bastante específicos. Em vez de um curso de administração, por exemplo, o estudante cursa gestão de recursos humanos ou logística, apenas um dos campos com quais o administrador poderia trabalhar. Ideais para quem já está no mercado de trabalho.