16/12/2008 / Em: Clipping

 


Unicamp divulga aprovados para 2ª fase do Vestibular   (Cosmo – Educação/Notícias –  15/12/08)

Lista com candidatos e locais de provas deve ser conferida na página da Comvest (www.comvest.unicamp.br)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) divulga na próxima quarta-feira (17/12) a relação dos candidatos convocados para a 2ª fase do Vestibular 2009, juntamente com os locais de prova da 2ª fase. A lista poderá ser consultada na página da Comvest na internet (www.comvest.unicamp.br) e no saguão do Ciclo Básico II da Unicamp – campus Campinas. Os locais de prova devem ser consultados individualmente através do número de inscrição ou nome do candidato no mesmo momento da consulta à lista de aprovados. Os candidatos que fizeram a primeira fase em Sumaré e Valinhos devem ficar atentos, pois farão a segunda etapa em Campinas. Já aqueles que fizeram a primeira fase em São Bernardo do Campo, vão fazer a segunda etapa em Santo André. Este ano, o Vestibular Unicamp recebeu 49.322 inscrições para 3.434 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp – Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. Na mesma data a Comvest divulga a relação candidatos-vaga para a 2ª fase e as notas de corte para a correção da redação em cada curso do Vestibular Unicamp 2009. Já as notas obtidas pelos candidatos nas Questões Gerais estarão à disposição na internet a partir de 05 de janeiro de 2009. A 2ª fase acontece entre os dias 11 e 14 de janeiro de 2009. A Comvest ressalta que os candidatos devem ficar atentos aos locais das provas que serão divulgados, já que eles não são necessariamente os mesmos onde o candidato realizou a 1ª fase.



Unicamp e Fuvest divulgam os aprovados  (Correio Popular – Cidades – 16/12/08)

Esta é uma semana de compromissos importantes para o vestibulando da Unicamp, da Fuvest e da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-campinas). A Fuvest divulgou ontem a lista de aprovados para a segunda fase e os locais das provas, que ocorrem entre 4 e 8 de janeiro. Os resultados estão disponíveis no site www.fuvest.com.br. Vão disputar a segunda fase 36.145 candidatos, que tentam uma das 10,5 mil vagas na USP, 100 na Faculdade de Ciências Médicas da Santa de Casa de São Paulo e 50 na Academia de Polícia Militar do Barro Branco. A Fuvest sugere aos vestibulando que verifiquem com atenção o local das provas da segunda fase, já que eles não serão os mesmos da primeira, que ocorreu em 23 de novembro. A Unicamp divulga amanhã, no site www.comvest. unicamp, a lista de aprovados para a segunda fase. No final da semana passada, a universidade divulgou um gabarito das questões da primeira etapa. As provas da segunda fase ocorrem entre os dias 11 e 14 de janeiro. Já a PUC-Campinas termina amanhã o processo de matrícula para os alunos que constam da primeira chamada do vestibular 2009. A quarta-feira será também o último dia para manifestação de interesse para quem está na lista de espera, o que pode ser feito pelo site www.puc-campinas.edu.br. Novas convocações vão ocorrer a partir de 5 de janeiro.



Unicamp divulga nesta quarta a lista de aprovados para segunda fase do vestibular  (Folha Online – Educação – 15/12/08)

Será divulgado na próxima quarta-feira (17) a lista dos candidatos convocados para a segunda fase do vestibular 2009 da Unicamp, com os locais de prova. A lista poderá ser consultada no site da Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares) e no saguão da universidade em Campinas. Os locais de prova podem ser consultados através do número de inscrição ou nome do candidato. Os candidatos que fizeram a primeira fase em Sumaré e Valinhos farão a segunda prova em Campinas. Já aqueles que fizeram a primeira fase em São Bernardo do Campo, farão a segunda fase em Santo André. O vestibular da Unicamp teve 49.322 candidatos inscritos para 3.434 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp – Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. Na quarta, a Comvest divulga a relação candidatos-vaga para a segunda fase e as notas de corte para a correção da redação em cada curso. Já as notas obtidas pelos candidatos nas questões gerais estarão à disposição na internet a partir de 05 de janeiro de 2009. A segunda fase acontece entre os dias 11 e 14 de janeiro de 2009.

Curso de dança vai do estilo clássico ao contemporâneo (Folha de S.Paulo – Fovest – 16/12/08)

Currículo do primeiro ano na Unicamp é mais teórico e inclui anatomia

As luzes se apagam. A cortina se abre. Um casal de bailarinos entra em cena e se move com graça ao som da música. A apresentação, chamada “Pardais”, é uma amostra do trabalho dos alunos de dança da Unicamp. “Os pilares da carreira são o balé clássico, a dança moderna e a contemporânea”, diz a professora Ângela Nolf, coordenadora do curso. O aluno aprende, por meio desses estilos, técnicas que pode usar em ritmos variados, como frevo e xaxado -alguns viram temas do trabalho de conclusão da graduação. “O curso não foca as aulas em um ritmo ou outro, mas dá ferramentas para o aluno aprender o que quiser”, diz a professora da Unicamp Julia Ziviani. O currículo do primeiro ano inclui fisiologia, anatomia, história da arte e outras disciplinas teóricas. “O aluno de dança precisa ter uma noção profunda da musculatura e dos movimentos do corpo”, afirma Silvia Geraldi, coordenadora do curso da Anhembi Morumbi. É a partir do segundo ano que as disciplinas práticas passam a ocupar quase toda a grade horária. Também há aulas de improvisação, criação coreográfica e produção cultural. Após os quatro anos do curso, além de se formar como bailarino, o aluno pode se tornar pesquisador ou professor -se fizer aulas de licenciatura. Um recém-formado que trabalha em uma companhia de dança de porte médio ganha entre R$ 1.000 e R$ 2.000. “Já em um grupo estatal, como o São Paulo Companhia de Dança, o salário chega a R$ 4.000”, afirma Silvia.

Prova específica

A prova específica da Unicamp, cujo curso, integral, é bastante reconhecido, vai exigir do vestibulando no mínimo dois anos de experiência em dança, diz Ângela.
“Não é obrigatório. O aluno pode não ter estudado nada e ter talento, mas em geral as chances são menores”, afirma. Neste ano, a concorrência na Unicamp foi de 9,2 candidatos por vaga -são oferecidas 25. A Anhembi Morumbi e a Faculdade Paulista de Artes não exigem prova específica. Um dos “pardais” do início do texto, o mineiro André Ricardo Liberato, 24, aluno do quarto ano da Unicamp, ensaia até quatro horas por dia antes de uma apresentação. Ele estudou um ano de psicologia antes de prestar Unicamp. “Minha família aprovou a idéia porque era um curso universitário. Se eu fosse seguir a carreira só com aulas de academia, eles não aprovariam”, diz. Único homem de uma turma de 25 pessoas, André conta que “é muito difícil” haver mais do que dois alunos do sexo masculino aprovados por ano. A também mineira Flor Murta, 19, do segundo ano da Unicamp, fez par com André na apresentação “Pardais” -uma das dez preparadas por alunos para uma mostra do curso, ocorrida no último dia 6, em um teatro na capital. Flor estudou balé por oito anos. “Escolhi o curso por realização pessoal. O bom da Unicamp é o contato com gente de música, teatro e outros cursos de arte.”

20 escolas oferecem graduação (Folha de S.Paulo – Fovest – 16/12/08)

Vinte instituições de ensino superior oferecem graduação em dança no Brasil, segundo o MEC -12 são públicas, a maioria delas federais, como a UFBA (federal da Bahia) e a UFRJ (federal do Rio). No Estado de São Paulo, apenas três instituições têm curso na área: a Unicamp, a Faculdade Paulista de Artes e a Anhembi Morumbi. Outras universidades, como a PUC-SP, oferecem cursos mais abrangentes -como artes do corpo. O curso da Faculdade Paulista de Artes, que ficou fechado neste ano, será reaberto em 2009. É possível consultar os cursos no site do Inep (www.educacaosuperior.inep.gov.br/curso.stm).



Divergências e falta de quórum adiam audiência sobre cotas nas universidades  (Globo On Line _ Educação – 15/12/08)

Por falta de quórum e por divergências entre os senadores, a audiência pública no Senado que debateria o projeto que cria cotas raciais e sociais nas universidades foi adiada para a quarta-feira, dia 17. O senador Demóstenes Torres (DEM-GO, autor do requerimento que pediu a reunião, reclamou que há interpretações variadas e conflitantes a respeito dos critérios para a reserva de 50% das vagas nas universidades públicas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. A audiência conjunta será realizada entre as comissões de Constituição e Justiça, de Direitos Humanos e de Educação. O projeto prevê subdivisões da percentagem das vagas destinadas a alunos das escolas públicas de ensino médio. Desse total, uma parte se destinaria a alunos cuja renda per capita familiar não seja maior que 1,5 salários mínimos, e outra parte aos alunos que se autodeclarem negros, pardos e indígenas, de acordo com o percentual estadual apurado pelo Censo do IBGE de 2000. Demóstenes disse que da forma como está redigido o projeto “acaba havendo um certo preconceito contra o branco pobre”. Em sua avaliação, o projeto traz uma coisa, enquanto seus defensores dizem que está escrita outra. – O branco pobre está contemplado, mas não naquela metade em que deveria estar. Na realidade, o negro entra ali também, junto com o índio e o pardo. Então nós precisamos estabelecer bem como vai ser essa divisão. Porque se ficar obscuro, o grande desprotegido passa a ser o branco pobre que recebe menos que 1,5 salários mínimos. Nós vamos estabelecer uma cota muito grande, que vai contemplar todos os grupos raciais menos o branco pobre – alertou. Demóstenes disse que o projeto “está muito mal redigido”, insistindo que a lei precisa ser clara. O senador assinalou que não se trata de ter opinião sobre A ou B, mas de saber o que está sendo votado para evitar que uma mudança radical do sistema educacional brasileiro seja aprovada de qualquer maneira e acabe prejudicando mais do que beneficiando. – Não é algo simples; é muito profundo. Se formos votar assim, amanhã é a Justiça que vai decidir. Vamos ficar quatro, cinco, dez anos, para a Justiça decidir isso. Então vamos clarear, saber o que está sendo votado e o brasileiro vai compreender o que vai ser votado. Bom ou ruim, vence a maioria sempre – lembrou . A relatora da matéria na CCJ, senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), disse que, do seu ponto de vista, o texto do projeto está claro e que a questão é política. Para ela, o projeto está tramitando no Congresso Nacional há quase dez anos porque “muitos não querem que a lei seja aprovada”. Serys ressaltou que os pobres, os negros, os índios e os pardos não têm chance de chegar à universidade pública.  – É um momento decisivo na sociedade brasileira para que eles tenham oportunidade. Eu espero que chegue o dia em que não seja mais preciso cota, mas, enquanto precisar, nós temos que trabalhar para que isso aconteça – afirmou.

Proposta poderá voltar à Câmara

Demóstenes convenceu o senador Cristovam Buarque de que é preciso mexer no texto. Se isso for feito, a proposta terá de voltar à Câmara, frustrando a expectativa do governo, que defende que a medida vigore já no ano que vem. Cristovam disse que é preciso aprovar uma redação clara e que a pressa pode atrapalhar. Ele defendeu, porém, a necessidade da reserva de vagas. Mais cedo, discutiu com quem criticava a proposta, sob o argumento de que o caminho para a inclusão social e racial é o investimento na educação básica:

– A elite brasileira nunca se empenhou para que a escola pública fosse boa para todos.

A antropóloga Yvonne Maggie, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, não gostou dos argumentos de Cristovam.

– O senhor não me conhece e não pode dizer isso de mim – reagiu Yvone, estendendo a mão ao senador e encerrando a conversa.

O diretor-presidente da ONG Educafro, frei David, outro convidado da audiência pública, estava vestido com roupa de monge. Ele condenou a demora, lembrando que o assunto tramita há anos no Congresso. Reclamou também do adiamento, afirmando que já participou de audiências públicas com apenas dois parlamentares presentes.

– Por que fazem isso em temas ligados aos negros e aos pobres? – perguntou frei David.

Até o fim da tarde, o religioso e Custódio tentavam convencer senadores a antecipar a audiência pública para esta terça-feira. Os outros senadores que assinaram a lista da CCJ foram Serys Slhessarenko, Antonio Carlos Valadares, Valter Pereira e Álvaro Dias. Ainda não há decisão sobre a antecipação ou não da audiência.



Unicamp divulga amanhã (17) a lista de aprovados para 2ª Fase (SejaBixo – Mural – 16/12/08)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) divulga amanhã, quarta-feira (17/12), a relação dos candidatos convocados para a 2ª fase do Vestibular 2009, juntamente com os locais de prova da 2ª fase. A lista poderá ser consultada na página da Comvest na internet (www.comvest.unicamp.br) e no saguão do Ciclo Básico II da Unicamp – campus Campinas. Os locais de prova devem ser consultados individualmente através do número de inscrição ou nome do candidato no mesmo momento da consulta à lista de aprovados. Os candidatos que fizeram a primeira fase em Sumaré e Valinhos devem ficar atentos, pois farão a segunda etapa em Campinas. Já aqueles que fizeram a primeira fase em São Bernardo do Campo, vão fazer a segunda etapa em Santo André. Este ano, o Vestibular Unicamp recebeu 49.322 inscrições para 3.434 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp – Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. Na mesma data a Comvest divulga a relação candidatos-vaga para a 2ª fase e as notas de corte para a correção da redação em cada curso do Vestibular Unicamp 2009. Já as notas obtidas pelos candidatos nas Questões Gerais estarão à disposição na internet a partir de 05 de janeiro de 2009. A 2ª fase acontece entre os dias 11 e 14 de janeiro de 2009. A Comvest ressalta que os candidatos devem ficar atentos aos locais das provas que serão divulgados, já que eles não são necessariamente os mesmos onde o candidato realizou a 1ª fase.