17/11/2017 / Em: Clipping

 

Primeira fase da Unicamp começa no próximo domingo (19) (Secretaria Educação SP – Notícias – 17/11/2017)

Avaliação acontece em 31 cidades do Estado; mais de 83 mil candidatos disputam 3.340 vagas

Começa no próximo domingo (19), a 1ª fase do vestibular Unicamp 2018 para mais de 83 mil estudantes, que disputarão 3.340 vagas distribuídas em 70 cursos de graduação. A prova é composta por 90 questões de múltipla escolha sobre as áreas do conhecimento desenvolvidas no Ensino Médio e os candidatos terão 5 horas para realizar o exame. Neste ano, o vestibular da Unicamp acontece em 31 idades do Estado de São Paulo. A segunda fase está prevista para acontecer nos dias 14, 15 e 16 de janeiro do ano que vem.

O que levar para a prova?

No dia da avaliação, os candidatos devem levar o documento original de identidade, além de canetas de cor preta em material transparente. Também é necessário levar lápis preto e borracha. A Unicamp ainda permite o uso de régua transparente e compasso. Aparelhos celulares ou quaisquer outros equipamentos eletrônicos são proibidos. Para mais informações, acesse o Manual do Candidato

 


Vestibular da Unicamp tem 1ª fase no domingo (Jornal Metro – Notícias – 17/11/2017)

A primeira fase do vestibular da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) será aplicada neste domingo. Os portões abrem às 12h e fecham às 13h, mesmo horário de início da prova. O candidato deve, portanto, conferir o local de prova com antecedência. É necessário levar documento de identidade, caneta preta com corpo transparente, lápis e borracha. Não é permitido usar corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto e aparelhos eletrônicos em geral. No caso dos eletrônicos, a fiscalização será mais severa. No domingo uma nova tecnologia, que detecta sinal de celular ou de radiofrequência, será testada, para conter fraudes e “colas eletrônicas” nas provas.

Plantão de dúvidas

Para auxiliar os vestibulandos, a universidade vai fazer um plantão de dúvidas on-line hoje, a partir das 14h. A transmissão será ao vivo na página da Unicamp no Facebook.

 


Vestibular Unicamp 2018 começa no próximo domingo (19) (Seja Bixo – Notícias – 17/11/2017)

Ao todo 83.782 estudantes disputarão 3.340 vagas distribuídas em 70 cursos de graduação

Começa no próximo domingo, 19, o vestibular Unicamp 2018. 83.782 estudantes disputarão 3.340 vagas distribuídas em 70 cursos de graduação da Universidade Estadual de Campinas.

Horários

A orientação é para que os candidatos cheguem ao local de prova às 12 horas (horário de Brasília), já que o acesso aos locais de prova será permitido impreterivelmente até as 13 horas (horário de Brasília). Sair de casa com antecedência é importante, tendo em vista que o candidato poderá encontrar trânsito intenso em alguns locais. A Comvest orienta os candidatos a fazer o percurso até o local de provas antes do dia do exame, para conhecer o caminho. Os candidatos que farão a prova em Fortaleza, onde não há o “horário de verão”, devem ficar atentos, pois vale o horário de Brasília.

A primeira fase

A prova da primeira fase é composta de 90 questões de múltipla escolha, distribuídas da seguinte maneira: 13 questões de Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, 13 questões de Matemática, 9 questões de História e 9 questões de Geografia (incluindo Filosofia e Sociologia), 9 questões de Física, 9 questões de Química, 9 questões de Biologia, 7 questões de Inglês, além das 12 questões interdisciplinares. Cada questão tem quatro alternativas. O tempo máximo de prova na primeira fase é de cinco horas e o mínimo de três horas e trinta minutos.

O que levar para a prova

Os candidatos deverão levar o original do documento de identidade indicado na inscrição, canetas de cor preta em material transparente, lápis preto, borracha. Será permitido o uso de régua transparente e compasso. É vedada a utilização de aparelhos celulares ou quaisquer outros equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova. O candidato poderá usar relógio para controlar o tempo, mas todos os relógios deverão ficar no chão, ao lado da carteira. A Comvest fornecerá embalagens nas quais o candidato deverá guardar o aparelho celular desligado. Ao entrar na sala de prova e receber a embalagem, o candidato deverá desligar imediatamente o aparelho celular e colocá-lo na embalagem. Os candidatos devem retirar os celulares das embalagens após saírem do prédio. Está permitido: água, sucos, doces, uso de bermudas e vestimentas leves.

 


5 jovens relatam por que abandonaram o ensino médio (Exame – Brasil – 17/11/2017)

De cada 4 adolescentes de 15 a 17 anos, um não está mais na escola. Nesse ritmo, Brasil vai demorar 200 anos para universalizar o ensino médio

Quase 3 milhões de adolescentes entre 15 e 17 anos devem abandonar a escola ou reprovar a série letiva até o final deste ano, segundo dados compilados pelo economista Ricardo Paes de Barros, do Instituto Ayrton Senna,  em relatório divulgado pela plataforma Gesta (Galeria de Estudos e Avaliação de Iniciativas Públicas), lançada recentemente pela Fundação Brava. Isso significa que apenas 60% dos jovens nessa faixa etária conseguem terminar o ensino médio com no máximo um ano de atraso. No atual ritmo, segundo o estudo, o Brasil deve demorar cerca de 200 anos para fechar essa lacuna na educação formal de seus jovens. A lista de causas para a evasão escolar na adolescência é extensa (de acordo com o levantamento bibliográfico, são 14 itens) e engloba problemas que vão desde fatores externos, como uso de drogas, até questões ainda não resolvidas pelos gestores de educação, como a qualidade do ensino. “Eles não estão saindo da escola por causa de uma decisão irracional, os jovens também estão saindo por uma decisão racional e podem estar corretos em pensar que a escola não vale a pena”, afirma Marina Gattás, coordenadora de projetos da Fundação Brava. Na próxima semana, o Gesta lança uma série de vídeos com depoimentos de jovens que abandonaram a escola. Você vê alguns desses relatos em primeira mão em EXAME.com: “Eu sempre chegava atrasado na escola porque eu trabalhava longe daqui e dormia na hora da aula. Ir para a escola para ficar dormindo? Melhor sair da escola. Melhor para a escola e melhor para mim”. Segundo levantamento bibliográfico do relatório, 60% dos jovens apontam a necessidade de trabalhar como um fator relevante para o abandono da escola. No entanto, geralmente, essa não é a causa determinante para desistir dos estudos. Só que, uma vez desmotivado por outra questão, o jovem tende a priorizar o trabalho  — se os estudos forem um empecilho, a opção é deixar a escola. Como resolver? “Disponibilizar horários alternativos para o ensino e proporcionar condições para uma transição gradual da escola para o mundo do trabalho são medidas que podem auxiliar na resolução desta questão”, exemplifica a pesquisa. “Se eu tivesse como associar um horário entre escola, trabalho e as responsabilidades de casa ia ser perfeito para não deixar o estudo de lado. Mas como não tinha essa facilidade do horário, comecei a priorizar o que era mais importante”. O estudo aponta que a grade curricular escolar muitas vezes é incompatível com a carga de responsabilidades  que os adolescentes podem assumir conforme os anos passam ou com o ritmo de vida deles. Logo, “uma escola rígida, por melhor que seja naquilo que oferece, irá atender aos interesses de apenas uma fração dos jovens”, diz o estudo.  “Quanto mais flexível for a escola, mais fácil é a adequação desta aos interesses e às motivações de seus alunos”. Uma das propostas apresentadas pela pesquisa, por exemplo, é mudar a lógica de avaliação nas escolas para um modelo trimestral ou semestral, que facilitaria a adaptação do aluno em seus diferentes contextos de vida. Outra sugestão é proporcionar a opção dos próprios alunos montarem sua grade de aulas. Esse tipo de abordagem beneficiaria, por exemplo, o grupo de adolescentes que engravidam. Mais de meio milhões de meninas entre 10 e 19 anos se tornaram mães em 2015, segundo dados preliminares divulgados em maio pelo Ministério da Saúde. O relatório lembra que a maternidade nesta faixa etária acaba ocupando muito do tempo da jovem mãe e isso demanda uma série de ações específicas da escola para permitir a continuidade dos estudos, como reprogramação das obrigações escolares e até a possibilidade dos filhos serem trazidos para a escola. “Eu parei de estudar na época por que eu não estava tendo aula na escola. (…) Não ter a estrutura bem organizada afeta a vida dos alunos”. A percepção de que o ensino oferecido pela escola é de baixa qualidade é outro fator apontado pela pesquisa como relevante para a evasão escolar. “Afinal, porque um jovem iria se engajar numa atividade que não é capaz de efetivamente promover a transformação para a qual foi desenhada?”, questiona o estudo. “O que a escola me oferecia, eu não utiliza durante meu trabalho. Era totalmente diferente da tatuagem. Aulas de arte mesmo eram somente teoria.” Segundo estudos citados pelo relatório, metade dos jovens aponta a falta de interesse como a principal causa para o seu desengajamento com os estudos. E essa percepção, em certa medida, advém da ideia de que a educação formal tem um impacto menor para a vida adulta do que a gerações anteriores. Nesse sentido, afirma o estudo,  o currículo escolar precisa fazer sentido para o projeto de vida de cada aluno. Um caminho para isso, diz a pesquisa, é oferecer trilhas curriculares que “acomodem a diversidade de interesses da juventude”. “A escola é um ambiente um pouco opressor porque você não pode ser quem você é”. O clima do ambiente escolar também influencia a decisão do jovem de prosseguir ou não com seus estudos. “Quanto mais o jovem percebe que a escola e as atividades oferecidas ali foram idealizadas pensando nele e para ele e, no limite, entenda que a escola é dele, maior será sua motivação para se engajar e menores serão as chances de abandono e evasão”, afirma o relatório. Outro aspecto que afeta a continuidade de um adolescente na escola é a violência dentro e fora de sala de aula. Segundo um levantamento recente do Instituto Locomotiva, 39% dos alunos da rede pública do estado de São Paulo já foram vítimas de alguma tipo de violência na escola. Tanto que cinco em cada dez  afirmam que não se sentem seguros dentro da instituição de ensino que frequentam. De acordo com 27% dos alunos, a agressão verbal é o problema mais comum. Bullying (13%), agressão física (9%), furto e roubo (6%) e discriminação (3%) foram citados em sequência. O Gesta calcula que o Brasil perde, por ano, o equivalente  a cerca de 100 bilhões de reais com a evasão escolar. O custo para resolver o problema seria menos  do que a metade disso: 33 bilhões de reais.

 


Unicamp promove tira-dúvidas em tempo real na internet para 1ª fase do vestibular 2018 (G1 – Campinas e Região – 16/11/2017)

Transmissão ao vivo com porta-voz da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) em Campinas será nesta sexta-feira (17), às 14h.

A Unicamp, em Campinas (SP), promove um tira-dúvidas na internet em tempo real nesta sexta-feira (17) para a primeira fase do vestibular 2018, que ocorre no domingo (19). A transmissão ao vivo será pela rede social oficial da universidade e acontece a partir das 14h. De acordo com a Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest), que organiza o evento no Facebook da Unicamp, o objetivo é dar esclarecimentos sobre os procedimentos da prova, o que pode e o que não pode, além de tirar dúvidas sobre o exame, incluindo falar sobre os assuntos que costumam ser cobrados e como são as questões da prova. Os candidatos poderão enviar perguntas e comentários, que serão respondidos pela assessora da Comvest, Juliana Sangion. A primeira fase conta com 90 questões de múltipla escolha. Para o vestibular de 2018, a universidade registrou um número recorde de inscritos, 83.782 pessoas. Serão disputadas 3.340 vagas distribuídas em 70 cursos de graduação. Os cursos mais concorridos são: medicina, com 279 candidatos por vaga, e arquitetura e urbanismo, com 97 inscritos por vaga. A prova será aplicada em 31 cidades no estado de SP e também em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) e Fortaleza (CE). A segunda fase da prova ocorre em janeiro, nos dias 14, 15 e 16.

 

Mãe inspira trigêmeos a sonharem com vaga em medicina na Unicamp (G1 – Campinas e Região – 16/11/2017)

Gabriel, Rodrigo e Pedro Vieira Ramos estão entre os 30,6 mil que disputam 110 vagas da carreira no vestibular 2018. Em Valinhos, trigêmeos também farão exame em busca de diferentes carreiras.

O sonho de conquistar uma vaga no curso de medicina da Unicamp é compartilhado pelos trigêmeos Gabriel, Rodrigo e Pedro Vieira Ramos, em Campinas (SP). Para tentar superar os 30,6 mil concorrentes no vestibular, os estudantes de 17 anos se inspiram na mãe, pediatra graduada pela universidade, e colocam o companheirismo à frente da “rivalidade” na preparação. Além disso, o irmão Felipe, 16, fará a prova da 1ª fase no domingo (19) como treineiro e cogita mesma trajetória. Em entrevista ao G1, os dois primeiros admitem ser os mais seguros sobre a escolha da carreira. Gabriel já tem inclusive áreas favoritas de atuação, enquanto Rodrigo enaltece a humanização atrelada à atividade. Já Pedro não descarta estudar direito pela Universidade de São Paulo (USP). “Eu penso em ortopedia, porque sempre gostei de jogar futebol e acabei frequentando muito o médico, e cirurgia plástica. A Unicamp é prioridade, moro a dez minutos [distrito de Barão Geraldo] e seria bem fácil”, afirma Gabriel. Durante o ano, explica, a rotina dele foi marcada por nove a dez horas diárias de estudo, mas os últimos dias antes do exame serão dedicados para revisões. “Já pensei em arquitetura, engenharia, mas é medicina. Minhas mãe me levou várias vezes ao hospital e acabei gostando. Acho muito legal poder ajudar as pessoas”, ressalta Rodrigo. Pedro se mostra dividido entre a medicina e o direito, ao admitir que tem mais facilidade com as disciplinas de português, geografia e história, em vez dos conteúdos de exatas. “Eu gosto muito das duas áreas”, destaca ao frisar que tira dúvidas em plantões do colégio ou com os próprios irmãos. Já o irmão mais novo diz que a tendência é seguir a profissão da mãe, primeira médica da família, uma vez que o interesse surgiu na infância. “Acabei me apegando à profissão e estou tentando me empenhar, todo mundo sabe que é difícil uma vaga de medicina em universidade pública”, avalia. Como treineiro, ele se inscreveu no curso de matemática, que tem concorrência inferior, para tentar chegar à 2ª fase do vestibular e ter experiência extra antes de terminar o ensino médio em 2018. A mãe dos garotos, Márcia Vieira Ramos, demonstra orgulho e apoio incondicional, mesmo que eles decidam mudar de área futuramente. Ela pondera sobre as dificuldades da escolha de carreira, aos 17 anos, e que características da profissão, como plantões, e o próprio mercado de trabalho podem gerar reflexos. O pai dos garotos é formado em engenharia da computação, também pela Unicamp. “Gosto muito do que faço. Faria de novo, na mesma universidade, e quando há um discurso positivo acaba influenciando […] Às vezes podem mudar de opinião, é cedo para cobrar a escolha de carreira, mas estou na torcida para que venham mais médicos”, brinca. A universidade oferece 3,3 mil vagas em 70 cursos de graduação. Entre os cursos mais concorridos estão medicina (278,9 c/v), arquitetura e urbanismo (97,6 c/v) e ciências biológicas (51,8 c/v).

Números unem trigêmeos

Em Valinhos, os trigêmeos Pedro, Julia e Lucas Simões, de 17 anos, também dedicam os últimos dias que antecedem a prova para revisões e descanso. O elo entre as carreiras escolhidas é a relação com números, embora o primeiro valorize aspectos da área de humanas na Economia. “A crise do país foi sim um incentivo para pesquisar, saber as coisas. Estou seguro na escolha”, afirma Pedro ao lembrar que, no início da preparação, cogitou estudar contabilidade ou veterinária. A irmã Julia planeja cursar Engenharia de Alimentos, enquanto Lucas tenta Ciência da Computação. Embora estejam na mesma sala de aula no colégio e morem juntos, Pedro explica que os irmãos têm estilos diferentes para estudar, mas se ajudam. Entre os três, brinca, considera estar no “meio termo” quando fala sobre a dedicação diária. “Na área de exatas eu tiro dúvidas com ela, e posso ajudar com humanas”, explica Pedro sobre a rotina que inclui até três horas diárias de preparação. A mãe, Silvana, admite que está ansiosa e conta que não interferiu nas escolhas dos filhos, embora “pegue no pé” para empenho nos estudos. Ela é formada em pedagogia e análise de sistemas. “Meu sonho é que os três passem na Unicamp, excelente universidade, de peso para o currículo. E sem precisar pagar a mensalidade e moradia, não tem nada melhor. Agora é esperar”, ressalta.

O vestibular

A prova deste domingo (19), segundo a comissão organizadora (Comvest), será composta por 90 questões de múltipla escolha, divididas entre: 13 de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, 13 de matemática, 9 de história, 9 de geografia (incluindo filosofia e sociologia), 9 de física, 9 de química, 9 de biologia e 7 de inglês, além de outras 12 interdisciplinares. O candidato deve chegar ao local de aplicação das provas às 12h, segundo a universidade, uma vez que o acesso às salas será permitido até 13h. Ao todo, foram registradas 83,7 mil inscrições, recorde correspondente a 14% de aumento no comparativo com a edição anterior.