18/03/2013 / Em: Clipping

 


Unicamp divulga lista de aprovados em 7ª chamada do vestibular 2013   (Globo.Com – G1 Vestibular – 18/03/13)

A Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) divulgou na sexta-feira (15) a lista de aprovados na sétima chamada do Vestibular 2013. A consulta dos 42 nomes pode ser feita no site da instituição. A matrícula será realizada na quarta-feira (20), das 9h às 12h, no campus de Campinas, na Diretoria Acadêmica (DAC), para todos os ingressantes em cursos da Unicamp, inclusive para os ingressantes em cursos da Faculdade de Odontologia (FOP), Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) e da Faculdade de Tecnologia (FT).



Diferença de nota de cotistas para não cotistas é pequena (O Estado de S.Paulo – Educação – 18/03/13)

Se, neste ano, a reserva de vagas para cotistas nas instituições federais de ensino já fosse de 50% (meta para 2016), a nota de corte desses estudantes teria na média uma queda inferior a 5%. Na concorrência ampla, onde disputam os alunos de escolas particulares, o desempenho mínimo para ingressar nas instituições teria um salto de 1%.  A conclusão é que o sistema de cotas, quando totalmente implementado, não deverá criar um desnível entre cotistas e não cotistas – ou seja, a nota de ingresso do cotista não será muito inferior ao do não cotista, e este não precisará de um desempenho muito maior do que hoje para conseguir uma vaga. O cálculo foi realizado a partir da concorrência registrada no último Sistema de Seleção Unificada (Sisu) em cinco cursos: Medicina e Pedagogia na Federal do Ceará (UFC), Engenharia Civil no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), Direito e Matemática na Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (abaixo, a comparação em três cursos). As projeções foram realizadas pelo Ministério da Educação (MEC).



Entre a escola e a universidade   (Carta Capital – Carta na Escola – 16/03/13)

Em dezembro de 2012, a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) apresentaram uma proposta para solucionar a desigualdade social que marca as salas de aula do ensino superior público paulista: reservar, a partir de 2014, 50% das vagas de cada curso e de cada turno aos alunos do ensino público. Desse contingente, 35% serão para alunos pretos, pardos e indígenas. As universidades participantes já têm programas próprios de inclusão, mas basta olhar dados do vestibular 2012 para notar que a necessidade de acelerar esse processo é latente: na USP, apenas 28% dos matriculados eram de escolas públicas. A realidade não mudava muito na Unicamp (32%) ou na Unesp (40%). Batizado de Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público Paulista, o Pimesp propõe-se a criar cursos superiores semipresenciais que funcionarão como uma etapa extra entre os ensinos Médio e Superior. Ministrados pelo Instituto Comunitário de Ensino Superior (Ices), a ser implantado, e em parceria com a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), essa etapa, também chamada de College, selecionará por meio do Enem e permitirá novos caminhos a esses estudantes. Ao fim do primeiro ano, alunos com 70% de aproveitamento poderão seguir para vaga em uma Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) ou prestar vestibular. Ao final do segundo ano, receberão diploma de Ensino Superior e, caso tenham atingido rendimento de 70%, terão ingresso garantido em cursos também das universidades estaduais. A proposta prevê que essa meta seja atingida paulatinamente. Desse modo, em 2014, teríamos 35% de alunos egressos do Ensino Médio público e, em 2015, 43%, até atingirmos os 50%. Para entrar em vigor, contudo, a proposta ainda precisa ser aprovada pelos conselhos universitários. Caso isso aconteça até junho deste ano, ela poderá já ser colocada em prática no próximo vestibular.