18/03/2016 / Em: Clipping

 


1 em 5 vagas para ingresso via Enem na USP não é preenchida   (O Estado de S.Paulo – Educação – 18/03/16)

Das 1.489 vagas da Universidade de São Paulo (USP) reservadas para disputa pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste ano, 340, ou 22,8%, não foram preenchidas por meio da prova federal. O motivo foi a nota mínima alta fixada para alguns cursos. Com isso, a concorrência por essas vagas voltou para a Fuvest, tradicional sistema de seleção da USP. A disputa via Enem foi feita pelo Sisu, sistema de seleção digital do Ministério da Educação (MEC) que reúne vagas públicas. A USP usou esse modelo pela primeira vez. O objetivo era diversificar as formas de ingresso para atrair talentos de outras regiões do País e incluir mais alunos da rede pública.

Reitoria da USP defende diversificação de processos seletivos   (O Estado de S.Paulo – Educação – 18/03/16)

A Universidade de São Paulo (USP) voltará a discutir seus processos seletivos neste ano. A ideia é avaliar se mantém a disputa de vagas pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e trazer outros debates, como o uso de cotas. “Diversificar métodos de entrada é uma boa solução”, defendeu o reitor Marco Antonio Zago, em entrevista ao Estado nesta semana sobre o futuro da USP. Segundo ele, o ingresso via Enem e o bônus na Fuvest – para alunos da rede pública e por raça – têm aumentado a inclusão. “Se isso é suficiente ou não, é o tempo que dirá.” Os debates sobre a seleção devem ocorrer entre abril e junho.



Base Curricular deve reduzir desigualdades, diz especialista   (Terra – Educação – 15/03/16)

Nos próximos meses, o Brasil definirá uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC), um documento com os conteúdos mínimos que os estudantes devem aprender a cada ano na escola, da educação infantil ao ensino médio. Para alguns especialistas, é a chance de focar na qualidade e, de fato, mudar a educação brasileira. Outros questionam a efetividade do documento e acreditam que ele nunca sairá do papel. A Agência Brasil conversou sobre o assunto com Ilona Becskeházy, que atua desde 1996 no desenho e na implementação de projetos de educação. A especialista defende que o Brasil precisa de uma Base, mas critica o documento atual, que está disponível para consulta pública.