18/05/2015 / Em: Clipping

 


Cresce 94% nº de alunos de escolas públicas na USP de Piracicaba    (Globo.Com – G1 Vestibular – 17/05/15)

A quantidade de alunos da rede pública ingressantes na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), campus da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba (SP), cresceu 94% entre 2010 e 2015, segundo balanço divulgado pela instituição. O crescimento na unidade é bem superior ao geral registrado em toda universidade no mesmo período: 36%. A Esalq teve, em 2010, 74 novos alunos que cursaram ensino médio em escolas públicas, o que equivale a 17% das 430 vagas nos sete cursos de graduação. Já neste ano, o número chegou a 144 estudantes egressos da rede pública (33%). Em todos os campi da USP, a participação dos alunos de rede pública era de R$ 25,8% e passou para 35,1% nos últimos anos.



Ensino a distância supera preconceito, mas cursos ainda podem melhorar   (UOL – Vestibular – 18/05/15)

A opção de estudar em casa ou em outro lugar qualquer, mas longe das tradicionais salas de aula tem atraído mais brasileiros jovens. O avanço da educação a distância é documentado pelo Ministério da Educação: no dado mais atual, de 2013, o número de universitários em cursos virtuais subiu 16,2% em relação a 2011, com 1,1 milhão de matriculados, quase o dobro do crescimento registrado na graduação tradicional (8,4%) no período. A alta no número de inscritos em vestibulares nesses cursos foi ainda mais significativa: 80% em dois anos. Luana Carvalho, 29, de São Paulo, é aluna de um dos 1.200 cursos a distância do país. Faz geografia pela Anhanguera via computador. Mas também segue todos os dias para o campus da UniÍtalo, onde estuda pedagogia. Ela explica a maior diferença entre os dois mundos. “No curso a distância, você pode escolher quando quer ver a aula, e o quanto dela você quer ver, o que não acontece nos presenciais. Também precisa ser mais dedicado e seguir uma linha própria de estudo no primeiro caso”, diz. Para o MEC, é o “amadurecimento da modalidade” que tem atraído mais adeptos. “O preconceito com esses cursos está sendo diluído em função da entrada das universidades públicas”, afirma Nara Maria Pimentel, diretora da Universidade de Brasília, que tem oito licenciaturas nesse formato.  No país, 97 instituições públicas oferecem graduação a distância.