18/08/2015 / Em: Clipping

 


Einstein terá vestibular e dinâmica de grupo para novos alunos de medicina   (Globo.Co0m – G1 Vestibular – 14/08/15)

Hospital Israelita Albert Einstein, complexo de saúde existente há 60 anos em São Paulo (SP), oferecerá o curso de graduação em medicina a partir do início de 2016. Serão 50 vagas abertas semestralmente, com mensalidades de R$ 5.900 (veja abaixo valores de outras faculdades de medicina). O período de inscrições para o processo seletivo da primeira turma começará nesta segunda (17), às 10 horas, e irá até 13 de outubro, às 16 horas. A taxa para participar é R$ 150. A forma de ingresso tem especificidades: a primeira fase, no dia 1º de novembro, é mais próxima da convencional, com prova escrita, formada por testes, perguntas dissertativas e redação. Preparado com exclusividade pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), o exame selecionará os 250 estudantes com maior pontuação. Os candidatos poderão escolher usar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como bônus – caso tenham um bom desempenho e queiram utilizá-la, ela representará 20% da média nesta fase. O grupo selecionado seguirá para uma segunda etapa, em que outras habilidades serão testadas.

USP continua entre as 150 melhores do mundo, aponta ranking chinês   (Globo.Com – G1 Vestibular – 17/08/15)

A Universidade de São Paulo (USP) foi colocada entre as 150 melhores instituições de ensino do mundo em 2015, segundo ranking da Universidade de Jiao Tong de Xangai, na China. Foram avaliadas 500 instituições de ensino. A USP ficou empatada em um grupo de universidades que ocupam da 101° posição até a 150°. O posicionamento das universidades neste bloco não foi detalhado e seus nomes foram listados em ordem alfabética. Desde 2012, a USP se mantém estável neste bloco da tabela. As brasileiras UFRJ, UNESP e Unicamp estão entre 301º e 400º, enquanto a UFMG e a UFRS figuram entre as universidades que ocupam entre a 401ª posição e a 500º.



Escolas têm correção externa de redação  (O Estado de S.Paulo – Educação – 17/08/15)

De olho na importância da redação na nota final do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), escolas particulares usam estratégias diversas para deixar os alunos mais afiados na escrita. Entre as apostas estão correções feitas por especialistas de fora do colégio, aulas extras, análises estatísticas de desempenho e até concursos de textos. A correção das redações do Enem, segundo parte dos especialistas, tem ficado mais rígida ano a ano.  O Colégio Pentágono, em Perdizes, zona oeste da capital, é um dos que contrata corretores externos para tornar a análise mais próxima do que acontece no exame real. “Quando o próprio professor avalia, há um vínculo afetivo com o aluno. Se chamamos uma pessoa de fora, a correção fica mais isenta”, explica o diretor pedagógico, Cláudio Giardino. No Enem 2014, o Pentágono conseguiu a maior média em redação da cidade, com 804,8 pontos, de mil possíveis. Os corretores externos devolvem as provas comentadas aos professores da escola, que discutem os erros com os estudantes. “Faz a gente pensar bastante na maturidade do próprio texto”, comenta André Peron, de 16 anos, aluno que conclui o ensino médio em 2015. “É diferente de Matemática, em que o resultado é o mesmo para todas as provas. Na redação, tem de ser com uma pegada nossa e também ser entendido pelo outro”, diz o adolescente. A correção externa de redações é feita na escola desde o 9.º ano do ensino fundamental. Cerca de 75% dos textos passam pela análise de especialistas de fora da escola. Na preparação, a escola distribui materiais e dá dicas sobre as características de cada prova. Uma das principais diferenças do Enem em relação aos vestibulares mais tradicionais – como a Fuvest, da Universidade de São Paulo (USP) – é a exigência de uma proposta de intervenção social sobre o tema sugerido para o texto. Essa parte costuma ser a mais complicada para os alunos. (mais informações nessa página). Maturidade. ‘Tem de ser com pegada nossa e também ser entendido pelo outro”, diz André . O sucesso na redação do Enem, para o colégio, reflete o forte trabalho com escrita bem antes da época do vestibular. “Nosso objetivo não é só preparar para a prova”, afirma Thais Viveiros, coordenadora de Redação. “O significado dessa proposta (de intervenção) é construído coletivamente. Acreditamos na autoria do aluno, na formação de repertório e no desenvolvimento do senso crítico.” 



Cresce busca por profissional técnico, mas interesse na carreira é baixo   (Folha de S.Paulo – Empregos e Carreiras – 16/08/15)

A demanda por profissionais com formação técnica, principalmente pelas indústrias, vem aumentando nos últimos anos.  Levantamento da consultoria de recrutamento Page Personnel mostrou que houve um aumento de 15% na procura pelo perfil no primeiro quadrimestre do ano em comparação ao mesmo período do ano passado. Segundo Daniela Guimarães, gerente da consultoria, empresas que antes terceirizavam o serviço de manutenção, requisitado apenas diante de problemas, perceberam que é mais vantajoso ter técnicos em tempo integral.  “Uma parada de duas ou três horas na linha de produção tem um impacto muito grande na companhia”, diz. A explicação é corroborada por dados do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), segundo os quais foram abertas 7.000 vagas para técnicos das áreas de manutenção e reparos em 2014 -mesmo ano em que a indústria cortou 330 mil postos. Apesar da demanda em alta, apenas 8,4% dos estudantes do ensino médio cursam o técnico, seja integrado ou concomitante ao regular, segundo Rafael Lucchesi, diretor geral do Senai. O número baixo é atribuído tanto à falta de divulgação da modalidade entre os estudantes quanto ao estigma de educação instrumental para jovens de baixa renda. Para contornar o problema, a entidade trouxe ao Brasil a WorldSkills, competição mundial de profissões técnicas, realizada em São Paulo entre os dias 11 e 16 de agosto. A ideia é tornar o ensino profissionalizante mais conhecido e mostrar que ele é uma opção para qualquer perfil de pessoa que queira uma formação prática com boa remuneração.