18/11/2010 / Em: Clipping

 


iG faz videochat sobre vestibular da Unicamp (IG – Educação – 17/11/10)

O iG promove nesta quinta e sexta-feira, às 17h, videochats com professores do Cursinho da Poli preparatórios para a primeira fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que ocorre neste domingo, às 13h. O bate-papo será conduzido pelos internautas, que enviarão perguntas e dúvidas sobre a prova. O vídeochat será dividido em dois momentos, com 30 minutos cada. No primeiro dia, falam os professores Eduardo Izidoro, de matemática, e Bassam Ferdinian, das 17h às 17h30. Na segunda parte do programa participam Ian Christani, de química, e Edson Futema, de biologia.  Na sexta-feira, das 17h às 17h30, os professores Alexandre Gobbis, de geografia, e Fernando Ribeiro, de história, respondem perguntas. André Valente fala sobre redação das 17h30 às 18h. A partir deste ano, o processo seletivo da Unicamp será diferente.



Corrigir o exame (Folha de S.Paulo – Editorial – 18/11/10)

Há decerto algum exagero eufemístico nas palavras do ministro da Educação, Fernando Haddad, ao qualificar como “tópicas”, ontem, as falhas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Do ponto de vista dos milhares de estudantes prejudicados, os erros de montagem nas folhas de respostas, que os obrigarão a fazer nova prova, são substanciais. Não tão graves, contudo, a ponto de exigir a repetição do exame em escala nacional. Faz pouco sentido chamar todos os estudantes para realizar a prova de novo. Reformulado para tornar-se uma espécie de vestibular nacional, o Enem emprega uma metodologia -baseada na chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI)- que em princípio permite comparar o desempenho mesmo que os alunos respondam questões diferentes e em momentos separados. O fundamento da metodologia está na codificação precisa do grau de dificuldade de cada pergunta, estabelecido por meio de testes prévios. A partir daí, torna-se factível compor provas díspares que representem o mesmo nível de desafio para o candidato. Simplificando muito a metodologia, que lança mão também de estatísticas complexas, pode-se dizer que não é o conteúdo, mas o perfil dos escores de dificuldade, que garante a isonomia. Corolário óbvio: basta aplicar uma nova prova só para quem foi diretamente afetado pelas falhas. Como já se defendeu neste espaço, não é hora de retroceder no Enem. Ao contrário, cabe aprofundar a experiência, investindo num banco de questões amplo o bastante para compilar tantas provas quantas forem necessárias ao aumento da segurança e da flexibilidade do teste. Vai na direção correta a sugestão de Haddad de prolongar para dois anos a validade do resultado obtido no exame e de retomar a ideia de fazer mais de um Enem por ano. Toda iniciativa que contenha o gigantismo e a ansiedade inerentes ao vestibular tradicional trará benefícios claros para a massa de jovens que busca qualificar-se e ampliar seus horizontes nas universidades.

O Enem no banco dos réus (Folha de S.Paulo – Opinião – 18/11/10)

Nos últimos anos, o Brasil garantiu vitórias importantes na educação, responsáveis por avanços fundamentais na garantia do direito de todas as crianças e jovens a uma educação de qualidade. Uma delas é a introdução da cultura de metas e a ampliação das avaliações de larga escala, que permitem o monitoramento dos ganhos de aprendizagem dos alunos de todo o país. Um dos principais instrumentos avaliativos é o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), criado em 1998 com o objetivo de avaliar o desempenho do estudante ao fim da escolaridade básica e suas possibilidades acadêmicas para o prosseguimento dos estudos. Por essa razão, vem sendo utilizado como forma de seleção unificada nos vestibulares das universidades, objetivando, inclusive, maior mobilidade acadêmica. Tais características revestem esse exame de um enorme valor social. Por um lado, é utilizado erroneamente como instrumento para avaliação das escolas, pois somente participam do Enem, de forma voluntária, os alunos que têm alguma pretensão de ingresso na universidade; assim, nem todas as escolas ou alunos fazem essa prova. Por outro lado, na ausência de currículo mínimo de base nacional, as competências aferidas pelo Enem passam a funcionar como diretrizes curriculares nacionais. Outra característica importante do Enem é que, a partir de 2009, passou a ser elaborado com base na chamada Teoria de Resposta ao Item (TRI), o que permite a construção de provas diferentes, avaliando exatamente as mesmas competências. Dessa forma, pode servir de base para comparações anuais dos resultados, identificando avanços ou retrocessos. Nesse contexto, o Enem transforma-se em foco da atenção nacional, fazendo com que erros operacionais ocorridos nos últimos anos provoquem uma enxurrada de críticas. É claro que os organizadores poderiam argumentar sobre a magnitude do exame ou sobre a exiguidade de fornecedores especializados e experientes. O fato, entretanto, é que em processos tão importantes, principalmente para a vida de milhões de jovens, toda a logística deve ser minuciosamente checada para evitar esses problemas. Apesar disso, não se deve satanizar o Enem nem estimular tendências no sentido de promover um retrocesso na cultura de avaliação e monitoramento, tão arduamente conquistada no Brasil e que vem contribuindo efetivamente para a melhoria do ensino. Certamente, os erros cometidos em mais essa experiência deverão servir como aprendizado importante para a reavaliação das estratégias e aperfeiçoamento dos processos operacionais, pois a legitimidade do Enem depende de sua precisão e de sua eficácia. Na verdade, precisaríamos estar discutindo os próximos passos, ou seja, como transformar o Enem num verdadeiro instrumento de avaliação do final do ensino básico, de caráter censitário e obrigatório, do qual participassem todas as escolas e todos os alunos concluintes desse nível. Isso porque nenhum dos exames existentes cumpre esse papel, pois o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) é aplicado de forma amostral, enquanto o Enem é aplicado de forma voluntária. É imprescindível, portanto, que as críticas que agora se fazem ao exame não diminuam a importância do modelo por ele preconizado nem sua possível utilização como um real instrumento de avaliação de desempenho de nossos jovens, escolas e redes de ensino ao final do ciclo básico.
O desafio da educação é gigantesco. O fundamental, agora, é aprender com os erros, sem dar margem a retrocessos.

MILÚ VILLELA e WANDA ENGEL são membros do conselho do movimento Todos pela Educação.



A universidade na mira dos mais pobres  (Folha Dirigida – Primeira Página – 18/11/10)

“Cursar o ensino superior era um grande sonho”. As palavras de Eduardo de Souza e Silva, de 22 anos, ilustram um desejo da grande maioria dos jovens que encerram a última etapa da Educação Básica e seguem adiante na vida acadêmica. Com a concorrência grande nas universidades públicas e os altos custos nas universidades particulares, o ingresso na universidade é privilégio de poucos no Brasil. Natural de Minas Gerais, Eduardo, de família de classe média, dificilmente poderia arcar com os custos de uma universidade particular e o ensino prestado nas etapas anteriores da educação não lhe davam base suficiente para concorrer em igualdade de oportunidades às vagas de uma instituição pública. Graças a um programa do governo, Eduardo hoje cursa o oitavo período de jornalismo no Centro Universitário Carioca (UniCarioca). “Se não fosse o Programa Universidade para Todos (ProUni), eu talvez adiasse meu sonho por alguns anos”, revela o estudante que explica que, na época em que entrou na universidade, não trabalhava e, portanto, não tinha recursos para pagar uma mensalidade, assim como seus pais. “Se quisesse cursar uma universidade, certamente teria que, primeiro, conseguir um emprego.” Assim como Eduardo, milhares de estudantes no país buscam uma vaga na tão sonhada universidade. De alguns anos para cá, um número cada vez maior de jovens têm alcançado esse objetivo. O ingresso em universidades, que antes favorecia apenas às camadas mais altas da sociedade, hoje tem uma realidade diferente. Pesquisas mostram que o perfil universitário tem sofrido mudanças significativas. Um estudo baseado em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que, no ano de 2002, cerca de 25% dos universitários pertenciam à classe A, 30% à classe B, 40% à classe C e apenas 5% eram pertencentes à classe D. Já no ano passado, em 2009, o número de estudantes da classe D significava duas vezes mais do que os da classe A, 15,3% e 7,3%, respectivamente. Principalmente para as classes menos favorecidas, o ingresso na universidade é uma possibilidade de ascensão não só profissional mas também pessoal. “Uma vez formado, me sinto em patamar de igualdade com a sociedade”, declara Eduardo de Souza e Silva. Atualmente, o jovem se diz satisfeito e já atua na área de Jornalismo. Para Eduardo, o diploma significa mais que uma conquista individual. Ele foi o primeiro da família a ter a possibilidade de portar um diploma de nível superior. “Para mim é uma grande evolução. A minha avó só pôde estudar até a quarta série. Minha mãe foi até o primeiro ano do ensino médio. E eu passei para o ensino superior e posso ir além. Aliás, pretendo”. Uma vez inserido no universo acadêmico, o estudante quer mais. “Minhas perspectivas são as melhores possíveis. A partir de agora pretendo buscar mais qualificação. Se eu não chegar a ser um doutor, espero que meu filho seja. Depois que o jovem entra na universidade, fica instigado a querer mais”.

Financiamento também favorece ingresso de alunos mais pobres

Além dos programas de governo como o ProUni e o Fies (Programa de Financiamento Estudantil) e da ampliação de vagas no ensino público, as universidades privadas estão oferecendo matrículas a valores reduzidos, como forma de atrair cada vez mais jovens para o ensino superior. De acordo com Magno Maranhão, presidente Associação de Ensino Superior do Rio de Janeiro (Aesrj), há hoje um grande interesse em custear esse nível de ensino. “A própria rede bancária está interessada em em financiar as classes menos favorecidas atualmente. As propostas das instituições de ensino também estão mudando de acordo com os alunos que sabem que vão receber. Com isso, evitam aumentos na mensalidade, até mesmo, reduzindo os preços, sem que isso prejudique a qualidade de ensino”, afirmou. A chamada classe C, ou a nova classe média brasileira, é definida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) como a população que possui renda de R$1.126 a R$4.854, o que representa mais da metade da população do Brasil. Com os elementos facilitadores, como os financiamentos e os valores menores, as chances desse grupo em ingressar no ensino superior são ampliadas. Embora estes pareçam ser os principais motivos para o aumento de estudantes de renda menor nas instituições de Ensino Superior, para Magno Maranhão, o aumento se deve predominantemente por um fator: a globalização. “A procura da classe C aumentou não somente em função dos programas como o ProUni e o Fies. Eles são apenas facilitadores. Na realidade, a busca está crescendo em função da globalização, pela necessidade e a preocupação do mercado em ter, cada vez mais, profissionais qualificados”, acredita o educador. Na visão do presidente da Associação Brasileira de Tecnologia Educacional (ABTE) e do Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação (Ipae), João Roberto Moreira Alves, os programas de governo que financiam a educação são positivos, mas ainda estão distantes de ser a solução para o problema do ensino superior no Brasil. Uma das críticas dele, por exemplo, é em relação às taxas de juros. “O Fies, por exemplo, condiciona o estudante a determinadas áreas, além de ter um prazo muito curto. Nos Estados Unidos, mais da metade dos alunos das universidades estudam com financiamento e os juros são muito mais baixos. No Brasil, as taxas são extremamente elevadas e a restrição quanto aos cursos faz com que muitos optem por não fazer o que querem, e sim a carreira para a qual conseguem financiamento.”  Moreira Alves cita ainda outros obstáculos aos jovens. Um deles é o ensino médio deficiente. O outro é a questão da permanência nas universidades, que, para o presidente do Ipae, representam mais uma barreira aos candidatos de classes menos favorecidas. “Há uma média alta de alunos que concluem o ensino médio e não entram na universidade. Além disso, não basta só pagar a bolsa ou dar o financiamento. Muitos alunos precisam de mais. Não adianta ele estar na universidade se não puder pagar pelo seu transporte e nem comprar seu material. Em alguns cursos, os livros são caríssimos e são essenciais. O financiamento não pode ser limitado à mensalidade”, disse o educador, para quem, é fundamental uma mudança de foco. “Antes de ampliar as vagas no ensino superior é preciso um trabalho forte no ensino médio. Temos 55 milhões de alunos na Educação Básica e apenas 5 milhões no ensino superior. O ensino médio com poucos formados faz com que as instituições de ensino superior não preencham suas vagas, ainda que por bolsas”, acrescentou João Roberto.

Avanço precisa ser analisado com calma, diz Gaudêncio Frigotto

Se por um lado o crescimento é positivo para o país, por outro, as facilidades de ingresso no ensino superior podem não levar em consideração a qualidade do ensino ministrado. “É um dado extremamente positivo que se abre a perspectiva para inclusão de mais gente, principalmente das camadas populares, às universidades. Porém, muitas vezes ele tem um diploma mas não em uma qualidade correspondente. Portanto, é um avanço que precisa ser analisado com calma”, avaliou Gaudêncio Frigotto, professor do programa de pós-graduação em Política Públicas e Formação Humana da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). “Se o acesso é altamente positivo, assim como a ampliação de vagas nas universidades públicas, eu tenho dúvidas quanto à qualidade dos cursos frequentados por alunos que entram via ProUni ou mesmo por pagamento em instituições privadas. Estar na universidade é importante, mas não em qualquer universidade. O curso superior te dá um status mas pode ser um diploma vazio, sem conteúdo e com pouca validade no mercado de trabalho”, acrescentou o educador. Segundo pesquisa da Hoper Educacional, consultoria de mercado de Ensino Superior, em 1996, as mensalidades custavam em média R$840 (em valores atualizados). Hoje, a média é de R$457. A queda significativa nos valores é um importante facilitador para a entrada de estudantes mais pobres nas universidades privadas. Para Gaudêncio, o fato pode tornar da universidade um produto de mercado.
“Incentivar a classe C ao ingresso na universidade é importante porque é um direito de todos. Mas precisamos rever a forma desse acesso. Tem que haver uma política responsável e o ideal seria que esses grupos frequentassem a universidade pública. O ProUni é uma espécie de voucher entregue nos anos 50 sob a tese de que deveria se dar aos pobres uma quantia para que eles pudessem cursar a universidade. Isso torna a universidade um mercado. Me parece que, apenas com a ampliação das vagas no Ensino Superior público, o jovem poderia ter qualidade nos seus estudos. O público não está na ótica da mercantilização, mas do direito, embora nem sempre seja assim.”



Primeira fase da Unicamp é neste domingo  (Tribuna de Santos – Educação – 18/11/10)

Cerca de mil candidatos da Baixada Santista fazem prova da primera fase da Unicamp neste domingo, em Santos. Quem ainda não consultou o local de prova pode acessar o site da Comvest. Segundo a Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest), este foram recebidas 57.201 inscrições, número recorde e 3% susperior ao registrado no ano passado, segundo a organização. Os candidatos disputarão 3.444 vagas distribuídas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp – Faculdade de Medicina e Enfermagem de São José do Rio Preto. A orientação é para que os candidatos cheguem ao local de prova às 12 horas, já que os portões serão fechados às 13 horas.  O tempo máximo de prova na primeira fase é de cinco horas e o mínimo de três horas e trinta minutos. Os candidatos deverão levar uma foto colorida 3X4, datada, tirada em 2010 (com nome e número de inscrição anotados no verso), o original do documento indicado na inscrição, lápis, borracha, uma pequena régua e caneta esferográfica transparente. Só será permitido o uso de caneta esferográfica transparente nas cores azul ou preta.



Atraso nos estudos deixa 75% dos jovens fora do ensino superior  (Correio Braziliense – Brasil – 18/11/10)

Em 2009, apenas 14,4% da população de 18 a 24 anos – faixa etária esperada para o ingresso na educação superior – estava matriculada nessa etapa de ensino. É o que aponta a análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/IBGE). De acordo com o estudo, esse fato se deve “aos entraves observados no fluxo escolar do ensino fundamental e médio, que têm elevada taxa de evasão e baixa taxa média esperada de conclusão”. Isso significa que o estudante termina o ensino médio após a idade esperada – 17 anos – e ingressa na universidade com atraso.



Mais de 50 mil estudantes fazem neste domingo (21) a primeira fase da Unicamp  (Gazeta do Povo –Vestibular – 18/11/10)

Neste ano, a Unicamp registrou um número recorde de candidatos em seu vestibular, totalizando 57.201 inscritos. Eles vão disputar 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da FamerpFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto. Os candidatos devem consultar, no site da universidade, o local onde irão fazer as provas. Saiba mais

A Unicamp realiza a primeira fase do Vestibular 2011 no dia 21 de novembro, em 24 cidades do Brasil: Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Jundiaí, Limeira, Mogi-Guaçu, Piracicaba, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Sumaré e Valinhos. A partir deste ano, na primeira fase, o candidato será solicitado a produzir três textos de gêneros diversos, todos de execução obrigatória. O número de questões passará de 12 questões dissertativas para 48 questões de múltipla escolha. As questões de múltipla escolha da primeira fase serão elaboradas com base nos conteúdos das diversas áreas do conhecimento desenvolvidas no ensino médio segundo a seguinte distribuição: 12 questões de Matemática; 18 questões de Ciências Humanas e Artes; e 18 questões de Ciências da Natureza. A Comvest divulgará a lista dos candidatos aprovados na primeira fase no dia 20 de dezembro.



Oficinão Unicamp visa motivar vestibulandos para prova da 1ª fase  (EPTV – Virando Bixo – 18/11/10)

O curso pré-vestibular Oficina do Estudante, de Campinas, realiza neste sábado (20), às 9h, mais uma edição do Oficinão Unicamp. O evento, que vai relembrar temas que podem cair no vestibular da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), acontecerá no Kinoplex do Parque Dom Pedro Shopping. Além de abordar as disciplinas exigidas no vestibular, os professores darão dicas específicas para se sair bem com o novo formato da prova, que agora conta com 48 questões e três redações. Segundo o diretor pedagógico da Oficina do Estudante, Célio Tasinafo, o Oficinão tem também o objetivo de estimular e descontrair os vestibulandos.

Saiba como chegar aos locais de prova da Unicamp de ônibus (EPTV – Virando Bixo – 18/11/10)

A Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) vai reforçar a operação do transporte coletivo neste domingo (21) para facilitar o acesso aos locais de prova do Vestibular 2011 da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O esquema atenderá oito locais de prova. A expectativa é de que 11,4 mil estudantes realizem as provas na cidade. A empresa divulgou as linhas que garantem acesso aos colégios e universidades onde será aplicado o vestibular. Para quem vai fazer prova no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação (CEPRE) “Gabriel Porto”, na Cidade Universitária “Zeferino Vaz”, na Unicamp, as linhas disponíveis são a 3.32 – Terminal Barão Geraldo e 3.37 – Terminal Barão Geraldo (inclusivo). Os candidatos com destino ao Ciclo Básico – Prédio II, também na Unicamp, podem utilizar as duas mesmas linhas. Os candidatos que farão a prova no Campus I da PUC-Campinas (Blocos H0, H1, H2, H4 e H15), na Rodovia D. Pedro I, Km 136, no Parque das Universidades, e no Centro de Tecnologia da PUC-Campinas, também no Campus I, as duas principais opções de linhas são a 3.51 – PUCC e a 3.57 – PUCC.