18/11/2011 / Em: Clipping

 


Unicamp divulga expectativa da banca de redação  (Veja – Educação – 17/11/11)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) divulgou nesta quinta-feira a expectativa da banca examinadora para as redações do vestibular 2012. A prova foi aplicada no último fim de semana para cerca de 57.000 candidatos e gabarito pode ser conferido no site da Comvest, responsável pelo processo seletivo da Unicamp. Para os especialistas, a prova da Unicamp foi bem elaborada, com enunciados claros e uma proposta de redação inovadora. Para Francisco Platão Savioli, supervisor de língua portuguesa do Anglo Vestibulares, a redação composta por três temas atuais, que convidava o aluno a redigir três mini-textos de 24 linhas, foi o ponto alto da prova.



Índice do MEC aponta Unicamp como melhor entre as universidades do país   (Globo.Com – G1 Vestibular – 17/11/11)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi considerada a melhor universidade do país no Índice Geral de Cursos (IGC) divulgado nesta quinta-feira (17) pelo Ministério da Educação. Esse índice monitora a qualidade dos cursos de graduação e divide as instituições por totais contínuos que vão de zero a cinco pontos e em faixas que vão de um a cinco. Avaliações abaixo de três são consideradas insatisfatórias pelo MEC. A Universidade de São Paulo (USP), que costuma aparecer em primeiro lugar entre as instituições brasileiras em rankings internacionais, não aparece na avaliação pois não participa do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que é usado no cálculo da nota. Esta é a primeira vez que a Unicamp tem o IGC porque até o ano passado a universidade não participava do Enade, que é usado no cálculo da nota.

37,3% das instituições de ensino superior estão abaixo da média   (Globo.Com – G1 Vestibular – 17/11/11)

De 1.828 instituições de ensino superior que obtiveram nota em avaliação do Ministério da Educação, 683, ou 37,3% ficaram abaixo da média no Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado nesta quinta-feira (13). Esse índice monitora a qualidade dos cursos de graduação e divide as instituições por totais contínuos que vão de 0 a 5 pontos, com divisão por casas decimais, e em faixas que vão de 1 a 5.



Sul e Sudeste concentram as melhores na avaliação do MEC   (Terra – Vestibular – 18/11/11)

As regiões Sul e Sudeste concentram todas as instituições de ensino superior que tiveram o conceito 5, considerado o percentual máximo no Índice Geral de Cursos (IGC), que mede a qualidade do ensino superior do Brasil. Das 27 instituições que tiveram a nota mais elevada, 25 estão no Sudeste e duas no Sul.  Veja as melhores e piores instituições na avaliação do MEC  Os dados por intituição de ensino foram divulgados na quinta-feira pelo Ministério da Educação (MEC). O indicador, construído a partir da avaliação dos cursos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e com base em dados sobre infraestrutura e qualificação docente, varia de 1 a 5. Conceitos 1 e 2 são considerados ruins; 3 é considerado satisfatório e 4 e 5, bons.  As instituição que estão no topo da lista ficam no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Já entre nove instituições que tiveram o conceito mais baixo – 1 – a distribuição por região é mais uniforme: três ficam no Sudeste, duas no Norte, uma no Centro-Oeste, uma no Sul e duas no Nordeste.



Somente 1,5% das faculdades tem nota máxima no Enade   (IG – Educação – 17/11/11)

Apenas 27 das 2.176 instituições de ensino superior avaliadas no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2010 receberam nota máxima. Segundo dados do Ministério da Educação (MEC) divulgados nesta quinta-feira, somente 1,47% do total de instituições que obtiveram conceito na avaliação que leva em conta a nota dos alunos ingressantes e concluintes no exame, além de características do corpo docente, das instalações físicas e do projeto pedagógico, estão em nível de excelência (350 ficaram sem nota por falta de algum conceito). (OBS: use a opção filtro para mudar ordenação das colunas ou Ctrl + L para encontrar seu curso ou instituição) Cada curso e cada instituição avaliados pelo Enade receberam uma nota em uma escala de 1 a 5 – o CPC para os cursos e o IGC para as instituições. As notas obtidas são classificadas em conceitos aproximados, sendo que 1 e 2 são considerados desempenho insatisfatório; 3, razoável; e 4 e 5, bom.



Unicamp é a melhor universidade do País   (O Estado de S.Paulo – Educação – 18/11/11)

Na sua primeira participação no Enade, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) liderou o ranking entre as universidade do País. Até 2009, a instituição boicotava o exame por não concordar com a avaliação A Unicamp obteve 4,69 no Índice Geral de Cursos (IGC), que varia de 1 a 5. Apenas 8% das instituições avaliadas obtiveram conceito 4 ou 5, considerados bons. Conceitos 1 e 2 são classificados como ruins; 3 é satisfatório.  “Acredito que o bom desempenho ocorreu porque ao longo dos últimos dez anos houve investimento grande na infraestrutura e contração de docentes”, disse o coordenador da Unicamp, Edgar de Decca.

Unicamp é a primeira em ranking doMEC   (O Estado de S.Paulo – Fórum dos Leitores – 18/11/11)

Enade: Universidade de Campinas tem melhor desempenho entre as instituições públicas do País

● “Se o MEC não consegue nem controlar o Enem, como se pode acreditar em tais avaliações?”

LOU GOTTFRIED

● “E por que a Universidade de São Paulo não participa da prova do Enade?”

JEAN CARLOS SOARES PEREIRA

● “Parabéns, Unicamp. Por aí provavelmente não há ‘estudantes profissionais’ nem anarquistas.”

FABIO FIGUEIREDO



MEC ameaça vagas de 88 cursos em SP  (Jornal da Tarde – Cidade – 17/11/11)

Oitenta e oito cursos de ensino superior, de 57 instituições públicas e particulares do Estado, correm o risco de ter o número de vagas reduzido a partir do ano que vem. O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou o corte no País de 50 mil vagas de graduação nas áreas de Ciências Médicas, Administração e Ciências Contábeis. As instituições terão suas vagas congeladas em 2012 e, no caso dos centros e universidades, perderão o direito de criar cursos e aumentar a oferta sem prévia autorização do ministério. Nenhuma graduação será fechada. Na semana que vem, o MEC deve anunciar quais são as instituições e o corte de vagas em cada uma delas. A medida é reflexo do baixo desempenho das instituições no Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes). Ontem, o MEC publicou no Diário Oficial da União o resultado do Exame Nacional de Desempenho (Enade) 2010 – umas das notas que compõem o Sinaes – das áreas de ciência da saúde e agrárias. O exame avaliou 2.176 instituições de ensino superior. Cursos que tiveram notas 1 e 2 (a escala vai até 5) no Conceito Preliminar de Curso (CCP) estão ameaçados. O indicador leva em conta o desempenho no Enade e outros fatores, como, por exemplo, a titulação dos professores. No Estado, os cursos de Gestão Ambiental, Enfermagem e Educação Física registraram o pior CCP. A Universidade Bandeirante de São Paulo (Uniban) lidera, com 13 cursos, o ranking estadual de graduações mal avaliadas no Enade. Ela será supervisionada pelo MEC após o desempenho ruim no exame nos últimos três anos. Outras 503 instituições serão monitoradas pelo ministério após o desempenho ruim no Enade. Até agora, as áreas que haviam merecido esse cuidado eram Direito – uma decisão tomada sob forte pressão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) –, Medicina e Pedagogia. “A metodologia que desenvolvemos com Direito, Medicina e Pedagogia vai ser empregada em todas as áreas para corrigir ofertas abusivas e sem qualidade”, diz Haddad.Por meio de nota, a Uniban justifica que “foi adquirida recentemente pelo Grupo Anhanguera Educacional e já tem um plano de melhorias em execução”. A universidade afirma que “não poupará esforços para cumprir todas as exigências do MEC”. Além das particulares, cursos de universidades públicas, como os de Enfermagem e Biomedicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Enfermagem da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Serviço Social da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), também aparecem na lista das graduações que podem perder vagas no ano que vem. Procuradas pela reportagem, as instituições públicas atribuíram as notas baixas em alguns cursos no Enade aos alunos. Segundo as universidades, eles teriam “boicotado” o exame. “Eles (alunos de Enfermagem e Biomedicina) resolveram boicotar, mesmo depois dos esforços da coordenação dos cursos para pedir que os alunos fizessem a prova com responsabilidade”, afirma a professora Ively Guimarães Abdalla, da Coordenadoria de Avaliação da Pró-reitoria de Graduação da Unifesp.Já Edgar de Decca, coordenador-geral da Unicamp, justifica o boicote ao caráter voluntário da prova. “Como a prova é voluntária, alguns alunos boicotam o exame. Já nas federais o mecanismo é diferente, se você não faz a prova, não pode receber o diploma e se formar. Atribuímos essas notas exclusivamente ao boicote.”



Unicamp lidera ranking universitário  (Correio Popular – Cenário XXI – 18/11/11)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi considerada a melhor universidade do País, de acordo com o Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado ontem pelo Ministério da Educação (MEC). O índice mede a qualidade de cursos de graduação através do Conceito Preliminar de Curso (CPC), em combinação com o resultado do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). A segunda melhor classificação entre as instituições de ensino superior públicas é da Universidade Federal de Lavras (MG). A Universidade de São Paulo (USP) ficou de fora da classificação por não participar do Enade. Com o IGC contínuo 4,69 e faixa de classificação 5 (em uma escala de 0 a 5), a Unicamp foi a melhor colocada entre as universidades e instituições de ensino superior públicas. “Esses resultados demonstram que a Unicamp tem feito investimentos na contratação de professores, na seleção dos melhores estudantes, além de investimento na infra estrutura de ensino e pesquisa, tendo, com isso, o sucesso assegurado”, afirma o coordenador geral da Unicamp, Edgar Salvadori De Decca.

Estreia

Esta é a primeira vez que a Unicamp aparece no ranking, pois nos anos anteriores a instituição não participava do Enade, usado no cálculo do IGC. A Federal de Lavras, segunda colocada, alcançou 4,31 pontos e a Federal do Rio Grande do Sul, terceira, teve 4,30 pontos. De acordo com o MEC, os indicadores de qualidade das universidades são calculados com base na análise das condições de ensino da instituição, particularmente daquelas relativas ao corpo docente, às instalações físicas, ao projeto pedagógico e ao resultado dos alunos no Enade. E o IGC é uma das medidas usadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para avaliar as instituições de educação superior, públicas e privadas.

Índice

O IGC de uma instituição é resultado da média do Conceito Preliminar de Curso (CPC), indicador de avaliação de cursos de graduação, e obedece a um ciclo de três anos, em combinação com o resultado do Enade. O IGC tem pontuação que varia de um a cinco pontos. As pontuações de três a cinco são consideradas satisfatórias pelo Inep. E abaixo de dois pontos, a atuação é considerada insatisfatória. Cerca de 80%dos cursos avaliados tiveram resultado entre 3 e 5 e só 58 cursos podem ser considerados de excelência, com CPC máximo (5). Além da graduação, o índice também avalia a qualidade dos cursos de mestrado e doutorado. Para a pós graduação, são utilizados os conceitos analisados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível superior (Capes). “É um índice global, porque não mede apenas a qualidade dos cursos de graduação, mas também os níveis de mestrado e doutorado. Há uma análise em todos os níveis de ensino e pesquisa”, complementa De Decca, da Unicamp.



Unicamp é universidade pública mais bem avaliada do país   (Folha Online – Educação – 18/11/11)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) é a universidade pública com melhor nota no índice do MEC. A instituição teve IGC (Índice Geral de Cursos) de 4,69 e faixa 5 (a maior do índice). Este é o primeiro ano que a universidade participa da avaliação. No ranking total, com instituições públicas e privadas, a Unicamp fica em quarto lugar. O IGC leva em conta a nota dos alunos no Enade (exame federal) e outros indicadores como infraestrutura e qualidade do corpo docente. O índice tem notas que vão de 1 a 5, e são consideradas insatisfatórias as médias 1 e 2. Foram avaliadas 2.176 universidades, faculdades e centros universitários. Depois da Unicamp, o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) é o segundo colocado entre as instituições públicas –com IGC de 4,68 e faixa 5– e a EG (Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho), em Minas Gerais, a terceira colocada –com IGC 4,40, faixa 5.

226 faculdades são reprovadas pelo 4º ano  (Folha de S.Paulo – Cotidiano – 18/11/11)

Dados divulgados ontem mostram que 226 escolas de ensino superior têm qualidade inadequada há quatro anos. Elas representam 12% das instituições analisadas. Pesquisadores dizem que os dados (tabulados pela Folha) mostram que as ações do Ministério da Educação, baseadas em corte de vagas de cursos ruins, é ineficiente. O governo Dilma anunciou ontem que vai supervisionar as 70 piores escolas. Elas podem até serem fechadas. As demais deverão ser fiscalizadas no futuro. Haverá ainda corte de 50 mil vagas de vestibulares de cursos de saúde, administração e ciências contábeis (o país tem 1,1 milhão de vagas nessas áreas). A avaliação tem como base o IGC (Índice Geral de Cursos), que considera o desempenho dos alunos num exame (Enade) e quesitos de qualidade do corpo docente. O levantamento mostrou que as melhores instituições do país são a FGV-RJ, Facamp (SP), FGV-SP e Unicamp. Das 226 instituições reprovadas quatro vezes, 214 são privadas e 12 municipais. Em São Paulo estão 38 dessas instituições. Algumas aparecem entre aquelas com maior número de matrículas, como a Universidade Ibirapuera e a Unisant’Anna. Muitas instituições acreditam que tudo vai terminar em pizza”, afirma o consultor Carlos Monteiro. ara o pesquisador da UFSCar João dos Reis Silva Jr., “para manter a expansão de vagas, o MEC faz vistas grossas para a qualidade; prioriza-se o aluno formado, ainda que não esteja bem formado”.  Semesp (sindicato das escolas privadas de SP) e o consultor Romário Davel dizem que às vezes demora para o indicador captar melhoras, pois cada grupo de cursos é avaliado de três em três anos.  MEC informou que haverá proibição de aumento de vagas e auditorias nas escolas com os piores resultados. e não reagirem, as escolas podem ser descredenciadas.

Unicamp lidera entre universidades  (Folha de S.Paulo – Cotidiano – 18/11/11)

Estreante no ranking das instituições de ensino superior brasileiras, a Unicamp apareceu neste ano como a universidade mais bem avaliada pelo Ministério da Educação. A instituição não concordava com a metodologia usada pelo governo federal e, por isso, não participava de avaliações e ranqueamentos anteriores. Segundo Edgar de Decca, coordenador-geral da Unicamp, conversas entre o ministério e a universidade permitiram que ambos chegassem a um acordo para que a instituição se submetesse às avaliações do MEC. Um dos pontos acordados, de acordo com Decca, é que a participação de estudantes da Unicamp no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estduantes) é voluntária.  Em outras instituições, os alunos são obrigados a fazer a prova, sob pena de não obterem o diploma. Com a adesão da Unicamp -uma das 27 instituições do país com IGC 5-, a USP é a única universidade do país a não participar das avaliações do MEC.