19/01/2015 / Em: Clipping

 


Unicamp aplica provas específicas do Vestibular 2015 nesta semana   (EPTV – Virando Bixo – 19/01/15)

Mesmo após o término da 2ª fase do Vestibular 2015 da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), alguns candidatos ainda têm um compromisso nesta semana. A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) começa a aplicar nesta segunda (19) as provas de Habilidades Específicas. Estão aprovados para fazer essas provas 525 candidatos aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança.



Ensino além da retórica  (Folha de S.Paulo – Editorial – 17/01/15)

Divulgados na terça-feira (13), os resultados do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) trazem alguns motivos para preocupação.  Considerados apenas os concluintes da última etapa escolar, a nota média em redação e matemática de 2014 ficou, respectivamente, 10% e 7% abaixo da atingida no ano anterior. No caso da prova escrita, a pontuação média (471,8) não chegou nem à metade do máximo possível (1.000).  O desempenho dos alunos veio a público duas semanas depois de, no seu discurso de posse no Ministério da Educação, Cid Gomes (Pros) ter prometido uma reforma no ensino médio. Os péssimos indicadores do Enem decerto reforçam a necessidade de mudanças. O ministro também acerta no foco. Essa etapa de ensino tem registrado os piores resultados no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica); além disso, foi a única cuja nota ficou estagnada na última avaliação.

Setor de educação reage a ajuste fiscal do governo Dilma  (Folha de S.Paulo – Mercado – 19/01/15)

O ajuste fiscal do segundo governo Dilma Rousseff provocou um curto-circuito no mercado de ensino superior privado, cuja expansão foi uma das marcas do primeiro mandato da presidente.  Com ações desabando na Bolsa, empresas do setor pressionam o Ministério da Educação a rever portaria editada no apagar das luzes de 2014 para endurecer as regras do financiamento a estudantes.  Sem anúncio prévio ou justificativa oficial, a medida impôs uma pontuação mínima no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) aos interessados em tomar recursos públicos para bancar as mensalidades da rede privada. Além disso, reduziu o fluxo de pagamentos do governo às empresas mantenedoras. Procurado pela Folha, o Ministério da Educação afirmou que o objetivo foi aprimorar a qualidade do ensino superior, o que não explica a restrição aos pagamentos.

Para escolas, inclusão de jovens fica mais difícil   (Folha de S.Paulo – Mercado – 19/01/15)

As entidades representativas do setor querem uma revisão das novas regras do Ministério da Educação, cujo titular, Cid Gomes (Pros), não estava no posto quando a portaria foi editada.  “O Fies e o Prouni [que dá bolsas de estudo a alunos da rede privada] foram programas instituídos por lei. Como você altera uma lei criada dentro do Parlamento por meio de portaria? Vamos entrar na Justiça contra isso”, afirma Amábile Pacios, presidente da Fenep (federação das escolas particulares).  Para ela, as novas regras criam “insegurança jurídica” e terão impacto no orçamento das empresas do setor.  Analistas de mercado afirmam que a mudança traz de fato insegurança, mas entendem que o setor continua com potencial de crescimento (leia texto ao lado).