21/07/2009 / Em: Clipping

 


Estar por dentro de atualidades ajuda na redação do Enem, afirmam especialistas  (UOL – Vestibular – 21/07/09)

Saber o que está acontecendo no mundo pode ajudar na hora de fazer a redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009. “Da minha experiência nas provas do Enem, percebo que todas as redações do exame sempre têm foco em atualidades”, diz a professora de português do Colégio Vértice, Liliana Castanho. Para quem está apreensivo com o Enem, vai uma boa notícia: nada se altera na redação, diferentemente da parte objetiva do exame, que teve o número e o conteúdo das questões ampliados. “O modelo da redação será igualzinho ao dos anos anteriores. Não mudaram os critérios”, afirma Heliton Ribeiro Tavares, diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira), órgão responsável por toda a logística e aplicação da prova. A redação contará como parte da nota da seleção de calouros para universidades e institutos federais. Durante as próximas terças e quintas-feiras, o UOL Vestibular trará uma série de matérias com dicas para você se preparar para o Enem 2009.



UNICAMP: MESMO QUEM ZERAR NA REDAÇÃO PODE USAR RESULTADO  (Folha de S.Paulo – Fovest – 21/07/09)

A Unicamp decidiu neste ano aceitar o resultado da parte objetiva do Enem para compor a nota do seu vestibular mesmo dos candidatos que zerarem na redação. A decisão ocorreu porque o MEC só divulgará a nota da redação em 8 de janeiro, depois que a lista dos convocados para a segunda fase já tiver saído, em 16 de dezembro. O exame pode contribuir com até 20% da nota da 1ª fase. A instituição só vai aceitar o resultado do Enem 2009.



Inscrições do Enem caem em SP  (O Estado de S.Paulo – Vida& – 21/07/09)

O Estado de São Paulo registrou uma queda de 5,45% nas inscrições para a edição deste ano do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além de São Paulo, somente Rondônia também apresentou decréscimo de inscritos. Nos outros Estados, houve aumento no número de interessados em prestar o exame, que totalizou 4,576 milhões de inscritos, número superior ao recorde do ano passado,quando 4,018 milhões de alunos fizeram a inscrição. A queda em São Paulo pode ser atribuída ao fato de que as universidades estaduais públicas–USP, Unesp e Unicamp – ,que têm mais procura no Estado, Não fazem parte do grupo de instituições que aderiram ao novo Enem como prova única ou como primeira fase do vestibular,como aconteceu em várias federais. As três universidades federais do Estado – Unifesp, UFSCar e Universidade Federal do ABC (UFABC) – aderiram ao Enem de forma diversa. Alguns cursos da Unifesp adotaram o exame como prova única e outros como primeira fase. Já a UFSCar utilizará como 50% da nota e a UFABC como fase única. Das 55 federais no País, 25 adotaram o Enem como vestibular (prova única).“Em São Paulo, a dinâmica do Enem é diferente.  O aluno pode não achar que vale a pena se inscrever porque já sabe como funciona o acréscimo da notado exame nas provas da USP,Unicamp e Unesp”, afirma Vera Antunes, coordenadora do Curso Objetivo.Segundo ela, as universidades federais não têm tanta tradição no Estado como ocorre em outras regiões.O diretor-geral do Cursinho da Poli, Gilberto Alvarez, concorda.“A quantidade de vagas nas universidades federais no Estado sempre foi baixa.”Para Carlos Eduardo Bindi, coordenador-geral do Colégio Etapa, a diminuição pode ser explicada levando em Consideração a maior dificuldade do novo exame e o encerramento das inscrições nas férias. “A motivação para fazer o Enem em São Paulo é pequena. O novo exame ajuda a disciplinar ingresso nas universidades federais de outras regiões.”O ministro da Educação, Fernando Haddad, não demonstrou surpresa com os 4,5 milhões de inscritos no Enem, apesar de a estimativa inicial ter sido de algo entre 6 milhões e 8 milhões de candidatos.“Como se estava juntando o Enem e o Encceja, tínhamos que prever no edital de licitação o máximo possível”, disse o ministro.Com a adesão das universidades federais,a expectativa era de um número de candidatos muito maior. No entanto, Haddad alega que, até o ano passado, com a possibilidade das inscrições serem feitas em papel e na internet, havia duplicidade. “Este ano, não. Com as inscrições só pela internet temos 4,5milhões de CPFs. É o dobro do número de concluintes (do ensino médio) no País.”O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) também considera o número satisfatório. “É excepcional, além das expectativas”,disse Heliton Tavares,diretor de avaliação da educação básica do Inep.