28/03/2016 / Em: Clipping

 


Unicamp publica a relação de aprovados na 8ª chamada do Vestibular 2016   (EPTV – Virando Bixo – 23/03/16)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) divulgou nesta quarta (23) a lista de aprovados em 8ª chamada no Vestibular 2016 e uma lista de espera. Todos os convocados deverão realizar a matrícula no dia 30 de março, das 9h às 12h, exclusivamente em Campinas, no prédio da Diretoria Acadêmica (DAC).



Ensino superior foi atropelado pela sede de dinheiro fácil e votos   (UOL – Opinião – 24/03/16)

Ao ler a matéria na Folha, do último dia 7, “Mais universitários trancam cursos do que concluem graduação“, fiquei intrigado porque, para quem segue os cursos de graduação a partir das licenciaturas, isso era um dado real antes mesmo da enorme expansão das vagas a partir do primeiro governo Lula. A novidade –porque o novo é uma coisa, e a novidade, uma outra coisa– é que agora temos números alarmantes e manchete de jornal para uma realidade que já vinha minando o sistema de educação superior há um certo tempo. O Brasil, sem que isso seja uma singularidade macunaímica, teima em inventar a roda a todo momento. Por que antes de expandir as vagas desordenadamente não se investigou as tendências de crescimento nos outros países? A resposta, infelizmente, é simples: interessava o número da expansão, e não a sua qualidade e verdadeira contribuição para o desenvolvimento nacional, que, em consciências sadias, seria o de se esperar do grande investimento na abertura de novas vagas na educação superior.



A bendita compreensão de texto   (Folha de S.Paulo – Cotidiano – 24/03/16)

Publicado recentemente, o estudo “Analfabetismo no Mundo do Trabalho”, do Instituto Paulo Montenegro e da ONG Ação Educativa, informa que apenas 8% dos brasileiros podem ser considerados proficientes em português e matemática. É só mais uma prova de que os 31 anos de governos civis não foram capazes de desfazer o que a ditadura militar fez com a educação no país. Quando eu era moleque, a escola particular (com exceções, é claro) era o famoso “PPP” (“Papai pagou, passou”). A ditadura destruiu a escola pública, e os governos civis não foram capazes de recuperá-la. A escola privada de hoje também não é um mar de excelência. Não preciso dizer o tamanho da catástrofe que o estudo aponta. Vê-se isso na prática, em milhares de exemplos concretos. Os nossos caminhoneiros, por exemplo, não conseguem entender as placas que indicam a altura máxima que um caminhão pode ter para passar embaixo de um viaduto ou ponte. Os nossos engenheiros não conseguem fazer cálculos corretos quando constroem edifícios, pontes etc. (não sou eu que digo isso; é o próprio Crea).



Mais de 1 milhão de jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola, segundo Censo Escolar 2015    (Veja – Educação – 23/03/16)

Anunciado na terça-feira (22), o Censo Escolar de 2015 revela que há 1,6 milhão de jovens de 15 a 17 anos fora da escola. Outros 8,1 milhões de alunos cursam o ensino médio, segundo levantamento com dados de todo o país, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, todos os alunos que não estão nas salas de aula brasileiras já foram identificados e a partir de abril, as famílias serão visitadas “uma a uma”, com finalidade de matricular os adolescentes e crianças em idade escolar: “A dificuldade é como a gente convence o adolescente a voltar para a escola”, disse.


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Estudantes de medicina de Jundiaí (FMJ) escancaram preconceito

Sou fã da Pré-intermed, já participei de algumas como competidor e como torcedor, joguei basquete (meu esporte de criação), handball, competi também no atletismo (medalha de bronze em salto em altura – aqui eu quis me mostrar) e xadrez (nunca perdi uma partida – mais uma vez quis me gabar). Me formei em medicina pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e me lembro de sempre ficar ansioso por causa dessa semana que mexia com nossos nervos, mas ao mesmo tempo testemunhava cenas que realmente eu não concordava, como brigas e agressões entre as torcidas.