28/06/2013 / Em: Clipping

 


Movimentos populares devem ser mais cobrados nos vestibulares   (Globo.Com – G1 Vestibular – 28/06/13)

Os protestos que marcaram o Brasil nos últimos dias e ainda ocorrem em alguns estados vão fazer com que outras mobilizações sociais registradas na história sejam mais cobradas nos vestibulares deste ano, segundo professores de cursinhos ouvidos pelo G1. Os educadores citam eventos como Diretas Já, Revolução Francesa, Primavera Árabe, Passeata dos Cem Mil, entre outros. O assunto também deve inspirar temas de redação, de acordo com os especialistas, que podem cobrar conhecimento sobre movimentos sociais de forma geral. Se vão cair questões específicas sobre o movimento atual no Brasil não é consenso entre os professores. Alguns educadores consideram que o fenômeno ainda não possui um desfecho, o que dificulta as análises, por isso não deve aparecer em forma de perguntas nos principais vestibulares. Outros acreditam que apesar do processo ainda estar em curso, algumas consequências concretas já podem ser citadas, como a revogação do aumento das tarifas do transporte público em algumas capitais, a derrubada da PEC 37, que tentava limitar o poder de investigação do Ministério Público, e a lei que transformou corrupção em crime hediondo.

Conselho de Graduação da USP aprova bônus para candidatos negros  (Globo.Com – G1 Vestibular – 27/06/13)

O Conselho de Graduação da Universidade de São Paulo (USP) aprovou, em reunião realizada nesta quinta-feira (27), uma proposta que amplia o Programa de Inclusão Social (Inclusp), criado para incentivar o acesso de estudantes de escolas públicas à instituição. Entre as mudanças está um bônus extra de 5% a estudantes pretos, pardos e indígenas que tenham feito o ensino básico na rede pública. Pela mudança, um candidato que se encaixe nestes requisitos poderá receber até 25% a mais na nota do vestibular da Fuvest. A decisão desta quinta-feira, porém, não é definitiva. A proposta ainda precisa ser votada pelo Conselho Universitário, que deve se reunir no dia 2 de julho. Caso seja aprovada, ela entrará em vigor para a próxima edição da Fuvest. O Inclusp entrou em vigor em 2007. Na última edição da Fuvest, dos mais de 10 mil calouros que entraram na Universidade de São Paulo (USP)  neste ano, 28,5% estudaram em algum momento da vida em escola pública.



Vestibular: licenciaturas estão entre os cursos menos procurados   (Terra – Vestibular – 28/06/13)

Com salários baixos e condições de trabalho muitas vezes precárias, são poucos os jovens que se interessam pela carreira de professor. Os números dos vestibulares de grandes universidades do Brasil comprovam o desinteresse: os cursos de pedagogia e licenciaturas estão entre os menos procurados nas instituições de ensino superior brasileiras. Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), 466 pessoas se inscreveram para o curso de pedagogia no vestibular de 2013. Cursos mais tradicionais, como arquitetura e jornalismo, foram procurados por 1.706 e 916 estudantes, respectivamente. O desinteresse entre as licenciaturas é mais explícito: química teve apenas 62 candidatos, e física, 148. As licenciaturas em teatro e artes visuais são os cursos menos procurados na federal gaúcha: foram 49 e 55 inscritos, respectivamente. Na soma, as licenciaturas e pedagogia têm 23,43% do número de inscritos para o curso mais procurado na UFRGS, medicina, e correspondem a 4,05% do total de candidatos do vestibular. Em outras universidades com conceito máximo no Índice Geral de Cursos – baseado na média ponderada das notas das graduações e pós-graduações de cada instituição -, a procura também é baixa: na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), pedagogia e licenciatura representaram 4,23% da procura por cursos no vestibular de 2013.



USP aprova bônus para negros   (O Estado de S.Paulo – Educação – 27/06/13)

A Universidade de São Paulo (USP) aprovou a criação de um bônus de 5% no vestibular para candidatos de escolas públicas que se declararem preto, pardo ou indígena. A USP sempre foi contrária a critérios raciais de bonificação. A criação de um cursinho preparatório para alunos de escola pública compõe o projeto. A proposta, aprovada ontem pelo Conselho de Graduação, representa o abandono quase total do plano do governador Geraldo Alckmin (PSDB), lançado em 2012 ao lado dos reitores da USP, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Um dos pontos mais polêmicos – um curso semipresencial que parte dos cotistas faria – foi descartado. De acordo com o novo texto, um aluno negro ou indígena que cursou a educação básica na rede pública poderá ter um bônus de até 25% na nota. Sem o critério racial, o bônus para a escola pública será de até 20%. O acréscimo máximo era de 15% na nota até este ano. Apesar de a proposta votada ontem ser resultado do posicionamento das 42 unidades da USP, ela tem de ser aprovada no Conselho Universitário para valer no próximo vestibular.



USP aprova bônus racial na nota do vestibular   (Folha Online – Educação – 27/06/13)

O Conselho de Graduação da USP aprovou na tarde desta quinta-feira (27) a criação de bônus de 5% na nota do vestibular para candidatos de escolas públicas que se declararem pretos, pardos ou indígenas. Hoje, não há benefício específico para esse grupo.  A novidade deve começar a valer já no próximo ano. Haverá ainda aumento do bônus para demais alunos da rede pública, que pode ir dos atuais 15% a até 20%.  Um aluno pardo que cursou o ensino básico na rede pública poderá ter um acréscimo de até 25% na sua nota no vestibular. Hoje ele só pode chegar aos 15%.  A instituição aposta no aumento dos bônus para atingir as metas do projeto apresentado em dezembro do ano passado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP).



A mais versátil das engenharias  (Correio Popular – Cenário XXI – 28/06/13)

Muitos adolescentes apaixonados por carros optam por engenharia mecânica e acreditam ue vão trabalhar somente com projetos de motores automotivos. A mecânica, no entanto,é uma das engenharias mais abrangentes e cobre diversas áreas. O profissional está apto a desenvolver, projetar e construir qualquer tipo de máquina ou equipamento. Além disso, trabalha com novas tecnologias, automação robótica, faz controle de qualidade, de produção e atua na área de energia, desenvolvendo desde turbinas eólicas a sistemas termoelétricos. No País, o engenheiro mecânico é um dos profissionais mais procurados pela indústria, principalmente nos setores de energia e meio ambiente, materiais e biociências, onde há falta de pessoal qualificado. E na Região Metropolitana de Campinas (RMC) não faltam multinacionais—como a Bosch, Eaton, Hyundai, Mitsubishi, entre outras — à procuradas melhores cabeças em mecânica. Pequenas empresas de tecnologia no entorno da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) também precisam de bacharéis para atuar em pesquisa e desenvolvimento de protótipos de máquinas. Por isso, a profissão, ainda que tradicional, foi apontada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) como uma das que vão estar em alta até o final da década. O coordenador do curso de engenharia mecânica da Unicamp, Eugênio José Zoqui, afirmou que existem vários engenheiros mecânicos trabalhando, inclusive, no ramo da construção civil. “Eles são necessários para projetos de estruturas de pontes, rodovias, ferrovias. É um engenheiro de uso muito amplo”, disse. Segundo ele, a profissão se divide em três grandes áreas: a mecânica dos sólidos, energia térmica e fluídos, e materiais e processos de fabricação.. Dentro desses segmentos, o engenheiro pode trabalhar até como designer de produtos e vendas de equipamentos. Muitos dos profissionais,por terem boa base em cálculo,acabam migrando para o mercado financeiro, atraídos por salários polpudos. “A sugestão que eu dou aos alunos é que eles primeiro ingressem no mercado de trabalho, antes de fazerem uma especialização. Eles precisam saber do que realmente gostam”, explicou Zoqui. O engenheiro mecânico de Campinas José Álvaro Martins Garrone, de 60 anos, não fez especialização, mas encontrou no ramo de caldeiras e vasos de pressão um futuro promissor. Antes de abrir suas duas empresas, trabalhou em diversas fábricas da região para adquirir experiência. Depois, começou a fazer, por fora, inspeções em firmas maiores. “Em pouco tempo, estava ganhando muito mais dinheiro nas vistorias do que no meu emprego regular”, disse Garrone. Ele abriu então sua primeira empresa de inspeção e começou a prestar serviços em multinacionais em todo o País. “Tenho clientes grandes, como a Samsung e a Bentley. Minha vida é na estrada ou na ponte aérea. Faço questão de acompanhar quase tudo.”Foi fazendo inspeções que o engenheiro percebeu que havia um grande nicho a ser explorado no mercado nacional: aferição de instrumentos e equipamentos. “Resolvi abrir minha segunda empresa, para emitir laudos de materiais para empresas”, disse. Além de comandar dois negócios distintos, Garrone ainda tem tempo para dar aulas de pós-graduação na Unicamp e na Faculdades Anhanguera. “Quando fico sabendo de algum engenheiro mecânico desempregado, sempre pergunto: como?  Mecânica é a engenharia mais demandada do País. Não falta emprego, principalmente na área de energia. E a nossa região tem um dos melhores mercados de trabalho do Brasil.”

Equipe da Unicamp vence Formula SAE de carro elétrico  (Correio Popular – Cenário XXI – 28/06/13)

A equipe Unicamp E-Racing, da Faculdade de Engenharia Mecânica, Elétrica e de Computação da Unicamp, foi a grande campeã na estréia da competição Formula SAE Electric, realizada na cidade de Lincoln, em Nebraska, nos Estados Unidos,no último sábado. A SAE Electricé uma modalidade de automobilismo com carros elétricos. O grupo, formado por 11 alunos, foi o único a realizar todas as provas  estatísticas e dinâmicas da competição, que teve20 equipes inscritas de universidades do mundo todo. A Unicamp E-Racing conquistou 985 de um total de mil  pontos,um índice nunca alcançado por uma equipe de fórmula SAE.Com carenagem em fibras sintética de aramida, o carro de Campinas é movido por motor elétrico acionado por 76 baterias de LiFePO4, que chegam a 300 volts e 120 cavalos de potência, limite estabelecido pelo regulamento da SAE International. Com uma carga de duas horas nas baterias, o carro roda 25 quilômetros. O veículo pesa 250 quilos e atinge velocidade máxima de 170 quilômetros por hora. O objetivo principal da F-SAE Electric é aumentar o conhecimento técnico na área de motores 100% elétricos para as novas gerações de engenheiros, responsáveis pelas últimas tendências da engenharia. Na Formula SAE Lincoln 2013, categoria a combustão e realizada no mesmo local, o Brasil foi representando pela equipe estreante Fórmula UFSM, da Universidade Federal de Santa Maria, do Rio Grande do Sul, que obteve a 27ª colocação na classificação geral da competição,resultado considerado muito bom pela SAE Brasil, em razão do elevado nível técnico dos veículos.As equipes Unicamp E-Racing e Fórmula UFSM ganharam o direito de representar o Brasil em Lincoln após conquistarem o primeiro e segundo lugares,respectivamente, nas categorias elétrica e combustão,durante a Fórmula SAE Brasil- Petrobras, realizada no final de2012, em Piracicaba.

Paixão por motores e máquinas define opção de vestibulando  (Correio Popular – Cenário XXI – 28/06/13)

O estudante do 3º ano do Ensino Médio em Campinas Henrique Hungari Rodrigues, de 17 anos , puxou do pai o gosto pela engenharia. “Mas ele mesmo me instruiu para não ir para a área de civil, que é a dele. Como sempre gostei de motores de carros e de máquinas industriais, meu pai disse que eu deveria prestar engenharia mecânica”, disse o adolescente. Henrique vai tentar
uma vaga na Unicamp e na Faculdade Politécnica, na Universidade de São Paulo (USP). O curso de engenharia mecânica tem dois anos de formação básica, com muita física, matemática, computação e química. Em seguida, começam as matérias específicas das engenharias e da formação profissionalizante, como resistência de materiais, mecânica de fluidos, transmissão de calor, processos de transformação,v ibrações e sistemas mecânicos.É necessário ainda desenvolver habilidades de desenho,indispensável para o projeto de máquinas. Dura em média cinco
anos.