29/05/2013 / Em: Clipping

 


Unicamp anuncia 240 vagas em dois novos cursos em Limeira   (EPTV – Virando Bixo – 29/05/13)

O Consu (Conselho Universitário) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) aprovou nesta terça-feira (28) a criação de dois novos cursos de graduação, que serão oferecidos pela FCA (Faculdade de Ciências Aplicadas), em Limeira. Serão 180 vagas em período noturno para o curso de bacharelado em administração e outras 60 vagas em período noturno para bacharelado em administração pública. O ingresso nas duas carreiras ocorrerá já a partir do Vestibular 2014. Com a criação dos dois novos cursos, serão extintos os de gestão do agronegócio, gestão de comércio internacional, gestão de empresas e gestão de políticas públicas.



Unicamp divulga calendário para vagas remanescentes   (Terra – Vestibular – 29/05/13)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) inicia no dia 20 de agosto de 2013 as inscrições do processo seletivo para vagas remanescentes de 2014. As inscrições poderão ser feitas até o dia 30 de agosto. As vagas oferecidas serão divulgadas no início das inscrições. Podem se inscrever no processo, alunos matriculados em cursos de graduação da Unicamp e de outras instituições de ensino superior, além de portadores do diploma reconhecido de curso superior diferente do curso pretendido. As informações sobre os programas das provas e critérios de avaliação de cada curso já estão disponíveis na página da Comvest na internet. O processo se realizará em três fases: exame de conhecimentos gerais (ECG), análise de compatibilidade de currículo e prova específica de conhecimento. Além dessas três fases, há provas de habilidades específicas para os seguintes cursos: arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais, dança e música.



Unicamp divulga calendário para vagas remanescentes 2014   (UOL – Vestibular – 29/05/13)

A Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp) divulgou nesta quarta-feira (29) o calendário para o processo de vagas remanescentes 2014 da instituição. As inscrições vão de 20 a 30 de agosto, e devem ser feitas exclusivamente pela internet. As vagas oferecidas serão divulgadas no início das inscrições. Podem se inscrever no processo, alunos matriculados em cursos de graduação da Unicamp e de outras instituições de ensino superior, além de portadores do diploma reconhecido de curso superior diferente do curso pretendido. As informações sobre os programas das provas e critérios de avaliação de cada curso já estão disponíveis na página da Comvest na internet.



USP lidera ranking latino pela 3ª vez seguida

Se comparada às universidades da vizinhança, a USP figura –de novo– no primeiro lugar em qualidade de ensino na América Latina. A conclusão é de um ranking de 300 universidades da região divulgado pelo grupo britânico QS, que faz listagens de instituições regionais e de outras partes do mundo.  Ao lado da USP há outras brasileiras entre as dez primeiras: Unicamp (3º lugar) e as federais do Rio de Janeiro (8º) e de Minas Gerais (10º). O Brasil é o país com mais universidades no ranking: são 81 no grupo (80% delas são públicas). O segundo colocado, México, tem ao todo 49 instituições. Último paísda lista, Honduras tem apenas uma no ranking. A USP é também a primeira colocada no país no RUF (Ranking Universitário Folha), lançado em 2012.  O reitor da Universidade de São Paulo, João Grandino Rodas, comemorou a posição na listagem. À Folha ele disse que o resultado representa um “significativo reconhecimento da universidade”. Mas se a comparação for além da América Latina, o Brasil vai para o final da fila. A mesma USP está em 139º lugar no QS global lançado no ano passado. A Unicamp vai para 228º na mesma lista. No topo das listagens mundiais estão instituições dos EUA e do Reino Unido. “Os critérios dos dois rankings [mundial e latino-americano] mudam. Os rankings mundiais têm indicadores que favorecem mais as universidades de língua inglesa”, explica o linguista da Unicamp e especialista em ensino superior Carlos Vogt. Entre esses critérios está o “indicador de impacto”, que conta quantas vezes cada trabalho acadêmico foi mencionado em artigos científicos. No ranking latino-americano do QS, esse critério vale 10% das notas recebidas pelas universidades. No ranking global, sobe para 20%. Professores com doutorado valem também 10% no regional; a titulação não entra na conta mundial. “A maior parte da produção científica dos países latino-americanos está na sua língua-mãe”, explica Vogt. A publicação científica em inglês é, para Ben Sowter, coordenador da pesquisa do QS, o “grande desafio” das universidades brasileiras. “O inglês é a língua oficial da ciência”, diz Sowter.

Universidades do Brasil dão passos importantes, mas podem melhorar   (Folha de S.Paulo – Cotidiano – 29/05/13)

O novo ranking do QS das universidades da América Latina traz poucas mudanças em relação aos anos anteriores. A USP continua no topo (onde está desde a primeira edição desse ranking). Entre as 100 primeiras, 28 são brasileiras. O Brasil tem uma posição de destaque na região.  O esforço de fomentar a pós-graduação de qualidade, com um rigoroso processo de avaliação acadêmica desde os anos 1970, sem dúvida é um dos responsáveis por isso. Atualmente, há uma presença importante de estudantes de pós-graduação latino-americanos no Brasil.  O que isso representa no cenário mundial? Ainda quase nada. No ranking mundial do QS, que usa critérios ligeiramente diferentes, mais voltados para pesquisa e internacionalização, a USP, primeira da América Latina, aparece em 139º. Apesar de todas as limitações que os rankings têm, isso dá uma boa medida da nossa relevância.  As universidades da região só conseguirão posições de destaque se entenderem a importância do uso da língua inglesa no meio acadêmico. Somente ensinando em inglês poderemos atrair os melhores estudantes e pesquisadores de fora da América Latina.  Existe hoje uma enorme competição por talento no mundo. O Brasil vem dando passos importantes nessa direção com iniciativas como o programa Ciência sem Fronteiras, que tem o objetivo de enviar 100 mil estudantes para universidades de qualidade no exterior até 2014. Os próximos anos devem contemplar um forte aumento no número de pessoas buscando educação superior e uma mudança radical na forma de aprender devido à incorporação das tecnologias de educação de massa (os chamados Moocs) como complemento à formação tradicional oferecida. Se o Brasil entender a importância disso e se adaptar às novas formas de educação, poderemos sonhar em passar de líderes regionais para atores de relevância mundial.

LEANDRO TESSLER é físico da Unicamp, onde foi coordenador de Relações Internacionais e coordenador executivo da Comissão Permanente para os Vestibulares



Curso de ciências do esporte na Unicamp terá disciplina de pôquer   (Globo.Com – G1 Vestibular – 29/05/13)

Aprimorar o processo de tomada de decisões de risco em curto espaço de tempo. Esse é um dos principais objetivos da aula de pôquer, do curso de ciências do esporte da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A nova disciplina Tópicos Especiais em Ciências do Esporte – Fundamentos do Pôquer será ministrada a partir do segundo semestre deste ano na Faculdade de Ciências Aplicadas, em Limeira (SP). Cristiano Torezzan, professor responsável pela iniciativa, explica que a intenção da Unicamp e criar um espaço para discutir e compreender o pôquer como esporte da mente, além de aplicar seus fundamentos estratégicos e matemáticos nas diversas situações do dia, relacionadas as áreas de administração e economia, por exemplo. “É importante frisar que nosso objetivo não é ensinar a jogar pôquer. E sim, utilizar os conceitos do jogo, usados na hora das tomadas de decisões, para aprimorar o raciocínio lógico e matemático do aluno”, revelou Torezzan. A modalidade do esporte que a universidade usará durantes as aulas será a Texas Holdem, a principal no mundo, segundo o professor. Torezzan lembra ainda que a Unicamp e todos aqueles envolvidos com a disciplina são totalmente contrários a qualquer tipo de jogos de azar, seja no espaço universitário ou fora dele, bem como qualquer tipo de aposta envolvendo dinheiro. No MIT (Massachussets Institute of Technology) há uma aula semelhante e o tema é abordado em diversas outras universidades como em Harvard e na Universidade de Alberta, no Canadá.



Unicamp é a 3ª em ranking latino  (Correio Popular – Cidades – 29/05/13)

Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ficou em terceiro lugar pelo terceiro ano consecutivo no ranking britânico Quacquarelli Symonds (QS) de melhores universidades da América Latina. A nota da instituição, porém, caiu. A Unicamp recebeu 97,40 de pontuação, ante 97,55 em 2012. O primeiro lugar foi novamente da Universidade de São Paulo (USP), que obteve a avaliação máxima na classificação,100. Das dez instituições mais bem colocadas na lista, quatro são brasileiras. As outras duas são as universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ), em oitavo, e de Minas Gerais (UFMG),em décimo (veja no quadro).O ranking foi divulgado ontem pelo grupo de pesquisa, que faz listagens de escolas de Ensino Superior do mundo todo. Este é o terceiro ano que a entidade faz um levantamento específico para a América Latina. A avaliação leva em consideração itens como reputação da instituição na academia e no mercado, trabalhos publicados por docentes, proporção de professores por aluno e impacto da escola na internet. Para a pró-reitora de Pesquisada Unicamp, Gláucia Pastore, a pesquisa científica de ponta e a excelência da instituição em cursos de pós-graduação são as qualidades que colocam a universidade entre as melhores latino-americanas. “A Unicamp tem como tradição a produção científica que envolve temas de relevância nacional e internacional. Por isso, conseguimos esse destaque, mesmo sendo proporcionalmente bem menor que a USP e que muitas outras instituições do ranking”, disse. Não são observados na classificação o volume e a relevância de trabalhos de extensão com a comunidade. A professora disse, no entanto, que essa é uma das principais preocupações na nova reitoria. “O conceito de universidade é de um local onde se debatam problemas que afetam diretamente a sociedade . A Unicamp está mais madura para atuar na propositura de soluções com a comunidade”, afirmou.Mas para a professora aposentada do curso de pedagogia da Unicamp e especialista em educação superior Helena Costa Lopes de Freitas, se os trabalhos de extensão fossem levados em conta, a universidade poderia cair algumas posições. “A Unicamp é uma boa universidade, muito bem colocada no quesito de produção científica. Essa é uma das políticas da universidade, mas é importante que o conhecimento se reverta para a sociedade em trabalhos de extensão”, considerou. A mesma crítica foi feita pela coordenadora do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Unicamp, a estudante de ciências sociais Carolina Figueiredo Filho. Além disso, para Carolina, o ranking é voltado para o mercado de trabalho. “A universidade deve ter uma função social maior do que somente formar  profissionais competentes para as empresas.Ela tem que fazer diferença no contexto social em que está inserida. E nisso, a Unicamp, que é extremamente fechada, deixa a desejar.”América Latina Na América Latina, o Brasil lidera o ranking de 300 universidades,com 81 instituições entre as mais bem classificadas. O México é representado por 50 universidades, a Colômbia por 42, e Argentina e Chile têm 30 instituições listadas cada. Em relação à lista de2012, algumas universidades melhoraram seu desempenho. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) galgou duas posições, subindo da 27ª para 25ª, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) subiu oito colocações,  passando da 49ªpara 41ª, e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) foi da posição 52 para a 44.Neste ano, foram observadas pequenas mudanças entre as dez melhores universidades,com a Universidad de Los Andes (Colômbia) superando a Universidad Nacional Autónoma  (México) e a Universidad de Chile, ocupando o quarto lugar.