30/11/2015 / Em: Clipping

 


Alta de 10% de candidatos negros é fruto de inclusão, diz diretor da Fuvest   (Globo.Com – G1 Vestibular – 29/11/15)

O diretor da Fuvest, Paulo Cugnasca, afirmou neste domingo (29) que o aumento do número de candidatos negros no vestibular da Universidade de São Paulo (USP) é justificado pelas políticas de inclusão adotadas. ”Mais pessoas se interessam pelo exame”, afirma. Neste ano, das 142,6 mil pessoas que buscam uma vaga na USP, 4,7% se declararam pretas e 17,5%, pardas – no total, há um crescimento de cerca de 10% da participação desses grupos em relação à Fuvest 2015. O vestibular deste ano também é marcado pela reserva de 13,5% das vagas para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) – houve adesão parcial dos cursos da USP, já que alguns, como o de medicina em São Paulo, continuam sem aderir ao Enem. Para Cugnasca, a porcentagem de vagas destinada ao Sisu pode tornar a prova mais concorrida e elevar a nota de corte. ”Mas temos que esperar para saber. Só aguardando o público para termos certeza se vai haver variação na nota de classificação”, diz.



Para professores, 1ª fase da Fuvest 2016 foi difícil, mas não surpreendeu   (Uol – Vestibulr – 29/11/15)

Os alunos que fizeram a primeira fase do vestibular 2016 da Fuvest suaram a camisa neste domingo (29). A prova, segundo os professores ouvidos pelo UOL, estava exigente e cansativa — principalmente na área de exatas e em geografia. Com 90 questões de múltipla escolha, o exame cobrou muitos conceitos (foi conteudista) e foi abrangente no que se refere aos temas selecionados. Isso exigia que os alunos não apenas soubesse o conteúdo do ensino médio, mas soubesse bem. “Algumas questões [de física, química e matemática] seriam mais de segunda fase”, afirma Luiz Carlos Belinello, coordenador de biologia do Colégio Objetivo. Ele explica que foram exigidos conceitos mais aprofundados, conteúdo típico das provas específicas da segunda etapa do processo seletivo. No entanto, os professores também foram enfáticos em dizer “não houve surpresa”. Para o diretor de ensino do Anglo, Paulo Moraes, a prova foi clássica. “Tinha jeito de Fuvest, tinha cara de Fuvest: abrangente e conteudista”, disse Moraes. A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) seleciona alunos para a USP (Universidade de São Paulo) e para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. 

Relação dos EUA com Cuba, escravidão e Uber são temas da Fuvest 2016   (Uol – Vestibular – 29/

As relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba, o papel da TV na ditadura militar e a importância da Transamazônica na ocupação da região Norte do País são temas cobrados na primeira fase da Fuvest, exame de acesso à Universidade de São Paulo (USP), neste domingo, 29. Outro assunto tratado, na prova de Inglês, foi a expansão de serviços sob demanda, como o Uber.Renata Fernandes, de 22 anos, foi uma das primeiras a sair da prova na Uninove da Barra Funda, na zona oeste da capital. Ela quer fazer Letras e disse que as questões de Ciências Humanas estavam mais fáceis e atuais.

58% das faculdades incluem sexualidade e gênero na formação de professores   (UOL – Educação – 26/

Pesquisa feita pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) mostrou que 58,27% das faculdades brasileiras incluem os temas sexualidade e relação de gênero no currículo básico da formação de professores. O estudo foi apresentado hoje (26), em seminário na capital paulista. Entre as instituições consultadas, 19,42% informaram que não adotam os assuntos na grade curricular, 11,15% incluem apenas relação de gênero, 5% trabalham apenas sexualidade e 6,42% não souberam responder. Mariana Braga, oficial de projetos da Unesco no Brasil, disse que o ambiente educacional do país apresenta uma violência de gênero muito forte.



Questões de matemática e de geografia da Fuvest exigiram mais dos alunos   (Folha Online – Educação – 29/11/15)

As questões de matemática, física e geografia foram os principais desafios dos alunos na primeira fase da Fuvest, na avaliação de professores. O exame ocorreu neste domingo (29). Segundo a organização da prova, dos 142.721 candidatos esperados para o exame, não comparecem 13.922. O índice de abstenção, de 9,8%, foi menor do que o registrado no ano passado, de 10,2%. O Anglo Vestibulares resolveu as questões da prova, que podem ser conferidas neste link: primeira fase da Fuvest. “Foi uma prova de média para difícil, para definir: uma prova clássica, na qual o aluno tinha de ter base conceitual”, afirmou o diretor de ensino do Anglo Vestibulares, Paulo Moraes. “O aluno tinha de saber a matéria. A Fuvest subiu nos últimos anos o nível da prova e vem mantendo um grau de dificuldade.” Na avaliação dele, um dos pontos que chamaram a atenção foi a presença de textos mais longos em inglês e história. “A prova em si vai cumprir o papel dela: selecionar os melhores. Mas, às vezes, há textos mais longos que podem assustar os alunos.” Segundo Moraes, as questões de matemática e de geografia foram consideradas as mais difíceis para os candidatos. Já as de história e biologia, fáceis.

Concorrência por vaga em medicina na USP mais do que dobra em dez anos   (Folha Online – Educação/Blog da Sabine – 27/11/15)

Quem quiser fazer medicina na USP hoje vai ter de suar bem mais a camisa do quem optou pelo curso há dez anos. A concorrência pela medicina mais do que dobrou nesse período. O antigo curso “medicina e ciências médicas” da USP tinha 33,21 candidatos por vaga no vestibular de 2006 –era a 13º carreira mais procurada da universidade. Vinha atrás do campeão publicidade (então com 61,66 candidatos por vaga), jornalismo (54,37) e educação física (40,12). Neste ano, 71,93 candidatos vão disputar cada vaga do curso de medicina da USP em Ribeirão Preto (interior de São Paulo) –isso é mais do que o dobro da demanda por “medicina” há dez anos. Medicina em Ribeirão Preto é o curso mais concorrido da USP nesse ano. Na lista dos cursos de maior demanda da USP, também estão psicologia em São Paulo (com 59,80 candidatos por vaga) e medicina na capital paulista (58,75 candidatos por vaga). A procura por medicina em Ribeirão Preto aumentou 30% em relação ao ano passado: são quase 22 candidatos a mais por vaga.

‘Se Brasil formasse médicos como professores, pacientes morreriam’, diz Mercadante   (Folha de S.Paulo – Mercado – 27/11/15)

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em seu gabinete em São Paulo

Mais profissionalização é a resposta do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, à análise de economistas de que falta qualidade ao ensino brasileiro e, sem isso, a economia do país não crescerá de forma sustentada.  A formação dos professores tem que se voltar para a prática, diz: “Se formássemos nossos médicos como formamos nossos professores, os pacientes morreriam”.  O ministro critica o desempenho das universidades que preparam os docentes —”principalmente no setor privado”— e diz que o MEC vai exigir contrapartidas para repassar as verbas dos programas federais.



Fuvest tem maior índice de abstenção em 15 anos   (Correio Popular – Cidades – 29/11/15)

A primeira fase da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) em Campinas, realizada neste domingo (29), teve o maior índice de abstenções nos últimos 15 anos: 13,36% (1.083) dos 8.101 candidatos ausentes nos quatro locais de prova da cidade. Desde 2001, a maior abstenção havia sido registrada em 2013, um índice de 10,73%.