01/04/2014 / Em: Clipping

 


Brasil vai mal em prova que avalia capacidade de solucionar problemas práticos   (Veja – Educação – 01/04/14)

Embora tenha exibido evolução, em número de pontos, na avaliação de matemática do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) entre 2003 e 2012, o Brasil fez feio no ranking que avalia a capacidade dos alunos de resolver problemas matemáticos aplicados à vida real. Com 428 pontos, o país ocupa a 38ª colocação entre os 44 países avaliados pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para se ter uma ideia, Cingapura, que lidera a lista, soma 562 pontos. Os estudantes brasileiros ficaram ainda muito abaixo da média da OCDE quando avaliado o desempenho na solução de problemas mais complexos, do nível 5: apenas 2% dos alunos brasileiros foram capazes de equacionar tais questões, que exigiam dos estudantes a completa compreensão da estrutura subjacente a um problema de complexidade moderada – o que indica que o aluno é capaz de pensar além, detectar dificuldades inesperadas ou erros e ajustar seus planos de acordo com as mudanças.



Quando universitários desistem do seu curso   (Universia Brasil – Notícias – 26/03/14)

Um estudo feito pela Public Agenda, organização de pesquisa, com mais de 600 pessoas entre 22 e 30 anos de idade revelou quais são os mitos e realidades sobre a desistência dos estudantes antes de conseguirem o diploma de graduação. Confira abaixo quais foram os resultados do estudo intitulado “With Their Whole Lives Ahead of Them” sobre a evasão dos universitários:  
 
Carga horária pesada
O primeiro mito indicado pelo estudo sugere que a maioria dos estudantes desiste da faculdade porque estão entediados com as aulas e não querem se esforçar. A pesquisa mostrou, no entanto, que os principais motivos para a desistência é a carga horária pesada daqueles universitários que precisam trabalhar para arcar com os custos dos materiais e das mensalidades. Os dados apontam que 54% dos entrevistados não conseguem lidar com o estresse causado pelo trabalho e universidade. Ao mesmo tempo, 56% desses estudantes afirmaram que a necessidade de trabalhar por período integral os impede de voltar para a faculdade mesmo juntando dinheiro. Além disso, 65% dos entrevistados afirmou que gostaria de voltar para a faculdade se tivesse condições de pagar pelo curso.