01/11/2011 / Em: Clipping

 


Unicamp completa 45 anos e busca internacionalização  (Globo.com – G1 – Vestibular – 01/11/11)

Com 36 mil alunos matriculados, seis campi no interior de São Paulo, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) completou 45 anos no início do mês de outubro e se consolidou com uma das principais universidades do país. Um dos desafios atuais é buscar a internacionalização trazendo professores que tiveram experiência fora do país para o corpo docente e promovendo intercâmbio entre alunos da Unicamp e de universidades estrangeiras. Atualmente cerca de 1.500 alunos da Unicamp estudam temporariamente fora do país, principalmente em instituições da França, Estados Unidos e de diversos países da América Latina. Os alunos são contemplados com bolsas de estudos e permanecem no intercâmbio entre seis meses a um ano. De fora do país para a Unicamp costumam vir com mais frequência estudantes da Colômbia e do Peru. Cerca de mil estrangeiros estudam hoje na Unicamp.”A internacionalização não é sair bem na foto internacional, é proporcionar maior qualidade na formação do aluno. Trazer culturas e línguas diferentes é uma forma de fazer uma universidade melhor”, afirma Leandro Russovski Tessler, da Coordenadoria de Relações Institucionais e Internacionais (Cori) da Unicamp. Para internacionalizar o corpo docente, a Unicamp criou o programa Professor Visitante do Exterior e já conta com cinco professores em atividades. O projeto começou no final de 2009 com anúncios em veículos de comunicação estrangeiros pedindo currículos. Hoje o banco de dados possui cerca de 200. Alguns docentes, então, são convidados para uma visita e caso sejam aprovados são contratados temporariamente por até dois anos.



UFMT reserva 50% das vagas para cotistas  (O Estado de S.Paulo – Vida& – 01/11/11)

O Conselho de Ensino e Pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT )aprovou a implementação de cotas raciais e sociais na instituição a partir de 2012. A decisão foi tomada Após reunião que durou cerca de seis horas. No final da votação, a reitora Maria Lucia Cavalli Neder disse que a decisão configura “um fato histórico”. Ficou definido que, do total de vagas da UFMT, 30% estão destinadas aos estudantes oriundos integralmente do ensino publico e 20% para negros que também tenham estudado integralmente em escolas publicas. A discussão a respeito das ações afirmativas começou na UFMT em 2002. Em 2003, resolução do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) criou sobre vagas em até 30% para brancos pobres (45% das vagas), negros pobres (45% das vagas) e indígenas (10% das vagas). A proposta nunca foi normatizada, com exceção do Programa de Inclusão Indígena (Proind). Em marco deste ano, a UFMT recebeu recomendação do Ministério Publico Federal solicitando a imediata implementação do sistema de sobre vagas. Polêmica. A questão das cotas divide a comunidade acadêmica e escolas do ensino médio, professores e entidades estudantis fizeram manifestações durante a votação no conselho. Após dez anos ocorrera uma avaliação para aliar o saldo e decidir pela continuidade ou não das cotas dentro da universidade. A reitora da UFMT não descartou que, a partir de 2012, também sejam criadas 5% de sobre vagas. Dos 48 conselheiros que participaram da votação de ontem, 32 foram a favor, 9 contra e 6 se abstiveram.



Inscrições para o ProFIS da Unicamp terminam nesta sexta  (EPTV – Virando Bixo – 31/10/11)

As inscrições para o ProFIS (Programa de Formação Interdisciplinar Superior) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) terminam nesta sexta (4). Os interessados devem se inscrever no site www.prg.unicamp.br/profis. São oferecidas 120 vagas para alunos de escolas públicas de Campinas. Para participar, é preciso ter feito o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). As inscrições no ProFIS são gratuitas. Os estudantes serão selecionados de acordo com os desempenhos no Enem.