02/02/2016 / Em: Clipping

 


Notas de alunos cotistas superam a de não-cotistas na UFMG   (Pragmatismo Político – Educação – 27/01/16)

Cotistas que chegam à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) obtiveram notas supe-riores às dos não cotistas ingressantes em 2013, último ano em que o vestibular foi a porta de entrada para uma das maiores instituições públicas do Brasil. As informações foram divulgadas pelo jornal Estado de Minas nesta segunda-feira (27). Em Medicina, um dos cur-sos mais concorridos da Federal, os cotistas tiveram que alcançar a nota mínima de 750,02 pontos para garantir uma vaga, pontuação superior à que a ampla concorrência conquistou em 2013, de 685,3 pontos (veja a tabela abaixo). Neste ano, primeiro em que a reserva de va-gas foi aplicada na totalidade – 50% das vagas, conforme prevê a Lei das Cotas aprovada em agosto de 2012 –, os cotistas enfrentaram maior concorrência entre eles. “Os cotistas entram na UFMG mais bem preparados que os não cotistas de poucos anos atrás”, afirma o pró-reitor de Graduação, Ricardo Takahashi. Em 2013, a reserva de cotas era de apenas 12,5% do total de vagas.



SAT: ‘Enem dos EUA’ tem mudanças em 2016    (UOL – Educação – 01/02/16)

Se vestibular já é difícil, imagine encarar uma prova de seleção em outro idioma. Cada vez mais brasileiros topam esse desafio atrás do sonho de fazer graduação nos Estados Unidos. O Scholastic Aptitude Test (SAT) é um dos principais exames usados por universidades americanas para escolher candidatos. Neste ano, o SAT terá mudanças de formato. No último ano letivo dos Estados Unidos, entre 2014 e 2015, foram 3.934 brasileiros inscritos no SAT, 77% a mais do que os 2.225 que fizeram o exame entre 2010 e 2011. A nota é adotada como critério de seleção com outros componentes, como histórico acadêmico, cartas de recomendação e perfil do candidato.