02/09/2009 / Em: Clipping

 


Para Haddad, projeto de reforma universitária é acanhado e anacrônico   (Ministério da Educação – Educação – 01/09/09)

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira, dia 1º, que a proposta de reforma universitária que tramita na Câmara dos Deputados está “acanhada”. De acordo com Haddad, o texto do projeto de Lei 4212/04 ficou obsoleto em face às iniciativas tomadas nos últimos quatro anos – desde a criação do projeto – que, segundo ele, mudaram o quadro da educação superior brasileira. A consideração foi feita durante audiência pública na Câmara para discutir a reforma universitária. “Se o Congresso achar por bem retomar o texto, cuja tramitação estava parada, é necessário revisá-lo, já que o cenário do Brasil é outro”, afirmou o ministro. Ele ainda reforçou que o projeto é avançado em relação à Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, mas é “anacrônico”, em suas palavras, diante das mudanças ocorridas na educação superior desde 2005.



Em 2011, Unicamp terá mudanças no vestibular  (Jornal Cruzeiro do Sul – Educação – 31/08/09)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) estuda adotar mudanças em seu vestibular a partir de 2011. As alterações, que incluem aumento de questões na primeira fase e modificação na estrutura da segunda, devem ser anunciadas em breve. No entanto, a prova deste ano não terá nenhuma modificação. O projeto em discussão na universidade prevê um maior número de questões na primeira fase, atualmente composta por uma redação e 12 questões dissertativas de Matemática, Física, Química, Biologia, História e Geografia. Com a mudança, seriam adicionadas questões objetivas, abertas (que não oferecem alternativas na resposta) ou fechadas (formato de múltipla escolha).



MEC já testou questões do exame  (Gazeta do Povo – Vestibular – 31/08/09)

As questões que farão parte do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste ano foram testadas por cerca de 50 mil alunos do Brasil entre os dias 16 de junho e 3 de julho. O exame foi realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep) do Ministério da Educação (MEC) em 10 capitais, entre elas São Paulo, Rio, Salvador e Manaus. A intenção era verificar quais perguntas seriam consideradas fáceis ou difíceis por um público semelhante ao que fará o Enem. Especialistas em avaliação se dividem sobre a segurança de realizar um teste desse tipo. Alguns deles temem fraudes, já que as questões passaram pelas mãos de milhares de alunos e pessoas contratadas para aplicar as provas. Outros argumentam que essa é uma prática comum nos EUA e em exames internacionais que já usam a moderna metodologia do novo Enem. Para eles, seria quase nula a possibilidade de a prova vazar.