04/11/2015 / Em: Clipping

 


Cresce presença de estudantes pretos e pardos no ensino superior no Brasil   (Folha Online – Educação – 04/12/15)

Mesmo com as política de cotas raciais, a desigualdade entre brancos e pretos ou pardos permanece grande no ensino superior brasileiro. Em uma década (2004-2014), cresceu de 16,7% para 45,5% a proporção de estudantes pretos ou pardos de 18 a 24 anos que frequentavam o ensino superior (incluindo mestrado e doutorado). Nesse mesmo período, cresceu de 47,2% para 71,4% a proporção de estudantes brancos nessa faixa etária que cursavam o ensino superior.



USP é a 9ª melhor universidade dos países emergentes   (Veja – Educação – 03/12/15)

A Universidade de São Paulo (USP) subiu da 10ª. para 9ª. posição no ranking de instituições de países emergentes, feito pela revista britânica Times Higher Education (THE), referência internacional de qualidade de ensino superior. Na lista com 200 instituições, o Brasil tem 14 representantes, o melhor desempenho da América Latina, mas fica atrás de China (29), Taiwan (24) e Índia (16). A lista completa está no site da THE. Depois da USP, as melhores colocadas da atual edição são a Universidade Estadual de Campinas, na 24ª. posição, a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), na 43ª., e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na 89ª. As outras dez brasileiras no ranking são duas estaduais, duas particulares e seis federais. A campeã do ranking, pelo terceiro ano consecutivo, é a Universidade de Pequim, da China. As 200 instituições da lista deste ano são de 35 países – de 48 nações analisadas. Na edição anterior, apenas 100 universidades apareciam no ranking – o Brasil teve quatro representantes na ocasião.



Construindo o Brasil do futuro   (O Estado de S.Paulo – Apoio Siemens – 04/12/15)

Além de transformar o perfil dos profissionais, a digitalização também irá ampliar suas áreas de atuação, contribuindo para a construção do futuro do Brasil. Carreiras como engenharia, tecnologia da informação (TI) e finanças, por exemplo, já começaram a ganhar segmentações em decorrência da tecnologia. Um estudo do Bureau of Labor Statistics (BLS), do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, mostrou que as profissões de TI e engenharia vão crescer pelo menos 20% nos próximos anos. No Brasil, essa tendência já pode ser observada, como mostram duas pesquisas divulgadas no ano passado pela consultoria de Recursos Humanos Kelly Services, especializada em engenharia e tecnologia da informação, sobre o panorama de trabalho nas duas áreas em São Paulo. A cidade concentra a maior parte dos profissionais e das oportunidades – 30% do total de empregos de TI, com aproximadamente 90 mil vagas, e 30 mil engenheiros empregados, o que representa 14% do total dos talentos de engenharia do País. O relatório indica ainda que o emprego em TI cresceu três vezes mais do que o total de empregos na região, de 2010 a 2013. Para os engenheiros, o cenário também é promissor. Estima-se que o Brasil