04/12/2013 / Em: Clipping

 


Unicamp divulga aprovados para provas específicas de vagas remanescentes   (UOL – Vestibular – 04/12/13)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) divulgou nesta quarta-feira (4) a lista de convocados para as provas específicas das vagas remanescentes 2014. As provas serão realizadas de 9 a 14 de dezembro nas diferentes unidades de ensino da Unicamp. A lista tem 110 convocados.  As provas específicas de conhecimento serão compostas por até três disciplinas. Foram selecionados os candidatos que tiveram seus currículos julgados compatíveis pelas coordenações de graduação dos cursos, para os semestres onde há vagas. Os candidatos deverão consultar dia/hora/local das provas e/ou entrevista nesta página.



Unicamp convoca candidatos para vagas remanescentes   (EPTV – Virando Bixo – 04/12/13)

A Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp) divulga a lista de convocados para as Provas Específicas de Conhecimento do Processo Seletivo Aberto para as Vagas Remanescentes 2014. As provas serão realizadas de 9 a 14 de dezembro nas diferentes unidades de ensino da Unicamp. A lista tem 110 convocados. As Provas Específicas de Conhecimento serão compostas por até três disciplinas. Foram selecionados os candidatos que tiveram seus currículos julgados compatíveis pelas coordenações de graduação dos cursos, para os semestres onde há vagas.



Unicamp divulga lista para provas específicas de vagas remanescentes   (Globo.Com – G1 Vestibular – 04/12/13)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) divulgou na manhã desta quarta-feira (4) a lista de convocados para as provas específicas para as vagas remanescentes de 2014. A lista, que pode ser consultada no site da comissão, tem 110 convocados para as provas que vão ser aplicadas entre os dias 9 a 14 de dezembro. Para os candidatos que disputam uma vaga em cursos em que não há prova de habilidades específicas, essa é a última etapa do processo seletivo para o preenchimento das vagas remanescentes.

Avanços do país em aprendizagem são muito tímidos, diz especialista    (Globo.Com – G1 Vestibular – 03/12/13)

Especialistas em educação ouvidos pelo G1 afirmam que os dados do Pisa refletem uma melhora no ensino no Brasil em relação à última década, mas que a evolução no nível de aprendizagem dos estudantes da educação básica ainda é “tímida”. O Brasil foi o país que mais melhorou em matemática nos últimos dez anos, segundo ranking mundial de educação divulgado nesta terça-feira (3), mas ainda ocupa as últimas colocações da lista – 58° lugar entre 65 países. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, no entanto, considerou que o resultado do Pisa para o Brasil “foi uma grande vitória“. “Levando em conta que nós somos um dos países que mais avançou em matemática e o país que mais avançou na média, é uma grande vitória. (…) E acho que avançou pelo esforço do estado brasileiro, pela dedicação dos professores, que condições adversas ensinando nossos estudantes, e pelo próprio empenho dos estudantes”, afirmou o ministro.



A educação brasileira    (O Estado de S.Paulo – Opinião – 04/12/13)

O Brasil está avançando na educação, mas os países desenvolvidos e muitos países em desenvolvimento estão avançando ainda mais. Esta é uma das conclusões do relatório de 2012 do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês), mantido pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Realizado a cada três anos, o estudo foi elaborado com base nos rankings de três provas – matemática, ciência e leitura – aplicadas a estudantes de 15 anos de 65 países ou regiões econômicas delimitadas (como é o caso da província chinesa de Xangai).  Ao todo, submeteram-se às provas do Pisa de 2012 510 mil estudantes, dos quais 19.877 eram alunos brasileiros de 837 escolas. A amostra representa os aproximadamente 28 milhões de alunos dessa faixa etária nos países avaliados. O objetivo da avaliação é aferir o quanto os alunos aprenderam em sala de aula e se conseguem aplicar o conhecimento adquirido na solução de problemas reais em seu dia a dia.  Com 391 pontos, os estudantes brasileiros ficaram em 58.º lugar na prova de matemática, numa posição próxima à dos estudantes da Albânia, Jordânia e Tunísia.

‘É preciso trazer grandes alunos para a docência’   (O Estado de S.Paulo – Educação – 04/12/13)

O desafio do ensino brasileiro não é só lutar por mais recursos, mas definir prioridades de investimento. Essa é a avaliação do vice-diretor de educação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Andreas Schleicher. Para ele, o País enfrenta um desafio em dobro: melhorar a qualidade e trazer mais alunos para as salas de aula. O Brasil é uma economia emergente, mas vai mal nos rankings de educação. Como melhorar? O caminho para uma boa educação é longo. A qualidade do ensino não será melhor do que a qualidade dos professores. É preciso trazer grandes alunos para a docência e garantir que os estudantes terão a melhor aprendizagem. 

Seremos o País que foi do futuro, mas que não soube construí-lo    (O Estado de S.Paulo – Educação – 04/12/13)

O objetivo declarado do Pisa é medir e comparar o quanto e como os países participantes preparam seus jovens para uma vida adulta produtiva. O Pisa olha para o futuro por meio do gigantesco conjunto de dados educacionais que coleta sistematicamente. Desde a primeira edição, em 2000, o programa vem causando grandes mudanças de estado de espírito e de políticas públicas nas economias participantes, mesmo que boa parte delas já fossem, à época, mais desenvolvidas do que o Brasil do ponto de vista social, produtivo e educacional.  Em nós, brasileiros, os números preocupantes, assim como os relatórios técnicos e as grandes movimentações de política educacional nos demais países, causam indignação passageira, mas nenhuma posição substancial. Aceitamos as vergonhas do Pisa como um dado de nossa sociedade, que não só acha que prescinde da excelência escolar, como até a ridiculariza, assim como aceita, convive e saboreia diferenças sociais que os dados evidenciam.

Dezesseis cidades de São Paulo são pré-selecionadas para ter curso de Medicina   (O Estado de S.Paulo – Educação – 04/12/13)

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta terça-feira, 3, a lista de 42 municípios pré-selecionados para receber cursos de Medicina, iniciativa que também faz parte do Programa Mais Médicos. Na portaria do MEC no Diário Oficial da União, publicada nesta segunda, há 16 cidades do Estado de São Paulo. As regiões Norte e Nordeste do País ficaram com 12 representantes, menos de um terço dos escolhidos. Mais de 200 municípios se inscreveram para receber graduações de Medicina em instituições de ensino superior privado em seus territórios. Para serem selecionadas na primeira etapa, as cidades deveriam ter mais de 70 mil habitantes, não serem capitais de Estado e não contarem com graduação de Medicina. O prazo para que os municípios não selecionados entrem com recurso é 9 de dezembro.  Na segunda fase, as cidades deverão cumprir requisitos de infraestrutura, como presença de hospital de ensino, número de leitos e programas de residência. Há ainda uma terceira etapa, em que o MEC analisará o plano de melhorias dos equipamentos públicos e programas de saúde do município. O resultado final da seleção será divulgado pela pasta em 20 de dezembro.



‘Crianças mais pobres precisam ter acesso às melhores escolas’, diz responsável pelo Pisa   (Globo On Line – Educação – 04/12/13)

Para o Brasil cumprir sua meta de igualar sua qualidade de ensino à de países ricos, é preciso acelerar o ritmo de melhoria, investir mais em professores e dar aos alunos mais pobres as melhores escolas. É a opinião do principal responsável pelo Pisa, Andreas Schleicher, vice-diretor de Educação da Organização para a Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE). A entidade é a responsável pela aplicação do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), cuja e edição de 2012, divulgada nesta terça, mostra que o Brasil é um dos piores entre os 65 países analisados. Veja a entrevista com Schleicher a seguir.