05/01/2017 / Em: Clipping

 


Unicamp realiza entre 15 e 17 de janeiro a segunda fase do Vestibular 2017 (Jornal do Brasil – Ciência e Tecnologia – 04/01/2017)

 

Segundo a Comvest, 15.390 candidatos irão disputar as 3.330 vagas oferecidas pela universidade

 

A Unicamp realizará nos dias 15 , 16 e 17 de janeiro a segunda fase do vestibular 2017. Nesta etapa os candidatos deverão responder a questões dissertativas nas áreas de Língua Portuguesa, Literatura, Matemática, História, Geografia, Física, Química e Ciências Biológicas, além da redação.Todos os candidatos aprovados na primeira fase devem fazer todas as provas da segunda fase, independentemente do curso escolhido.

 

Segundo a Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp), 15.390 candidatos irão disputar as 3.330 vagas distribuídas nas áreas de Artes, Biológicas, Exatas, Humanas e Tecnológicas.Todos os candidatos aprovados na primeira fase devem fazer todas as provas da segunda fase, independentemente do curso escolhido.



ESTUDANTES SE PREPARAM PARA A 2ª FASE DOS VESTIBULARES DA FUVEST E UNICAMP (Vestibular Brasil Escola – Notícias – 05/01/2017)

 

Os dois maiores processos seletivos do país serão realizados nos próximos finais de semana

Os maiores vestibulares do Brasil aplicam suas segundas fases nos próximos fins de semana. A Fundação para o Vestibular (Fuvest) conta com provas entre 8 e 10 de janeiro, enquanto a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) recebe a etapa de 15 a 17 deste mês.

Entre milhares de participantes que disputaram a primeira etapa, composta por perguntas objetivas, mais de 22 mil continuam na disputa do Vestibular 2017 da Fuvest e mais de 15 mil no processo seletivo da Unicamp. Júlia Vieira de Camargo, de 19 anos, e Vitor Cardoso Monzillo, de 18, ajudam a compor este número de estudantes que estão na busca pela tão sonhada vaga nas universidades mais concorridas do país.

 



Professores dão dicas específicas para segunda fase da Fuvest e Unicamp (Jornal Dia Dia – Cursos e Concursos – 04/01/2017

 

Entre os dias 8 e 17 de janeiro acontecem a segunda fase dos vestibulares de duas das mais concorridas universidades do país, USP e Unicamp. Para ajudar os cerca 35 mil vestibulandos que enfrentarão as provas, o Me Salva!, empresa de educação que usa tecnologia para ampliar o ensino de qualidade em todo o Brasil, preparou algumas dicas, elaboradas por seus professores.

Preparação

Às vésperas da prova, o mais importante é manter a calma e revisar conteúdos por meio de resumos. Aqueles esquemas elaborados ao longo do ano – principalmente os idealizados e executados pelo próprio estudante – representam um adequado método para recordar a matéria.

 



Lei das cotas amplia inclusão e facilita acesso de deficientes à universidade (Hoje em Dia – Horizontes – 05/01/2017)

 

Como todo pré-vestibulando, Maria Izabel Ribeiro, de 53 anos, enfrentou uma bateria diária de estudos para realizar o sonho de cursar direito. Deficiente visual, ela contou com a ajuda de um voluntário que lia todas as matérias para que pudesse transcrever as partes mais importantes para o braile. Agora, nesse início de 2017, Izabel ganhou um “presente inesperado”: na última semana, pessoas com deficiência que fizeram o ensino médio em escolas públicas foram incluídas na lei de cotas.

A regra prevê a reserva de metade das vagas de universidades federais e estaduais ofertadas por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e das vagas de instituições particulares pelo Programa Universidade Para Todos (Prouni). Com a mudança, pessoas com deficiência passam a concorrer dentro dos 50% de oportunidades para cotistas, junto com alunos de baixa renda, negros, pardos e indígenas.

 



Lei de cotas para pessoas com deficiência em universidades federais já está em vigor (Agência Senado – Social – 05/01/2017)

 

Já está em vigor a lei que institui cotas para pessoas com deficiência em universidades federais. Ela foi sancionada pelo presidente da República, Michel Temer, no fim do ano passado. A Lei 13.409/2016 tem origem em projeto do Senado e altera a legislação sobre cotas no ensino superior federal, que já contempla estudantes vindos de escolas públicas, de baixa renda, negros, pardos e indígenas.

A lei acrescenta as pessoas com deficiência a essas cotas, de acordo com a proporcionalidade apontada pelo último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na unidade da Federação em que a instituição de ensino se localiza. Foi mantida a previsão de revisão da política de cotas no prazo de dez anos a partir da lei que instituiu o programa, ou seja, em 2022.

 



Reforma do Ensino Médio: o estado da questão (Paraíba online – Educação e Ciência – 05/01/2017)

 

A agenda econômica de fim de ano engoliu a agenda social do governo e praticamente apagou a agenda de reforma do ensino médio. Afora a avalanche de propaganda do governo sobre o tema, nada mais aconteceu. É verdade também que o recesso parlamentar contribuiu para a situação de desmemoria circunstancial do assunto.

A transição de calendário impõe, assim, que se relembre que a Presidência da Câmara remeteu, ao Senado Federal, o Projeto de Conversão n° 34, de 2016 (MP n°746, de 2016) com mudanças produzidas no texto oriundo da Comissão Mista que emitira Parecer sobre o tema. A Comissão de Educação da Câmara promoveu alterações importantes, postas, agora, à avaliação do Senado Federal.

 



Já não basta escolher entre Ciências, Humanas ou Exatas (El País – Inovações na Educação – 05/01/2017)

 

Especialistas incentivam os jovens a buscar mais de uma formação para atender às novas demandas

 

“Se perguntam o que você sabe sobre o genoma humano, já não vale responder que é da área de Humanas e isso não tem nada a ver com você”. Quem fala é Nieves Cubo, uma jovem de 25 anos que desenvolveu a primeira máquina de impressão 3D de tecidos humanos e que trabalha como pesquisadora do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC). Enquanto estudava Engenharia Eletrônica na Universidade Carlos III, na Espanha, ficou interessada em Química e combinou as duas carreiras. “Não tinham nada a ver e essa é a chave; os projetos interessantes nascem da fusão. O mundo não é mais como antes, não vale a pena escolher Ciências ou Humanas”.

A pesquisadora participou do evento “EL PAÍS com seu futuro”, realizado em Madri para orientar mais de 3.800 alunos do segundo ano do Ensino Médio e de Formação Profissional em seu caminho para a Universidade. Segundo Cubo, as profissões do futuro estão mudando e exigem pessoas curiosas que não estejam presas a uma especialidade, perfis com capacidade de aprender de forma permanente.

 



Estado quer reduzir taxa de evasão e repetência com escola em período integral (O Progresso – Notícias MS – 06/01/2017)

 

“Buscamos, com esta meta ousada, que o estudante aprenda bem, não se evada e avance, seja para uma universidade ou mercado de trabalho”

 

A implantação de 12 escolas estaduais de ensino médio em tempo integral em Mato Grosso do Sul, a partir deste ano letivo, inaugura uma nova metodologia educacional onde o aluno é o protagonista e com foco na aprendizagem e no combate à evasão e repetência, cujos índices na Rede Estadual de Ensino chegam a 26%. Oito escolas funcionarão em Campo Grande, e as demais, em Dourados, Corumbá, Maracaju e Naviraí.

“É uma educação integral em tempo integral, diferente do mais do mesmo”, definiu a secretaria estadual de Educação, Maria Cecília Amendola da Mota, ao apresentar a nova proposta pedagógica em coletiva à imprensa, na manhã desta sexta-feira, no auditório da Governadoria. “Buscamos, com esta meta ousada, que o estudante aprenda bem, não se evada e avance, seja para uma universidade ou mercado de trabalho”, acrescentou.

 



Mudanças devem ser mais profundas (GCN.net.br – Opinião – 08/01/2017)

 

FALTAM PROFESSORES COM FORMAÇÃO ADEQUADA NO ENSINO MÉDIO BRASILEIRO

 

No momento em que se discute uma verdadeira revolução no ensino público brasileiro, vê-se que o setor vive numa encruzilhada: ao mesmo tempo em que nem todos os que deveriam estão na escola, a evasão escolar também contribui para o baixo aprendizado dos estudantes brasileiros. Junte-se a isso a formação inadequada de muitos professores, a falta de atrativo que a profissão exerce e os grandes problemas sofridos dentro das salas de aula, como desrespeito e ameaças, vê-se que a questão é muito mais grave do que fazem parecer aos administradores públicos e legisladores.

Enquanto a situação não for encarada como grave e atacada com perseverança e coragem, dificilmente teremos condições de formar nossos futuros profissionais com proficiência. Deve-se mudar tudo, a partir da base. Do contrário, só seriam feitos remendos incapazes de cobrir o rombo do setor educacional brasileiro. A ONG Todos Pela Educação, ao compilar dados do Censo Escolar 2013, constatou que a maioria dos professores do ensino médio no Brasil (51,7%) não tem licenciatura na disciplina em que dá aulas. Outros 22,1% dos docentes que estão nas salas do ensino médio não têm qualquer licenciatura.