06/12/2013 / Em: Clipping

 


Governo critica ranking de universidades de países emergentes   (Terra – Vestibular – 05/12/13)

Após ficar de fora das 10 melhores universidades entre países emergentes, ranqueadas pela Times Higher Education (THE), o governo brasileiro apontou divergências sobre a metodologia usada pela instituição. Segundo o presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep), Luiz Cláudio Costa, alguns fatores da realidade brasileira são avaliados de maneira negativa. Dentre as queixas está o fato de o critério estrangeiro considerar negativo um elevado número de alunos por professor nas universidades, enquanto o Brasil tenta justamente ampliar o acesso ao ensino superior. Outro ponto divergente é o equilíbrio entre cursos de graduação e de pós-graduação. Para o instituto, quanto menor a diferença, melhor.



”O próximo passo é aumentar a internacionalização’    (O Estado de S.Paulo – Educação – 05/12/13)

O próximo desafio para as universidades brasileiras é agilizar o seu processo de internacionalização. A avaliação é do editor de rankings da revista Times Higher Education. Para ele, o idioma é um dos principais entraves para esse processo, não apenas no Brasil, mas entre as instituições de ensino latino-americanas em geral. O Brasil é uma das principais economias do mundo, mas não está tão bem no ranking. O que se pode fazer para mudar isso? Não há dúvidas de que o Brasil está fazendo um importante trabalho em algumas áreas, principalmente em universidades como a USP e a Unicamp, mas o próximo passo é aumentar a internacionalização. Em lugares como a China, por exemplo, há um grande esforço para atrair talentos internacionais, oferecendo salários competitivos. Outro problema é a burocracia.



Universidades: chinesas lá em cima, brasileiras lá embaixo   (Folha Online – Blog da Sabine – 06/12/13)

Nesta semana, um novo ranking de universidades do THE (Times Higher Education) mostrou, de novo, que as nossas universidades estão mal. A listagem avaliou as instituições de ensino superior especificamente do BRICs (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e de outros 17 países emergentes como Turquia, Tailândia e México. Nenhuma brasileira está no topo da lista.A USP, melhor do Brasil de acordo com o RUF (Ranking Universitário Folha), aparece em 11º lugar no novo ranking de países emergentes do THE (leia sobre isso aqui). No topo, há duas escolas da China: Universidade de Pequim e Universidade de Tsinghua. Os chineses, aliás, tem 23 universidades entre as 100 melhores do grupo. O desempenho do Brasil é bem pior: há quatro brasileiras. Além da USP, estão na lista a Unicamp (em 24º lugar), a UFRJ (60º) e a Unesp (87º).

MEC critica critérios de ranking universitário britânico  (Folha Online – Educação – 05/12/14)

O Ministério da Educação criticou indicadores adotados pelo ranking britânico THE (Times Higher Education) para listar as melhores universidades dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e outros 17 países emergentes.  O Brasil possui quatro instituições entre as 100 melhores, mas nenhuma delas está no topo da lista. As universidades são USP, Unicamp, UFRJ e Unesp.  “O Brasil na América Latina é absoluto. Ele apresenta quatro instituições, depois só temos o México com duas, Chile com duas e Colômbia com duas. Vários países que têm universidades muito mais antigas que as nossas que não se apresentam. (…) E mesmo considerando os padrões deles, estamos muito bem”, disse nesta quinta-feira (5) Luiz Cláudio Costa, presidente do Inep, órgão do MEC responsável pelo Enem.  Ele argumentou, por exemplo, que um dos indicadores do ranking considera a relação entre diplomas de graduação e pós-graduação das instituições.

Por que nossas crianças não querem ser cientistas?   (Folha Online – Blog da Sabine – 05/12/13)

Os dados do Pisa, avaliação internacional de estudantes feita pela OCDE em 65 países, são desanimadores para o Brasil. Estamos mal em todas as áreas: matemática, leitura e ciência. Dessas, a  área científica é a que mais preocupa. É em ciência em que vamos pior — e não melhoramos desde o último Pisa, de 2009 (leia mais aqui). O Brasil em 59º lugar na lista da avaliação de ciência, atrás de países como Cazaquistão, Jordânia e Malásia. Na minha tentativa de entender esses dados, conversei com uma especialista da PUC-SP, Ana Lúcia Manrique, que é coordenadora de uma pós-graduação em educação matemática, e ela fez uma pergunta bastante interessante:
“Por que os nossos alunos não querem ser cientistas?”



10 cursos mais concorridos dos vestibulares 2013   (Seja Bixo – 06/12/13)

Todos os anos, antes do início das provas dos vestibulares, as instituições de ensino divulgam a concorrência dos seus processos seletivos. Essa concorrência refere-se ao número de candidatos por vaga nos cursos ofertados. Quase sempre, o curso de Medicina é o mais concorrido. Neste ano, por exemplo, o curso de Medicina da UNESP chegou a concorrência de 185,3 candidatos/vaga. O sejabixo! realizou uma pesquisa com informações dos vestibulares 2013 e 2013/2 de 27 faculdades de todas as regiões do Brasil para chegar aos cursos mais concorridos. Veja abaixo o resultado: