08/03/2016 / Em: Clipping

 


Unicamp divulga quinta chamada do vestibular 2016; confira os nomes   (Globo.Com – G1 vestibular – 07/01/16)

A Unicamp divulgou nesta segunda-feira (7) a quinta chamada do vestibular 2016. A lista dos convocados pode ser acessada na página da Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest). Clique aqui para ver os nomes. Este ano, a universidade ofereceu 3,3 mil vagas em 70 cursos de graduação. A instituição prevê este ano até dez chamadas. A matrícula desta fase será feita, segundo a organização, na quinta-feira (10), das 9 horas às 12 horas, nos respectivos campi.


 
Vestibular 2016 da Unicamp: confira a lista dos aprovados em 5ª chamada  (EPTV – Virando Bixo – 07/03/16)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) divulgou nesta segunda (7) a lista de aprovados em 5ª chamada no Vestibular 2016. A matrícula presencial para os convocados nessa lista deverá ser realizada na quinta-feira (10), das 9h às 12h, na Faculdade de Odontologia (FOP), em Piracicaba; na Faculdade de Tecnologia ou na Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA), ambas em Limeira; ou no campus de Barão Geraldo, em Campinas, dependendo do curso para o qual foram aprovados. A 6ª chamada será divulgada na quinta-feira, com matrícula presencial no dia 15 de março.


 
Unicamp publica quinta chamada do Vestibular 2016   (UOL – Vestibular – 07/03/16)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) publicou nesta segunda-feira, 7 de março, a quinta chamada do Vestibular 2016. As matrículas serão realizadas na próxima quinta-feira (10). 

Quando a escola pública é desejada pela classe média?   (UOL – Educação – 08/03/16)

A baixa qualidade do ensino médio no Brasil, assim como a velocidade das mudanças e descobertas tecnológicas que ocorrem no mundo hoje, têm nos levado a perguntar: que escola queremos para que nossos jovens possam enfrentar os desafios do século 21? Pensar o ensino médio no Brasil é focar no jovem que formamos ao final da educação básica. Resultados de uma pesquisa realizada pelo Todos Pela Educação apontam que 57% dos jovens com 19 anos concluem o ensino médio, o que representa um avanço significativo em relação ao passado, embora o número ainda esteja longe de ser satisfatório. O Cenpec divulgou na semana passada os resultados de uma pesquisa sobre o ensino médio realizada nos Estados de São Paulo, Goiás, Pernambuco e Ceará. Uma das principais descobertas foi de que em todos os Estados pesquisados há uma política na qual a gestão das escolas é focada sobretudo na elhoria dos resultados dos indicadores de aprendizagem – por exemplo, o desempenho dos alunos em avaliações como o Saeb. As diferenças entre cada Estado estão na forma como eles articulam o currículo, o monitoramento, a avaliação e a formação de professores. Os dados também revelaram que não é possível falar de um ensino médio único para toda rede, uma vez que encontramos em todas elas diferentes formatos de escola, como o ensino regular, noturno, integral, técnico, profissional ou misto. A diversificação em si não é um problema, mas sim as desigualdades das condições dos stabelecimentos e das equipes de professores no interior de cada uma dessas redes, onde numa ponta encontra-se o ensino noturno com os piores indicadores e na outra, as diversas modalidades de escola em tempo integral que apresentam os melhores resultados. A ideia de oferecer um ensino de qualidade para todos cai por terra quando tentamos resolver nossos problemas de qualidade na educação de forma parcial, apenas para alguns, pois acabamos muitas vezes acentuando as desigualdades já existentes. Um exemplo se encontra nas escolas de tempo integral, que, mesmo quando são localizadas em áreas de mais vulnerabilidade social, selecionam de forma direta ou indireta os alunos com maior nível cultural e econômico, tornando-se atrativas para alunos de classe média.  



Futuro da educação superior: quem quer pagar para ver?   (Terra – Educação – 02/03/16)

Recentemente, Jeff Bezos, fundador e CEO da poderosa Amazon, afirmou em carta aos acionistas: “O futuro da Universidade Amazon é sólido ao passo que continuamos a ser a primeira universidade verdadeiramente global”. O texto destaca as conquistas dos milhares de alunos formados ao longo dos últimos 15 anos e a relevância que suas certificações vêm conquistando junto aos empregadores.   De forma semelhante, vemos outros gigantes desenvolvendo iniciativas voltadas para a educação superior. A Apple já emprega mais de 600 funcionários em sua divisão de educação superior. A Google já possui um ambiente para sala de aula que, quando adicionado ao seu extenso ecossistema de aplicativos e à sua consagrada ferramenta de busca, torna sua plataforma, de longe, a mais fabulosa do mercado. O risco nesse movimento é que empresas que originalmente eram “providers”, ou seja, forneciam soluções para a educação superior, decidam se tornar “players”, ou seja, decidam disputar o mesmo mercado de seus clientes. É um movimento que navega nas enormes transformações por que vem passando o mercado de trabalho. Um estudo da plataforma Linkedin mostrou que os títulos de cargos mais usados no ambiente, tais como “Desenvolvedor iOS”, “Analista de Mídia Digital”, “Arquiteto de Big Data” e “Especialista de Marketing Digital”, sequer existiam há 5 anos. Mas é um movimento silencioso, ao menos por parte das universidades tradicionais. A grande maioria delas não se deu conta ainda dessa movimentação, ou não acredita que haja algum risco nisso. Mesmo com toda revolução que a tecnologia trouxe nas últimas décadas, as universidades seguem intactas, como tem sido há séculos: professores dão aula, alunos copiam, há provas, salas de aulas, bibliotecas e laboratórios. Elas ficam discutindo coisas como acreditação, enquanto iniciativas como EdX, Udemy, NovoEd, Coursera, Udacity e outras já possuem mais de 20 milhões de alunos (alguém os conhece?). Elas ficando discutindo o doutorado de seus professores, enquanto Jeff Bezos afirma: “Estamos investindo substancial quantidade de dinheiro em inteligência artificial que poderá reduzir a necessidade de avaliadores humanos”.  Clayton Christensen, professor de Harvard, chama isso de “inovação disruptiva”. É aquela em que o negócio começa sem fazer muito barulho, em um mercado secundário ou mesmo inexistente, mas depois ganha volume e acaba entrando no mercado principal. Quando os grandes players desse mercado se dão conta, já é tarde demais.



Para atrair universitários, instituições oferecem descontos e crédito privado  (Folha de S.Paulo – cotidiano – 08/03/16)

Enquanto os financiamentos estudantis pelo Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) têm caído no Brasil, a busca por outras alternativas –como a oferta de descontos e o volume de crédito dado por instituições particulares a universitários– aumenta. Nesta segunda (7), a Folha revelou que o número de universitários que abandonam o curso superou o de matriculados em 2014, o último dado disponível. A crise econômica, a má qualidade de cursos universitários e da formação na educação básica estão entre as explicações. Em 2014, foram firmados 732 mil contratos pelo Fies, contra 311 mil em 2015. No primeiro semestre de 2016, foram 250 mil novos financiamentos. Sem divulgar números, a linha de crédito Pravaler, da Ideal Invest, disse que o volume de financiamentos aumentou cinco vezes em 2015 em relação ao ano anterior. Outras instituições financeiras também oferecem esse tipo de crédito. Em geral, no modelo de financiamento privado, o estudante paga metade da mensalidade, além dos juros, durante o curso –o restante é quitado nos anos seguintes à formatura, num período equivalente aos anos estudados. O site Quero Bolsa disse ter concedido 516,6 mil bolsas em 2015, contra 226,4 mil em 2014, um aumento de 128%. A página concede descontos de 10% a 80% em cerca de 400 faculdades brasileiras. A empresa informa que as matrículas elevam em 10% a receita das universidades privadas.

Enem já seleciona 25% dos alunos do ensino superior   (Folha de S.Paulo – Cotidiano – 08/03/16)

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) já é a ferramenta de seleção de 25% dos alunos do ensino superior brasileiro: são 1,2 milhão de ingressantes com a nota do exame. Adotado de forma mais abrangente pelas universidades federais, o Enem também tem sido usado por instituições privadas.