11/02/2011 / Em: Clipping

 


Unicamp divulga segunda chamada do vestibular  (Globo.Com – G1 Vestibular – 10/02/11)

A Universidade de Campinas (Unicamp) divulgou nesta quinta-feira (10) a lista dos alunos aprovados na segunda chamada do vestibular 2011. No total, foram convocados 1.502 estudantes. Os candidatos concorreram a 3.444 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp – Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. Os candidatos convocados devem se matricular no dia 16 de fevereiro, das 9h às 12h, nos respectivos campi, como consta no Manual do Candidato. O vestibular da Unicamp recebeu número recorde de inscrições com 57.201 candidatos na primeira fase. Destes, 16.644 candidatos foram aprovados para a segunda fase. Os candidatos que não foram convocados devem ficar atentos à divulgação das próximas chamadas. Estão previstas 11 no total. De 18 a 21 de fevereiro haverá a declaração eletrônica de interesse por vagas, em formulário disponível na página da Comvest para candidatos que fizeram a segunda fase, não foram eliminados por nota zero e que não tenham sido convocados para alguma de suas opções, até e inclusive a segunda chamada.



Unicamp divulga segunda chamada do vestibular 2011  (UOL – Vestibular – 10/02/11)

A matrícula será feita no dia 16 de fevereiro, das 9h às 12h, nas respectivas unidades. Candidatos matriculados na 1ª ou na 2ª chamada, inclusive os que aguardam remanejamento, devem fazer confirmação de matrícula em 21 de fevereiro, nos respectivos campi, das 9h às 16h.



Nível de acesso à universidade na América Latina é de 32% (Terra – Vestibular – 10/02/11)

O nível de acesso à educação universitária na América Latina é de 32%, bem abaixo dos 87% da Europa, 67% da Ásia e 62% dos Estados Unidos, disseram nesta quinta-feira analistas em Miami. Chile, Brasil e Colômbia são os países da América Latina com os maiores percentuais de estudantes que podem cursar estudos superiores. O assunto foi analisado no fórum “reforma e política educativa na América Latina: inovação, inclusão e alianças público-privadas”, organizado pelo Conselho das Américas e o Miami Dade College, com o objetivo de aumentar o acesso e melhorar a qualidade da educação.  Chile ocupa o primeiro lugar com 45% dos estudantes indo à universidade; o Brasil ocupa a segunda posição com 36%, seguido pela Colômbia com 34%, conforme Ricardo Cuenca, pesquisador do Instituto de Estudos Peruanos (IEP).  Vários países da região como a Colômbia, Peru e Panamá avançam em profundas reformas educacionais que ajudará a melhorar o nível dos estudantes e reduzir a lacuna social que só permite a um percentual bem baixo ingressar aos centros de educação superior, de acordo com os analistas. O sucesso das mudanças, afirmaram, está na consolidação dos convênios entre seus governos e a empresa privada. O modelo panamenho, por exemplo, passa pela necessidade de capacitar 40 mil docentes em conhecimentos de alta tecnologia e informática, disse a ministra da Educação do Panamá, Lucy Molinar. “Selecionamos 263 professores, considerados os melhores, para que sejam os primeiros a receber a capacitação da Microsoft.



Unicamp divulga segunda chamada do vestibular  (IG – Educação – 10/02/11)

A Unicamp divulgou nesta quinta-feira a lista de aprovados no vestibular em segunda chamada. Os 1.502 convocados pela internet ou no saguão do Ciclo Básico II da Unicamp, em Campinas, devem fazer matrícula no dia 16 de fevereiro, das 9h às 12h, nos respectivos campi: na Faculdade de Odontologia (FOP), em Piracicaba. Na Faculdade de Tecnologia, em Limeira. Na Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA), em Limeira e nas Unidades de Ensino, no campus da Unicamp em Campinas.



Diversão e cor na recepção a calouros da Unicamp  (Correio Popular – Cidades – 11/02/11)

O dia foi de muita festa para os estudantes aprovados na primeira chamada do vestibular 2011 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). As matrículas foram realizadas durante a manhã de ontem, nos respectivos campi. Os calouros foram recebidos pelos veteranos com água, tinta, música e muita diversão. Nem os pais conseguiram escapar das brincadeiras. Os candidatos que ainda não foram convocados devem ficar atentos às próximas chamadas. A previsão é de que sejam divulgadas 11 listas. A caloura Luísa Veríssimo Pierre, de 18 anos, veio com os pais de São Caetano do Sul para realizar a matrícula no curso de música. “Eu já estava esperando que ia ter trote e estou muito feliz”, diz. “Deveríamos ter trazido uma câmera para registrar esse momento. Estamos muito contentes com a aprovação dela”, diz a mãe Neusa Maria Pereira. Quem também esteve presente na Unicamp para fazer a matrícula do filho no curso de engenharia da computação foi Odila Piniano Pinheiro, mãe de Eduardo Piniano, de 18 anos. Eduardo faz tratamento de câncer no Centro Infantil Boldrini e, além do vestibular da Unicamp, foi aprovado nos vestibulares da Universidade de SãoPaulo (USP) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). “Gostaria que meu filho estivesse aqui participando do trote, mas ele está tendo a possibilidade de fazer o tratamento, que é o maior objetivo neste momento”, afirma Odila. Eduardo está internado no Boldrini para mais uma etapa do tratamento. A auxiliar administrativa Elaine Vanucchi fez questão de acompanhar o filho Vinícius, de 20 anos, aprovado no curso de engenharia elétrica. “O que ele mais queria era entrar nesse curso. Sinto me nas nuvens”, diz Elaine, que participou do trote junto com o filho. “Estou me sentindo aliviado por ter conseguido entrar”, diz Vinícius. A carioca Thaís Santana, de 17 anos, veio direto do Rio para fazer a matrícula. Além de ser pintada, se animou para dançar funk. “Desde que escolhi a minha profissão, decidi que queria entrar na Unicamp. Hoje, estou realizando um sonho”, afirma a garota, que vai sair do trote direto para procurar moradia. “Essa foi a terceira vez que prestei o vestibular e estou muito empolgada. Queria muito participar do trote”, diz Juliana Saravali, de 19 anos, aprovada em artes cênicas. De acordo com os veteranos, todos os limites foram respeitados. “A Unicamp é contra o trote violento e o pessoal não está indo além da diversão. E só participada brincadeira quem quer brincar”, afirma a veterana Joseana Raquel Porfírio. De acordo com o coordenador do Serviço de Apoio ao Estudante (SAE), Leandro Medrano, não houve registro de violência ontem. “Fizemos um trabalho de conscientização e até o momento não recebemos nenhuma denúncia de trote violento. Essa é uma grande preocupação da universidade.”Entre os dias 22 e 25 de fevereiro,os veteranos ainda organizam o Trote da Cidadania pelo Consumo Consciente. “É um trote diferenciado,com palestras sobre o tema, que é o consumo consciente ,e visitas a instituições, além de outra série de eventos”, afirma a veterana Michelli Regina Cavichia,uma das coordenadoras da atividade.



Unicamp divulga convocados na 2ª chamada do vestibular (Folha Online – Educação – 10/02/11)

A Unicamp divulga nesta quinta-feira os nomes dos 1.502 aprovados em segunda chamada no vestibular 2011. Todos os convocados devem fazer matrícula no dia 16 de fevereiro, das 9h às 12h, nos respectivos campi. As matrículas dos convocados para os cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto) poderão ser realizadas em Campinas ou na sede da Famerp, em São José do Rio Preto. Os candidatos que não foram convocados devem ficar atentos à divulgação das próximas chamadas. Estão previstas onze no total. A terceira chamada será divulgada no dia 23 de fevereiro, após a declaração de interesse por vagas abertas e a confirmação de matrícula.



Por uma recepção mais humana   (Folha Dirigida – Primeira Página – 08/02/11)

O início do ano letivo das instituições de ensino superior se aproxima e a chegada dos novos estudantes é aguardada por toda a comunidade acadêmica. Para dar as boas vindas aos calouros, as universidades realizam diversas atividades, desde palestras, conferências e aulas magnas, até eventos de cunho solidário. Mas, é a recepção por parte dos outros universitários que, muitas vezes, preocupa. Após um ano de estudos e o alívio pela confirmação da matrícula, a expectativa dos jovens é com relação ao trote organizado pelos veteranos de cada curso. O trote funciona como um rito de passagem, utilizado por estudantes dos outros períodos como forma de admitir os novos alunos na instituição. Já por parte dos calouros, é encarado como uma oportunidade de integração com vários dos universitários com os quais irão conviver durante o curso. Mas as práticas adotadas nem sempre agradam aos participantes. Em muitos casos, são relatados atos de humilhação e violência.  Para Marvin Oliveira Coutinho, que passou para Ciências Sociais na Universidade Federal Fluminense (UFF), o trote é importante para a socialização com os demais estudantes, para fazer novas amizades. No entanto, ele espera bom senso por parte dos veteranos.  “Não tenho nada contra pedir dinheiro nas ruas, gritar pelo corredor da faculdade. Nós temos que comemorar o ingresso na universidade. Mas, tudo tem um limite. Não pode extrapolar”, garante. A realização do trote também é vista com ressalvas pelo estudante Renan Bastos, também calouro de Ciências Sociais. Morador de Lorena, no interior de São Paulo, ele optou por prestar vestibular para as universidades fluminenses. Na sua visão, é preciso que os veteranos promovam brincadeiras saudáveis. “Ter que pedir dinheiro nas ruas já é humilhante. Há faculdades que aplicam o trote solidário e acredito que seja uma iniciativa bastante positiva. Esse é o tipo de trote ideal. Já vi casos de trotes que exigem do calouro que ele fique bêbado, há relatos de estudantes que morreram. Isso é complicado”, comenta. A estudante Juliana dos Santos, que vai começar o curso de Serviço Social em 2011, espera que o trote seja um momento no qual os veteranos demonstrem que os calouros são bem-vindos. E isto, afirma a jovem, não se faz com atitudes em que os novos alunos são maltratados ou humilhados. Para ela, trote violento não se restringe a práticas extremas, como agredir ou obrigar o estudante a beber. “Pintar o estudante é totalmente constrangedor. O legal é fazer festas, brincadeiras, expor o que o calouro pensa. Deveria ser uma forma de conhecer o outro, não de tentar humilhar quem está chegando.”

Calouros temem ser excluídos caso não participem do trote

Não é obrigatório enfrentar o trote. No entanto, muitos calouros, ainda assim, enfrentam brincadeiras com as quais não concordam. Uma das hipóteses para isso é o receio de que a ausência no momento de confraternização possa ter como consequência, algum tipo de rejeição ou dificuldade de convívio com os veteranos. “Acredito que o calouro possa ficar ‘queimado’ no grupo, caso não participe dos trotes propostos pelos veteranos”, opina Renan Bastos. Mas, nem todos defendem essa tese. A caloura de História Thalita Lopes Ferreira, por exemplo, não vê a possível exclusão de estudantes que não participam do trote como uma punição. Para ela, como o momento é de conhecer outras pessoas e de confraternização, quem não comparece, perde esse contato inicial e, por isto, pode ter dificuldades para se enturmar.
Yan Gabriel de Souza, também do curso de História, é outro que não compartilha da ideia de rejeição. “O trote é importante para o pessoal se conhecer, se enturmar. Se acontecer de haver alguma rejeição, não deve ser de propósito, mas porque não conheceu mesmo, não houve a interação com os outros estudantes”, comenta.
Porém, há quem afirme que não há a possibilidade de algum calouro ser excluído do grupo dos estudantes do seu curso apenas porque faltou ao trote. Lívia Maria dos Santos, matriculada em Odontologia, crê que sempre haverá alguém para conversar. “Isso tudo é história. Tem sempre um ou outro que chega para conversar. As pessoas falam isso para assustar, mas na realidade isso não ocorre.” No terceiro período de Engenharia da UFF, Luiz Gustavo Medeiros não teve como frequentar a primeira semana de aulas e, por isto, não passou pelo trote. Apesar de não ter participado da confraternização, ele conseguiu se enturmar com os seus veteranos, participando até de projetos com eles. A única “punição” que sofreu foi não poder comparecer a chopada de Engenharia Mecânica por não ter se pintado e pedido dinheiro nas ruas.  “Não participei do trote, mas presenciei algumas coisas. Foi normal, os veteranos juntaram os calouros, que tiveram que fazer o ‘elefantinho’, pegar melancia com a boca sem utilizar as mãos, fizeram perguntas sobre a pessoa, de onde veio, porque escolheu o curso. Não tinha nada ofensivo, que denegrisse ninguém. No fim, todos se reuniram em uma confraternização. Há um dia específico para os calouros se pintarem e pedirem dinheiro nas ruas, mas não é obrigatório”, lembra o veterano.

“Os veteranos humilham os calouros”

O ingresso em uma instituição de ensino superior é comemorado pelos estudantes e familiares, mas pode ser motivo de preocupação devido ao trote universitário. Segundo pesquisa do professor do Departamento de Educação da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Antonio Zuin, autor do livro “O trote na Universidade: passagens de um rito de iniciação”, essa prática é muito antiga. Os dados do estudo indicam que o primeiro trote foi registrado em uma universidade de Paris, na França, no século XIX. Outros exemplos viriam em seguida, em instituições de outras cidades europeias. Antonio Zuin define o trote como um processo de integração na universidade de caráter sadomasoquista. “A questão é que os veteranos humilham os calouros, por meio de vários tipos de violência simbólica, chamando-os de ‘bichos burros’ ou outros termos, ou então os agridem fisicamente. No Brasil, o trote é marcado não apenas por humilhações, mas também por mortes e mutilações. Essa maneira masoquista com que o calouro sofre para poder ser integrado no grupo da vida universitária, de saber que se reagir ao trote muitas vezes pode ser identificado como uma pessoa que não está preparada para entrar na universidade, apenas porque não se submete ao trote, é repetida a cada ano que passa”, explica o professor.
O pesquisador revela ainda que essa relação sadomasoquista entre veterano e calouro vem da forma com que os professores penalizavam os alunos, nas variadas situações, com punições físicas e psicológicas. “Podemos estabelecer uma correlação histórica entre a maneira pela qual os professores maltrataram e humilharam seus alunos e o modo como os veteranos se acham no direito de se vingar dessa dor que tiveram que reprimir nesses calouros, na realização do trote. Não é por acaso que o calouro é chamado de bicho, pois o veterano se acha na condição do indivíduo que vai aculturar o calouro na vida universitária. No século XV, em algumas universidades alemãs, os calouros tinham que ter todos os pêlos raspados. Eram tratados como animais, como bichos”, informa.

Atividades solidárias são o começo para melhorar o trote

Antonio Zuin analisa o trote solidário como uma tentativa de substituição das práticas vexatórias por outras de integração universitária. Apesar de o trote solidário ter suas benesses em relação aos comumente aplicados, essa lógica da domesticação não está isenta na essência nem desse novo tipo de trote. “Por exemplo, aqui na Ufscar, a campanha é ‘Trote Violento: Tô fora!’. Não poderia ser apenas ‘Trote: Tô Fora’?. Qualquer tipo de trote pode, menos o violento? No fundo, é uma lógica da domesticação, que tem ligação com os professores e a cultura da universidade”, explica. A possível rejeição aos estudantes que não participam do trote é uma tormenta para os calouros, segundo Antonio Zuin. Para o professor, eles têm pavor de serem identificados como sujeitos que não são de grupo, que podem ser rotulados como chatos. “Muitos deles se submetem a essas práticas pensando que podem passar pelo trote vexatório no início, mas fará parte do grupo de estudantes depois. É exatamente o raciocínio da lógica de integração sadomasoquista. E isso tem a ver com a questão da banalização da violência. Escrever ‘Bicho Burro’ na testa não é mais taxado como sinal de violência, mas como sinal de reconhecimento de que adentraram na vida universitária. Se analisarmos mais profundamente, com certeza essas práticas são violentas. Essa questão tem a ver com a espetacularização do signo de violência na nossa sociedade atual.” De acordo com o pesquisador, o trote ainda não mudou de cara, mas já deu o primeiro passo para uma significativa mudança nos rituais de passagem. “A lógica da domesticação ainda permanece, até mesmo no trote solidário, que já é um passo importante no sentido da mudança em relação aos outros tipos de trotes cometidos historicamente”, esclarece.



Unicamp divulga a segunda chamda do vestibular 2011  (Correio Braziliense – Eu, Estudante – 10/02/11)

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) está divulgando os nomes dos 1502 aprovados em segunda chamada no Vestibular Unicamp 2011. A lista está disponível no saguão do Ciclo Básico II da Unicamp e na página www.comvest.unicamp.br. Todos os convocados devem fazer matrícula no dia 16 de fevereiro, das 9h às 12h, nos respectivos campi: na Faculdade de Odontologia (FOP), em Piracicaba. Na Faculdade de Tecnologia, em Limeira. Na Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA), em Limeira e nas Unidades de Ensino, no campus da Unicamp em Campinas.