11/03/2016 / Em: Clipping

 


Unicamp divulga sexta chamada do vestibular 2016; confira os nomes   (Globo.Com – G1 Vestibular – 10/03/16)

A Unicamp divulgou nesta quinta-feira (10) a sexta chamada do vestibular 2016. A lista dos convocados pode ser acessada na página da Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest). Clique aqui para ver os nomes. Este ano, a universidade ofereceu 3,3 mil vagas em 70 cursos de graduação.



Unicamp convoca aprovados em 6ª chamada do Vestibular 2016   (UOL – Vestibular – 10/03/16)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) anunciou os aprovados em sexta chamada nesta quinta-feira, 10 de março. As matrículas serão feitas em 15 de março. 

UFPE diz sim à diversidade   (UOL – Educação – 10/03/16)

Em um universo de quase 47 mil pessoas, entre alunos de graduação e pós-graduação, professores e técnicos administrativos, eles ainda são minoria. Não chegam a 1% da população universitária. Mas aos poucos, transexuais e travestis vão conquistando espaço na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a maior instituição pública de ensino superior do Estado. São pelo menos 20 estudantes e um servidor que encaram diariamente o desafio de vencer a LGBTfobia e de transformar a academia em um espaço que realmente respeite as escolhas de cada um.



Unicamp divulga a lista de convocados para matrícula na 6ª chamada do vestibular   (EPTV – Virando Bixo – 10/03/16)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) divulgou nesta quinta (10) a lista de aprovados em 6ª chamada no Vestibular 2016. Todos os convocados deverão realizar a matrícula no dia 15 de março, das 9h às 12h, exclusivamente em Campinas, no prédio da Diretoria Acadêmica (DAC).



A escola pública na Unicamp   (Correio Popular – Opinião – 11/03/16)

“Independente da escola, família ou qualquer outra situação, quem faz o futuro é o aluno”,(Vitor Santana Costa, aluno de escola pública, ingressante em Medicina, Unicamp, primeira chamada, entrevistado pelo Correio Popular).Tem grande importância, em sentido abrangente de desenvolvimento humano, educação como fator relevante, a notícia de que a Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, considerada a melhor universidade brasileira, registrou percentual histórico de alunos oriundos de escolas públicas, aprovados no seu disputado vestibular. Além de antecipar, também supera a meta de 50% estabelecida para 2017. São 1.714, em um total de 3.320 ingressos, representando 51,9% dos que obtiveram a almejada vaga. As escolas públicas de Ensino Médio podem ser, em grande escala, estaduais, visto ser dos estados a  responsabilidade pela oferta da etapa. Podem ainda ser municipais, colégios técnicos ou colégios militares. Aliás, estamos exatamente no ano em que o acesso ao Ensino Médio deveria alcançara chamada universalidade, isto é, ser acessível a todos. Na Unicamp, o bom resultado, tem relação com o programa de inclusão que a universidade iniciou em 2004,o Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social – Paais, o primeiro programa de ação afirmativa, sem cotas, implantado em uma universidade brasileira. Foi instituído após aprovação no Conselho Universitário da instituição. O referido programa traz motivação para o ingresso de estudantes da rede pública na Unicamp que, certamente, precisam ter bom desempenho nos quesitos acadêmicos do vestibular e considera a diversidade étnica e cultural da nossa sociedade. O crescimento do índice de ingresso de alunos das escolas públicas foi registrado inclusive nos cinco cursos mais concorridos: medicina, arquitetura, midialogia, ciências biológicas e engenharia civil. O fato de que 88,2% dos aprovados em primeira chamada no curso de medicinada Unicamp fizeram o Ensino Médio em escola pública, teve relevante repercussão. Um dos aprovados em medicina é Vitor Santana Costa, de 16 anos, concluinte do Ensino Médio, em 2015, na escola estadual Prof. Adalberto Prado e Silva, da Vila Costa e Silva, bairro popular de Campinas. Outro exemplo, no curso mais concorrido vem da aluna Ketlyn Guimarães dos Santos, de 19 anos, ex-aluna da Escola Estadual Professora Maria de Lourdes Campos Freire Marques, ingressante através do Programa de Formação Interdisciplinar Superior (Profis), outro importante programa da Unicamp, destinado a incentivar os alunos das escolas públicas, com melhor desempenho no Enem. Moradora da região do Ouro Verde, bairros operários com seus desafios sociais, galgou a vaga por ter obtido excelente desempenho no Profis, o que já havia ocorrido no Enem, pelo qual ingressou no programa da Unicamp. Os dois exemplos, valendo para outros ingressantes advindos das escolas públicas, mostram compromisso desses alunos com a excelência acadêmica já no percurso escolar anterior. Fator determinante e que os levou ao importante ingresso. Excelência que certamente fará parte dessa nova caminhada. Não poderia ser diferente visto que excelência no ensino, na pesquisa e na extensão, são marcas consolidadas da Unicamp. As ações afirmativas são, portanto, absolutamente justas. Os exemplos citados, e há outros, não evidenciam razões para preocupações em quem defende a universidade pública de qualidade. E para que a justiça seja ampliada é preciso que a universidade pública amplie o número de suas vagas. E que haja investimenton as escolas públicas estaduais e municipais. Para que tenhamos mais situações assim, alunos excelentes das escolas públicas ingressando nas nossas excelentes universidades públicas.

Edison Cardoso Lins é mestre em
educação, funcionário da Unicamp e
professor titular da rede estadual

Alunos condenam imagens racistas na Unicamp   (Correio Popular – Cidades – 11/03/16)

Imagens com expressões de racismo nas paredes do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) causaram polêmica entre os alunos nas redes sociais. O assunto viralizou após uma aluna denunciar e postar fotos da expressão “white power” (força branca), acompanhada de símbolos da organização racista norte-americana Ku Klux Klan — que pregava a “supremacia branca” nos Estados Unidos para justificar a violência contra negros, judeus e imigrantes — e imagens suásticas, que são referência ao nazismo.



Apenas 15% dos alunos de cursos de computação são mulheres   (Agência Brasil – Tecnologia – 10/03/16)

Vocês já observaram que existem poucas mulheres envolvidas em áreas de exatas? Bem, este foi o questionamento que norteou o bate-papo do Programa Nacional Jovem desta quinta-feira (10), A entrevistada foi Iana Chan, responsável pelo Projeto Programaria, que tem por objetivo inspirar e formar programadoras. Para Iana as mulheres sofrem pela falta de representatividade nos cursos relacionados a computação, e aproveita para nos contextualiza sobre a situação das mulheres nessa área.Segundo a programadora, os últimos dados divulgados pelo Ministério da Educação – MEC, destaca que em 2013, só haviam 15% de meninas nestes cursos, o que acaba se refletindo no mercado de trabalho.