11/04/2013 / Em: Clipping

 


‘Unicamp está pronta para oferecer cursos de graduação a distância’   (O Estado de S.Paulo – Educação – 10/04/13)

Desde o final dos anos 1990, a Unicamp tem desenvolvido atividades de educação a distância (EaD), sendo pioneira em algumas delas, como o desenvolvimento do TelEduc (2013) – uma plataforma de suporte a atividades a distância via internet –, que teve início a partir de 1997 (Rocha, 2002). Essas atividades estavam sendo desenvolvidas nas unidades por iniciativa de alguns docentes, porém, eram pouco conhecidas sob o ponto de vista institucional. A primeira iniciativa institucional relativa à EaD na Unicamp ocorreu em 1999, com a criação do 1.º Grupo de Trabalho em Educação a Distância (1.º GTEAD), seguido por outros três grupos de trabalho. O 1.º GTEAD teve como objetivos fazer um balanço sobre a EaD na Unicamp e propor soluções para o seu desenvolvimento. Os resultados de uma pesquisa com a comunidade acadêmica, realizada por meio da aplicação de um questionário, revelaram que a maioria dos docentes estava a favor da implantação da EaD, desde que fosse preservada a qualidade do ensino realizado. O relatório mostrou que atividades de EaD já estavam sendo realizadas em diversas unidades e, com base nessas experiências, o grupo fez diversas recomendações. Como resultado efetivo das recomendações, foi conseguida a expansão do prédio do Centro de Computação da universidade, o que incluiu a instalação de miniauditório, sala de gravação, sala de videoconferência, sala para a equipe de EaD e a contratação de pessoal para atuar especificamente na área de EaD (Relatório 1.º GTEAD, 1999). O 2.º GTEAD e o 3.º GTEAD foram criados respectivamente em 2000 e 2002, com objetivos bastante semelhantes, ou seja, coordenar, supervisionar e acompanhar as atividades de EaD na Unicamp. Os grupos de trabalho identificaram atividades de EaD sendo desenvolvidas em diversas unidades de ensino da universidade, tanto em disciplinas de graduação como de pós-graduação e extensão. Eram iniciativas isoladas, centradas no interesse dos respectivos docentes, usando infraestrutura como a plataforma WebCT ou o TelEduc.



Aluno de escola pública terá direito a fazer vestibular das federais de graça   (Globo.Com – G1 Vestibular – 11/04/13)

A presidente Dilma Rousseff sancionou uma lei que garante o direito a isenção do pagamento da taxa de inscrição nos vestibulares de universidades federais e institutos federais de ensino a estudantes que tenham renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio e tenham cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou como bolsista integral em escola da rede privada. A maioria das universidades federais adota sistema de isenção parcial ou total da taxa do vestibular, mas isso não era até então garantido por lei. A lei foi publicada nesta quinta-feira (11) no “Diário Oficial da União” (veja ao lado).



Governo elabora proposta para incentivar formação de alunos em ciências exatas   (IG – Educação – 10/04/13)

Preocupado com a baixa procura por cursos superiores de ciências exatas nas áreas de física, química, matemática e biologia, o Ministério da Educação (MEC) elabora um programa para, desde o ensino médio, incentivar os estudantes a se formarem nessas áreas. O programa, ainda em construção, deve firmar parceria com universidades e prever o pagamento de bolsas, disse hoje (10) o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.  “É preciso estimular a vocação para ser professor. Temos o problema salarial, de carreira, mas há também o problema de despertar o interesse pela educação desde cedo e valorizar quem tem esse interesse. Precisamos estimular as ciências exatas, a demanda por ensino superior nessas áreas é muito baixa.