15/01/2018 / Em: Clipping

 

2ª fase Unicamp 2018: Provas continuam sendo aplicadas nesta segunda-feira (Super Vestibular – Notícias – 15/01/2018)

Abstenção e caderno de provas do 1º dia de provas já estão disponíveis.

 

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, continua aplicando hoje, 15 de janeiro, as provas da 2ª fase do seu Vestibular 2018, iniciadas ontem (14). Assim como no primeiro dia, elas terão início às 13h. Contudo, recomenda-se chegar com antecedência de uma hora aos locais de prova, ou seja, às 12h. Os vestibulandos precisam estar com documento de identificação original com foto e caneta esferográfica de tinta preta (fabricada em material transparente), assim como aconteceu no primeiro dia. Além disso, os itens lápis preto, borracha, régua transparente e compasso são permitidos. Também é permitido que os candidatos usem relógio, mas o objeto deverá ficar no chão, ao lado da cadeira. Bebidas como água, sucos e isotônicos, além de doces e alimentos leves são recomendados devido ao tempo de prova. O celular pode ser levado, mas ficará guardado em uma embalagem específica disponibilizada pelos fiscais de sala.

Provas

Os exames estão sendo realizados nas cidades de Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba. Nesta segunda, os inscritos passam por provas com 6 questões constituídas pelas disciplinas de Geografia, História e Matemática. Amanhã, eles deverão responder questionamentos a cerca das matérias de Biologia, Química e Física.  No primeiro dia de provas da 2ª fase, os vestibulandos tiveram que responder questões de Português e Literatura, além de confeccionar uma redação, que teve como tema este ano: “Pós-verdade e discurso do ódio”. Os estudantes foram solicitados a elaborar um texto para uma palestra, a ser lido em voz alta, e um artigo de opinião. O tema da palestra era uma explicação sobre a pós-verdade e sua relação com as redes sociais e as consequências que a disseminação das chamadas fake news (notícias falsas) podem trazer para a sociedade. O tema partiu da Oxford Dictionaries, que definiu “pós-verdade” como a palavra do ano de 2016. A Unicamp registro no primeiro dia de provas a abstenção de 11,3%. Com isso, dos 15.461 aprovados para a segunda fase, 1.749 não compareceram. Em Campinas a abstenção foi de 9% e em São Paulo foi de 11,6%. No ano passado, a abstenção foi de 10% e em 2016, de 13,2%. Veja a abstenção completa!

Cronograma Unicamp 2018

As respostas esperadas das provas da segunda fase serão divulgadas na internet a partir da próxima quarta-feira, 17 de janeiro. Os candidatos aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança farão, ainda, as provas de habilidades específicas entre os dias 22 e 25 de janeiro. As orientações e horários podem ser vistos no Manual do Candidato. Os candidatos chegaram a esta segunda fase após serem aprovados nas 90 questões objetivas de Português, Matemática, História, Geografia, Química, Física, Biologia, Língua Estrangeira e interdisciplinares que foram aplicadas em novembro de 2017. A primeira etapa contou com a participação de mais de 76 mil vestibulandos.

Aprovados

A Unicamp divulgará o resultado de seu Vestibular em 08 de fevereiro. As matrículas da primeira chamada estão previstas para o dia 09 seguinte. Serão realizadas outras convocações até o mês de março, de acordo a disponibilidade de vagas. Os mais de 15 mil aprovados para segunda fase disputam 3.340 vagas em 70 cursos oferecidos pela Unicamp. As vagas são para as unidades de Campinas, Limeira e Piracicaba. Mais informações no Manual do Candidato.

 

 

Unicamp inicia 2ª fase do Vestibular 2018 neste domingo (14) (Super Vestibular – Notícias – 14/01/2018)

São esperados mais de 15 mil candidatos para as provas que começam na tarde de hoje.

 

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, inicia a segunda fase do Vestibular 2018 na tarde deste domingo, 14 de janeiro. Os mais de 15 mil candidatos devem chegar a partir das 12h e aguardar até o início das provas, as quais serão aplicadas às 13h. As provas começam neste domingo e se encerram na tarde da próxima terça-feira, 16 de janeiro. A orientação da Comvest, responsável pela parte de Vestibular e Concursos da Unicamp, é de que os candidatos estejam nos locais às 12h para evitar problemas com atrasos, já que os portões fecham às 13h.

 

Orientações

No primeiro dia, os candidatos terão que levar uma foto 3×4 que seja de 2017 ou 2018, tendo o nome e o número de inscrição no verso. Além disso, vestibulandos precisam estar com documento de identificação original com foto e caneta esferográfica de tinta preta (fabricada em material transparente) todos os dias de prova. Lápis preto, borracha, régua transparente e compasso serão permitidos.

 

A Unicamp permite que os candidatos usem relógio, mas o objeto deverá ficar no chão, ao lado da cadeira. Bebidas como água, sucos e isotônicos, além de doces e alimentos leves são recomendados devido ao tempo de prova. O celular pode ser levado, mas ficará guardado em uma embalagem específica disponibilizada pelos fiscais de sala.

 

Provas

As provas desta segunda fase serão aplicadas nas cidades de Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

 

Abaixo é possível conferir como serão divididas as provas por dia:

 

Domingo (14): Redação, Português e Literatura

Segunda-feira (15): Geografia, História e Matemática

Terça-feira (16): Biologia, Química e Física

 

Os candidatos aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança farão, ainda, as provas de habilidades específicas entre os dias 22 e 25 de janeiro. As orientações e horários podem ser vistos no Manual do Candidato. Os candidatos chegaram a esta segunda fase após serem aprovados nas 90 questões objetivas de Português, Matemática, História, Geografia, Química, Física, Biologia, Língua Estrangeira e interdisciplinares que foram aplicadas em novembro de 2017. A primeira etapa contou com a participação de mais de 76 mil vestibulandos.

 

Resultado

A Unicamp divulgará o resultado de seu Vestibular 8 de fevereiro. As matrículas da primeira chamada estão previstas para o dia 9 seguinte. A Unicamp realizará outras diversas convocações até o mês de março, conforme a disponibilidade de vagas.

 

Vagas

Os mais de 15 mil aprovados para segunda fase disputam 3.340 vagas em 70 cursos oferecidos pela Unicamp. As vagas da Unicamp são para as unidades de Campinas, Limeira e Piracicaba. Mais informações no Manual do Candidato.

 


 

Provas do Vestibular 2018 da Unicamp continuam nesta segunda-feira (15) (Brasil Escola – Notícias – 15/01/2018)

No primeiro dia de provas, o processo seletivo registrou abstenção de 11,3%.

As provas da 2ª fase do Vestibular 2018 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) continuam nesta segunda-feira, dia 15 de janeiro. O segundo dia de avaliação será composto por 18 questões dissertativas, sendo seis sobre cada uma das disciplinas: Matemática, Geografia e História. O exame terá início às 13h, mas os candidatos são orientados a chegarem com antecedência aos locais de provas. Bem como no primeiro dia, os vestibulandos devem apresentar um documento de identidade, caneta preta fabricada em material transparente, lápis e borracha.

Primeiro dia

Dos mais de 15,4 mil estudantes convocados para a segunda fase, 1.749 não compareceram ao primeiro dia de provas, gerando uma abstenção de 11,3%. O índice de faltosos é maior que o registrado na última edição, quando 10% dos convocados faltaram às provas. Ontem, os candidatos responderam questões sobre Língua Portuguesa e Literaturas e fizeram uma Redação. Foram 12 questões dissertativas, além de duas propostas de dissertação: um texto para uma palestra, a ser lido em voz alta, e um artigo de opinião. O tema da palestra era uma explicação sobre “pós-verdade”, com base na Oxford Dictionaries, que definiu esse termo como a palavra do ano de 2016. A coletânea fez ligação com as redes sociais e as consequências que a disseminação das chamadas fake news (notícias falsas) podem trazer para a sociedade. Já o artigo de opinião teve sua proposta a partir de um discurso de ódio publicado em uma rede social. No texto, os vestibulandos tiveram que dissertar sobre a seguinte questão “Há limite para liberdade de expressão?”.

 

Unicamp 2018

A 2ª fase deste vestibular termina amanhã, dia 16, quando os candidatos deverão responder questões de Física, Biologia e Química. As respostas esperadas nesta etapa serão divulgadas na quarta-feira. A divulgação da primeira chamada está prevista para 8 de fevereiro de 2018, com matrículas para o dia seguinte. No total, serão realizadas 12 convocações até o mês de março.

Vestibular

Mais de 75 mil candidatos participaram da primeira fase no dia 19 de novembro. As provas foram compostas por 90 questões objetivas de conhecimentos gerais. A lista de selecionados para a segunda etapa saiu no dia 7 de dezembro e as notas da 1ª fase, no dia 21 do mesmo mês. Candidatos dos cursos de Música já passaram pelos Testes de Habilidades Específicas. Para as carreiras de Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança essas provas serão aplicadas entre os dias 23 e 26 de janeiro. Os vestibulandos farão questões teóricas e práticas, de acordo com o curso. Nesta edição, a Unicamp oferece 3.340 vagas em 70 cursos de graduação ministrados em Campinas, Limeira e Piracicaba, no interior de São Paulo. Outros detalhes podem ser obtidos no Manual do Candidato ou no site da Comvest.

 

Unicamp: mais de 15 mil inscritos fazem 2ª fase do Vestibular 2018 (Brasil Escola – Notícias – 14/01/2018)

Provas serão aplicadas de hoje até próxima terça-feira (16), em 20 cidades brasileiras

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) começa a aplicar neste domingo, 14 de janeiro, as provas da segunda fase do Vestibular 2018. Os inscritos farão provas até a próxima terça-feira (16). Os 15.461 vestibulandos farão provas das 13h às 17h nas cidades de Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

Veja abaixo como será a distribuição das provas:

14/01  Redação, Língua Portuguesa e Literaturas

15/01  Matemática, Goegrafia e História

16/01  Física, Biologia e Química

De acordo com o Manual do Candidato, os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h. Os candidatos deverão levar o original do documento de identidade indicado na inscrição, caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha. Também será necessário apresentar uma foto 3×4 tirada em 2017 ou 2018, com nome e número de inscrição anotados no verso. A divulgação da primeira chamada está prevista para 8 de fevereiro de 2018 com matrículas para o dia seguinte. No total, serão realizadas 12 convocações até o mês de março.

Vestibular

Mais de 75 mil candidatos fizeram as provas no dia 19 de novembro. Elas foram compostas por 90 questões objetivas de conhecimentos gerais. A lista de selecionados para a segunda etapa saiu no dia 7 de dezembro e as notas da 1ª fase, no dia 21 do mesmo mês. Candidatos dos cursos de Música já passaram pelos Testes da Habilidades Específicas. Para as carreiras de  Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança essas provas serão aplicadas em janeiro, entre os dias 23 e 26. Os vestibulandos farão questões teóricas e práticas, de acordo com o curso. O curso mais concorrido da segunda fase é o de Tecnologia em Sanemento Ambiental, com 10,4 candidatos por vaga. Em segundo lugar aparece Medicina, com 10,1 inscritos por vaga. Ainda figuram entre os mais disputados o curso de Ciências Biológicas, que registrou 7 candidatos para cada oportunidade. Veja a concorrência completa e as notas de corte.  A oferta é de 3.340 vagas em 70 cursos ministrados em Campinas, Limeira e Piracicaba, no interior de São Paulo.

 


 

Unicamp aplica nesta segunda-feira provas de geografia, história e matemática do vestibular 2018 (G1 – Campinas e Região – 15/01/2018)

Processo seletivo deste ano termina na terça-feira (16)

A Unicamp aplica nesta segunda (15) o segundo dia de provas da segunda fase do vestibular 2018 para candidatos convocados para a disputa de 3.340 vagas em 70 cursos de graduação. A prova terá início às 13h [horário de Brasília], mas a orientação é para chegada com uma hora de antecedência. Os portões serão fechados às 13h. Nesta segunda, os vestibulandos fazem os testes de geografia, história e matemática. A segunda fase termina na terça-feira (16) com os exames de biologia, química e física.

1º dia

A Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) da Unicamp divulgou que a abstenção total de estudantes na 2ª fase do vestibular da Unicamp, que começou neste domingo (14), foi de 11,3%. Maior do que do em 2017, quando o número de alunos que não compareceram foi de 10%. Em 2016, a abstenção chegou a 13%. Foram 1.749 ausentes de um total de 15.461 vestibulandos inscritos na prova. A cidade que teve o número maior de abstenção foi Fortaleza, com 32%. De acordo com o coordenador executivo da Comvest, José Alves de Freitas Neto, a justificativa é por causa da característica destes candidatos que prestam engenharia. “Provavemente muitos desses candidatos já passaram em outras instituições como IME ou ITA”, explicou.

20 cidades

A Unicamp aplica a segunda etapa do processo seletivo em 20 cidades. Os testes serão feitos em Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

Locais de prova

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) alerta aos alunos que prestem atenção ao local de prova da segunda fase, já que não serão necessariamente os mesmos da primeira fase. Além de mudança de local de prova, a cidade também pode ser alterada.

O que pode levar na prova

De acordo com a Unicamp, nos três dias de provas os alunos devem levar o original do documento de identidade indicado no ato da inscrição. Os candidatos precisam levar ainda caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha. Os vestibulandos estão autorizados a usar régua transparente e compasso.

Aparelhos eletrônicos

É proibido o uso de aparelhos celulares ou outros equipamentos eletrônicos durante a prova. Também são proibidos relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova. Os candidatos podem usar o relógio para marcar o tempo, mas eles devem ficar no chão, ao lado da carteira. A Comvest informa que vai fornecer embalagens para que os candidatos guardem o aparelho celular desligado. Ele será entregue na entrada e o aparelho só poderá ser ligado novamente após o aluno deixar o prédio da prova.

Alimentos e vestimentas

Quem vai fazer a segunda fase da Unicamp poderá levar água, sucos, doces e usar bermudas, além de roupas leves.

 

Abstenção na 2ª fase da Unicamp é de 11,3% e supera ano de 2017 (G1 – Campinas e Região – 14/01/2018)

Cidade com maior número de estudantes que não compareceram aos locais de prova é Fortaleza, com 32%. Curso característico explica número, diz coordenador.

A Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) da Unicamp divulgou que a abstenção total de estudantes na 2ª fase do vestibular da Unicamp, que começou neste domingo (14), foi de 11,3%. Maior do que do em 2017, quando o número de alunos que não compareceram foi de 10%. Em 2016, a abstenção chegou a 13%. Foram 1.749 ausentes de um total de 15.461 vestibulandos inscritos na prova. A cidade que teve o número maior de abstenção foi Fortaleza, com 32%. De acordo com o coordenador executivo da Comvest, José Alves de Freitas Neto, a justificativa é por causa da característica destes candidatos que prestam engenharia. “Provavemente muitos desses candidatos já passaram em outras instituições como IME ou ITA”, explicou. Para a coordenadora acadêmica da Comvest, Márcia Mendonça, a prova se manteve fiel às características da Unicamp. “É uma tradição de interdisciplinariedade e de abordar temas atuais, que o aluno tem que usar conhecimentos que ele já carrega ao longo dos anos com leituras diversas. No caso da prova de literatura, por exemplo, obviamente precisaria ter lido todas as obras. Resumos não iam resolver”, enfatizou. Professores de cursinhos que estavam de plantão elogiaram a prova deste domingo. “É muito exigente, precisa de uma capacidade redacional e interpretativa muito importante. Continua sendo uma prova muito atual, na primeira fase já foi essa a característica. Foi muito exigente, na minha opinião a Fuvest da semana passada foi mais fácil do que a prova de hoje. Nem por isso o vestibulando tem de ficar tranquilo, tem notas altíssimas para buscar entre outros candidatos”, disse Célio Tasinafo, coordenador pedagógico da Oficina do Estudante. Já o supervisor de língua portuguesa do Anglo, Sérgio Paganim, afirmou que a prova deste domingo foi especificamente para avaliar a capacidade de leitura do candidato. Segundo ele, a Unicamp está dando um recado sobre a importância da leitura de diversos gêneros. “Claro que o conhecimento prévio era importante, mas, no caso da redação, os textos base já eram suficiente para o candidato desenvolver um conteúdo e passar para o papel.

Região de Campinas tem menor abstenção

Entre todas as regiões divididas pela Comvest, a de Campinas foi a que teve a menor abstenção, 9,1%. A Grande São Paulo vem logo atrás com 11,5%, pouco menos do que o Interior, que registrou 11,8% de abstenção. Puxada por Fortaleza, as Capitais tiveram um índice de 19.3% de abstenção.

 

Redação da Unicamp aborda pós-verdade e liberdade de expressão na 2ª fase do Vestibular 2018 (G1 – Campinas e Região – 14/01/2018)

Assuntos agradaram estudantes que fizeram a prova em Campinas. Provas começaram neste domingo e seguem até terça-feira.

A Unicamp abordou a “pós verdade”, termo usado para definir quando fatos objetivos têm menos importância do que crenças e opiniões pessoais, e a liberdade de expressão como temas da redação da segunda fase do Vestibular 2018. Os exames começaram às 13h deste domingo (14). O último dia de provas acontece na terça-feira (16). A escolha dos assuntos agradou estudantes que fizeram a prova na Unip, em Campinas (SP). A recepcionista Eliane de Souza, de 37 anos, afirmou que achou a prova difícil, de modo geral, e gostou dos temas da redação por se tratar de assuntos atuais. “Achei que a redação falou muito de mídia social que a gente fala muito, de liberdade de expressão também. Acho importante tratar desses assuntos”, afirmou a candidata, que tenha uma vaga no curso de pedagogia. A estudante Gabriela Montanhini de Oliviera, que presta para engenharia ambiental, também aprovou o tema da redação e acredita que falar sobre os assuntos abordados na prova ajuda a diminuir o “discurso de ódio” proferido pelas redes sociais em muitos momentos. “Os assuntos foram interessantes, entre as duas redações, teve sobre fake news, falava sobre a pós-verdade. Que é, em vez de falar, você acha aquilo e já tem certeza daquilo, isso faz com que as pessoas compartilhem notícias falsas, sem procurar fontes. Isso dissemina notícias falsas, as pessoas se baseiam em coisas que não são verdades para emitir opiniões e críticas”, disse a estudante. Já Rafael Satti Tirloni Dias, de 19 anos, avaliou a prova inteira como fácil. “Achei tranquila a prova, estava de boa, questões justa. Só literatura foi mais complicado, mas eu não estudei direito também. O fato da pós-verdade na redação foi mais complicado, mas de resto tava bem tranquilo, tava médio”, contou. O primeiro dia de provas foi aberto com as provas de redação, português e literaturas de língua portuguesa. Na segunda-feira (15), os vestibulandos fazem os testes de geografia, história e matemática. A segunda fase termina na terça-feira (16) com os exames de biologia, química e física.

20 cidades

A Unicamp aplica a segunda etapa do processo seletivo em 20 cidades. Os testes serão feitos em Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

Próximas datas

As Provas de habilidades específicas para os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança serão feitas entre 23 e 26 de janeiro de 2018, em Campinas. A primeira chamada será divulgada dia 8 de fevereiro e os convocados nesta chamada deverão efetivar a matrícula pela internet no dia 9 de fevereiro.

 

Com sonho de fazer medicina, venezuelana presta Unicamp pela 1ª vez e tenta ‘vencer’ português: ‘Difícil, mas possível’ (G1 – Campinas e Região – 14/01/2018)

Ana Isabel Blanco Correa teve contato com a língua há apenas seis meses. Provas começam neste domingo e seguem até terça.

A venezuelana Ana Isabel Blanco Correa, de 18 anos, deixou o país de origem há seis meses por conta do trabalho da mãe e traçou um objetivo: fazer medicina na Unicamp. Neste domingo (14), ela inicia a segunda fase do vestibular da instituição como treineira já para se preparar até o próximo ano. O principal desafio, evidentemente, é conseguir fazer uma prova inteira na língua que ela conheceu há tão pouco tempo. “Eu acho difícil, mas possível. A de hoje é a mais difícil porque eu falo espanhol. Eu comecei a estudar português em maio do ano passado. Comecei a estudar todos os dias e desde que eu cheguei eu melhorei bastante. Acho que dou conta sim, porque espanhol e português é bastante parecido”, afirmou. Ana Isabel contou ainda que conheceu a Unicamp em abril do ano passado, quando veio conhecer a cidade que ela ia morar. Após se encantar com a instituição, decidiu que não iria tentar mais nenhuma universidade para concentrar os esforços em passar em medicina.”Quero medicina na Unicamp. Antes de vir, em julho, vim em abril e conheci um pouco da cidade e da universidade e decidi que era o que eu queria”, explicou.

A prova

O primeiro dia é para as provas de redação, português e literaturas de língua portuguesa. Na segunda-feira (15), os vestibulandos fazem os testes de geografia, história e matemática. A segunda fase termina na terça-feira (16) com os exames de biologia, química e física.

 

Primos viajam de Petrópolis para Campinas por sonho de fazer Unicamp: ‘Quero fugir do Rio’ (G1 – Campinas e Região – 14/01/2018)

Eduarda Leonardo e Pedro Leonardo decidiram já viajar para SP para conhecer a cidade e a instituição. Provas começam neste domingo e seguem até terça.

Os primos Eduarda Leonardo e Pedro Leonardo Morada, de 17 e 18 anos, respectivamente, saíram de Petrópolis (RJ) para fazer a segunda fase do vestibular da Unicamp, que começa neste domingo (14) e segue até terça-feira (16). Os jovens vieram acompanhados da mãe de Eduarda, que já prestou Fuvest na última semana, e decidiram viajar para Campinas (SP) já para conhecer a cidade e a instituição, além de se ambientar no possível novo município. A ideia dos candidatos é sair do Rio de Janeiro por achar que o local está saturado para empregos. “Meu objetivo é sair do Rio e vir para São Paulo. O Rio está meio difícil de conseguir emprego. Queremos mais oferta de trabalho e mais garantia para o futuro. Infelizmente o Rio está muito difícil para se viver e na área que eu quero, que é engenharia civil, acredito que o mercado esteja melhor aqui. As oportunidades estão aqui”, disse Eduarda.Pedro Leonardo acompanha a vontade da prima de deixar o Rio e se mudar para São Paulo. No entanto, ao invés de engenharia civil, a escolha dele foi pelo curso de engenharia elétrica. Os três saíram de Petrópolis e estão hospedados em um hotel em Campinas, já que não conhecem ninguém na cidade. “A Unicamp é referência. Se passar, com certeza eu deixo tudo lá e venho para cá. Nós ainda não fomos conhecer a universidade, mas pretendemos passar lá depois que terminarem as provas”, afirmou o candidato. A mãe de Eduarda, Lucimeire Paixão, explicou que, se a filha passar, pretende dar apoio no primeiro ano dela em Campinas. “Se é o sonho dela, eu tenho que apoiar. Pra tudo a gente dá um jeito. Quando a gente precisa, aquele lá de cima sempre ajuda a gente”, contou.

A prova

O primeiro dia é para as provas de redação, português e literaturas de língua portuguesa. Na segunda-feira (15), os vestibulandos fazem os testes de geografia, história e matemática. A segunda fase termina na terça-feira (16) com os exames de biologia, química e física.

 

Unicamp abre segunda fase do vestibular 2018 neste domingo em 20 cidades (G1 – Campinas e Região – 14/01/2017)

Prova começa às 13h.Comvest pede para candidato chegar com uma hora de antecedência.

A Unicamp inicia neste domingo (14) a segunda fase do vestibular 2018 para 15.461 candidatos convocados para a disputa de 3.340 vagas em 70 cursos de graduação. A prova terá início às 13h [horário de Brasília], mas a orientação é para chegada com uma hora de antecedência. Os portões serão fechados às 13h. Esta etapa abre com as provas de redação, português e literaturas de língua portuguesa. Na segunda-feira (15), os vestibulandos fazem os testes de geografia, história e matemática. A segunda fase termina na terça-feira (16) com os exames de biologia, química e física.

20 cidades

A Unicamp aplica a segunda etapa do processo seletivo em 20 cidades. Os testes serão feitos em Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

Locais de prova

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) alerta aos alunos que prestem atenção ao local de prova da segunda fase, já que não serão necessariamente os mesmos da primeira fase. Além de mudança de local de prova, a cidade também pode ser alterada.

O que pode levar na prova

De acordo com a Unicamp, nos três dias de provas os alunos devem levar o original do documento de identidade indicado no ato da inscrição. Só no domingo (14), os candidatos devem levar uma foto 3×4 tirada em 2017 ou 2018, com o nome e número da inscrição no verso. Os candidatos precisam levar ainda caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha. Os vestibulandos estão autorizados a usar régua transparente e compasso.

Aparelhos eletrônicos

É proibido o uso de aparelhos celulares ou outros equipamentos eletrônicos durante a prova. Também são proibidos relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova. Os candidatos podem usar o relógio para marcar o tempo, mas eles devem ficar no chão, ao lado da carteira. A Comvest informa que vai fornecer embalagens para que os candidatos guardem o aparelho celular desligado. Ele será entregue na entrada e o aparelho só poderá ser ligado novamente após o aluno deixar o prédio da prova.

Alimentos e vestimentas

Quem vai fazer a segunda fase da Unicamp poderá levar água, sucos, doces e usar bermudas, além de roupas leves.

 

Segunda fase do vestibular da Unicamp 2018 começa neste domingo em Piracicaba e Limeira (G1 – Piracicaba e Região – 14/01/2018)

No total, provas são aplicadas em 20 cidades; Piracicaba tem horário alternativo de ônibus para candidatos.

A segunda fase do vestibular 2018 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) começa a ser aplicado neste domingo (14). Em Limeira (SP) e Piracicaba (SP), cerca de 5,3 mil candidatos se inscreveram para fazer as provas. A primeira fase foi aplicada em novembro do ano passado, que selecionou os alunos para participar da segunda etapa. Nesta segunda fase, foram convocados pouco mais de 15 mil candidatos nas 20 cidades em que as provas são aplicadas. No total, são oferecidas 3.340 vagas em 70 cursos de graduação. Em Limeira, as provas são aplicadas no campus no bloco C da Universidade Paulista (Unip), na Rua Miguel Guidotti, 405, no Parque Egisto Ragazzo. Já em Piracicaba, a segunda fase será aplicada no campus Taquaral da Universidade Metodista (Unimep), que fica na Rodovia do Açúcar, no quilômetro 156. Nas duas cidades, há vagas para os cursos da Faculdade de Tecnologia (FT-Unicamp) e para a Faculdade de Odontologia (Fop-Unicamp).

Provas

Neste domingo, os participantes fazem as provas de redação, português e literaturas de língua portuguesa. Na segunda-feira (15), os vestibulandos fazem os testes de geografia, história e matemática. A segunda fase termina na terça-feira (16) com os exames de biologia, química e física. As provas têm início às 13h [horário de Brasília], mas a orientação da Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) é para chegada com uma hora de antecedência. Os portões serão fechados às 13h. O término previsto é para as 18h30.

Transporte em Piracicaba

A empresa concessionária de transporte público de Piracicaba, Via Ágil, tem uma das linhas de ônibus funcionando em horário alternativo a partir deste domingo até terça-feira por conta do vestibular da Unicamp. Com partidas do Terminal do Piracicamirim, a linha 202 (Eldorado/TPI/TCE) vai entrar no campus nos seguintes horários: 7h10, 8h40, 10h40, 12h10. O retorno com saídas a partir da Unimep acontece nos horários: 16h40, 18h10 e 19h20.

O que pode levar na prova

De acordo com a Unicamp, nos três dias de provas os alunos devem levar o original do documento de identidade indicado no ato da inscrição. Só no domingo (14), os candidatos devem levar uma foto 3×4 tirada em 2017 ou 2018, com o nome e número da inscrição no verso. Os candidatos precisam levar ainda caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha. Os vestibulandos estão autorizados a usar régua transparente e compasso.

Aparelhos eletrônicos

É proibido o uso de aparelhos celulares ou outros equipamentos eletrônicos durante a prova. Também são proibidos relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova. Os candidatos podem usar o relógio para marcar o tempo, mas eles devem ficar no chão, ao lado da carteira. A Comvest informa que vai fornecer embalagens para que os candidatos guardem o aparelho celular desligado. Ele será entregue na entrada e o aparelho só poderá ser ligado novamente após o aluno deixar o prédio da prova.

 

Alimentos e vestimentas

Quem vai fazer a segunda fase da Unicamp poderá levar água, sucos, doces e usar bermudas, além de roupas leves.

Cidades

No total, a Unicamp aplica a segunda etapa do processo seletivo em 20 cidades: Bauru, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

 

De olho no futuro, atleta de salto ornamental tenta vaga em educação física na Unicamp: ‘Vida no esporte é curta’ (G1 – Campinas e Região – 13/01/2018)

Caio Magalhães, de 17 anos, pretende seguir outra carreira quando se aposentar das piscinas. Prova começa neste domingo (14) e segue até terça-feira (16).

Com 17 anos e um currículo de 40 campeonatos disputados, o atleta de salto ornamental Caio Magalhães tem uma carreira consolidada na modalidade sem ainda nem ter chegado à maioridade. A rotina pesada de treinos e a coleção de medalhas – sendo uma de primeiro lugar no Brasileiro de 2015 – credenciam o jovem para priorizar continuar os passos no esporte, mas ele tem uma opinião um pouco diferente. Com o objetivo de ter outra profissão quando precisar deixar as piscinas, o estudante deu uma pausa nas disputas dentro da água para concorrer a uma vaga em educação física na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O jovem vai prestar a segunda fase do vestibular da instituição a partir deste domingo (14) e afirmou que, mesmo com todas as possibilidades de continuar investindo no salto ornamental, ele quer fazer faculdade e ter outra profissão por saber que o tempo útil de um atleta é muito pequeno. Apesar da preocupação com o futuro, ele pretende primeiro seguir no esporte e, quando tiver que aposentar, vai migrar para a “nova” carreira. “Por melhor que seja a carreira de atleta, a vida no esporte é muito curta, e eu preciso me resguardar. Como atleta, eu não vou conseguir me aposentar com 60 anos, eu tenho que parar muito antes, ainda mais no meu esporte, que é um esporte de impacto. Então, a alternativa de ter outra profissão é para quando eu parar, mas eu confesso que gostaria de consolidar as duas coisas até quando der”, disse Magalhães. Passar em uma das maiores instituições públicas do país é uma meta pessoal na vida de Caio. No entanto, a escolha do curso não carrega as mesmas certezas e convicções com que ele pula na piscina e decidiu fazer vestibular. Apesar da opção natural por educação física, para continuar na mesma área em que passou os últimos cinco anos, o encantamento dele é mesmo por outra profissão relacionada ao esporte: fisioterapia. Mesmo com uma vaga garantida no curso de fisioterapia em uma universidade particular, o sonho de fazer Unicamp o fez optar pelo “plano B”, já que a instituição não oferece a primeira opção do jovem. Mesmo se passar, ele pretende em algum momento investir na profissão de fisioterapeuta, ainda que tenha esperar alguns anos para realizar o objetivo. “A área da fisioterapia é muito abrangente. Eu tinha dúvidas sobre a profissão que eu ia escolher, mas fui a uma feira de profissões e vi o quanto a área pode ter possibilidades. Eu também, por ser atleta, estou em contato sempre com fisioterapeutas e admiro muito o trabalho”, afirmou.

Treinos x aulas

Membro da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CDBA) desde 2014, o jovem treina de terça à domingo, das 14h às 17h30, e alterna os trabalhos com atividades na academia aos sábados e viagens para disputar competições. A rotina apertada não deixou muito tempo os estudos e, por isso, Magalhães priorizou sempre prestar atenção nas aulas para não precisar rever o conteúdo em casa. “Meu tempo é muito curto. Eu estudo em casa no período da noite algo que eu estou com dúvida, mas não tenho muito tempo, então matéria dada é matéria estudada. Eu presto atenção na aula para não ter que estudar depois. 90% do conteúdo que eu sei é de sala de aula”, explicou. Preparado para enfrentar a segunda fase da Unicamp, o atleta agora pensa em passar na faculdade e voltar aos treinos. Mesmo com a intenção de garantir uma profissão para quando se aposentar, o jovem sabe que, por ser um esportista de alto rendimento, talvez tenha que escolher entre uma das duas carreiras antes da aposentadoria. “Prefiro não pensar nisso. É muito difícil escolher entre duas coisas que eu gosto”, contou.

A prova

A segunda fase do vestibular da Unicamp começa neste domingo com as provas de língua portuguesa, literaturas de língua portuguesa e redação. Na segunda-feira (15), os alunos fazem as provas de matemática, geografia e história. Na terça-feira (16), a segunda fase fecha com os testes de física, ciências biológicas e química.

 


Provas da segunda fase da Unicamp continuam nesta segunda-feira (A Tribuna – Notícias – 15/01/2018)

Hoje, os candidatos farão testes de Geografia, História e Matemática

 

A Unicamp aplica nesta segunda-feira (15) o segundo dia de provas da segunda fase do vestibular 2018. Os candidatos aprovados para a disputa de uma das 3.340 vagas, em 70 cursos, farão hoje os testes de Geografia, História e Matemática. A segunda fase termina nesta terça (16), com os exames de Biologia, Química e Física. A prova terá início às 13 horas, mas a orientação é para chegada com uma hora de antecedência. Os portões serão fechados às 13h.

 

Segunda fase do vestibular da Unicamp começa com 11,3% de abstenção (A Tribuna – Notícias – 14/01/2018)

Comissão permanente diz que 13.712 mil candidatos realizaram provas neste domingo

A segunda fase do Vestibular Unicamp 2018, com duas provas: Redação e Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, feitas por 13.712 candidatos, ocorreu neste domingo (14). A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) registrou uma abstenção de 11,3%. No ano passado, a abstenção foi de 10% e em 2016, de 13,2%. Dos 15.461 aprovados para a segunda fase, 1.749 não compareceram. Em Santos a abstenção foi de 7,7% e em São Paulo foi de 10,4%.

 


Redação: pós-verdade e liberdade de expressão (Correio Popular – Conteúdo – 14/01/2018)

A pós-verdade e os limites para a liberdade de expressão foram os dois temas da prova de redação da segunda fase do Vestibular 2018 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), aplicada ontem para 13.712 candidatos. A proposta do primeiro tema era que os estudantes escrevessem uma palestra para ser lida em voz alta. Já na segunda redação era preciso escrever um artigo de opinião. Apesar de serem temas atuais, a prova foi considerada trabalhosa pelos candidatos e pelos cursinhos. O exame teve início às 13h e, segundo a Comissão Permanente para os Vestibular da Unicamp (Comvest), não houve registro de intercorrências. O índice geral de abstenção no primeiro dia foi de 11,3%, maior do que no ano passado, quando 10% dos candidatos faltaram à prova. Coordenador executivo da Comvest, o professor José Alves de Freitas Neto diz que a redação buscou preservar as características da prova da Unicamp, que desde a sua origem pressupõe um candidato capaz de discernir questões, de ser um leitor atento, capaz de contextualizar e questionar informações científicas, culturais e tecnológicas. A coordenadora acadêmica Márcia Mendonça acrescentou que a tônica foi trabalhar com temas da atualidade. “A questão da pós-verdade, a circulação de notícias e como isso impacta a formação da opinião pública e a questão da liberdade de expressão são temas que buscaram fazer com que os alunos pensassem a respeito dessas questões e pudessem confrontar posicionamentos.” Segundo ela, a Unicamp busca contribuir no escopo da prova com a formação de sujeitos que possam ler criticamente esses discursos e compreender um pouco melhor como isso termina impactando os modos como as pessoas compreendem a realidade hoje e como se posicionam inclusive em relação as outras pessoas. “Na perspectiva da convivência, das relações éticas, dos direitos, das coisas que importam do ponto de vista da formação cidadã, o que a gente imagina de mais importante para realidade nossa”, acrescenta. Em relação às obras literárias cobradas na prova, ela afirma que era necessária uma boa leitura de cada uma delas. “Dificilmente alguém consegue resolver com resumo porque a ideia é que a gente possa explorar a formação literária desses candidatos.” Gabriela Vicentini de Oliveira, de 27 anos, candidata do curso de estatística, disse que já esperava que a Unicamp trouxesse como temas da redação questões do cotidiano que são atuais. “Achei bem condizente com isso. Eu esperava algum tipo de questão polêmica e achei o texto dois bem polêmico, algo que principalmente agora para as eleições a gente vai discutir bastante, que é a liberdade de expressão e o discurso de ódio”, afirmou Gabriela, que é formada em matemática e busca na estatística uma segunda carreira para o complemento de sua formação. A opinião de Júlio Oliveira dos Santos, de 21 anos, é no mesmo sentido. “Achei as propostas bem legais porque li bastante sobre elas, especialmente sobre a pós-verdade, o que me ajudou muito na hora de fazer. São assuntos que estão bem em voga, ainda mais que estamos entrando em ano de eleição e que o debate estará bem acirrado.”

Análise

Diretor pedagógico da Oficina do Estudante, Célio Tasinafo diz que a prova não foi fácil e os dois textos de redação eram muito exigentes quanto à habilidade de estruturação, pois a banca apontava o que deveria conter em cada produção: “Definir o que é pós-verdade, relação entre fake news e prejuízos sociais. Não era para falar sobre o que achava sobre pós-verdade. Havia uma estrutura bem clara do que tinha que seguir, uma coletânea muito bem escolhida e organizada para dar conta da estrutura de texto”, explicou. O professor acrescentou ainda que o fato de serem temas atuais pode ter dificultado, já que muitos candidatos tendem a achar que conhecem o tema e ignoram a coletânea e a estrutura solicitada. “Quanto mais perto do que acham que sabem pior para eles porque não dão atenção aos detalhes das propostas.” Na prova de literatura, a Unicamp cobrou entre outros autores Jorge de Lima, Mia Couto e Padre Antônio Vieira. Para Tasinafo, as questões de literatura e língua portuguesa também foram muito exigentes. “Caíram fragmentos específicos, com perguntas bem colocadas que o candidato que não leu acabou metendo os pés pelas mãos. Na segunda fase temos candidatos muito fortes. Em medicina, são dez candidatos por vaga e o corte é de 77 entre 90 questões.”

 


Pós-verdade e liberdade de expressão são temas de redação da Unicamp (Estadão – Edu – 14/01/2018)

Prova de português da segunda fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas também foi realizada neste domingo

Realizada neste domingo, 14, a prova de redação e português da segunda fase do vestibular na Unicamp foi considerada “exemplar” por professores.  Na redação, os vestibulandos tiveram que escolher entre os temas ‘pós-verdade’ e ‘liberdade de expressão’.  “A prova pode até ter parecido mais fácil pela atualidade dos assuntos, mas o aluno não podia simplesmente reproduzir algo que ele leu no Facebook”, diz Celio Tazinato, coordenador pedagógico do curso preparatório Oficina do Estudante. Para o professor Laudemir Guedes, integrante do Objetivo, o vestibular privilegiou candidatos com  “postura crítica”. “Quem não levou em conta diversos pontos de vista sobre os temas, não foi bem. Textos radicais não são bem vistos, afirma. Na parte de gramática e interpretação, a banca também exigiu que o aluno “fugisse da decoreba”. O teste foi a primeira etapa de outros dois dias de provas. Na segunda (15), os vestibulandos respondem a questões de geografia, história e matemática e, na terça (16), biologia, física e química. A taxa de abstenção foi de 11,3%, número maior que o do ano passado.  Em 2017, cerca de 10% dos inscritos não apareceram.

CALENDÁRIO DO VESTIBULAR DA UNICAMP

8/FEV – Divulgação do 1ª chamado (para matrícula não presencial)

9/FEV – Matrícula não presencial

15/FEV – Divulgação das notas da 2ª fase e divulgação da 2ª chamada para matrícula presencial

19/fev – Matrícula da 2ª chamada (presencial)

 


 

Pós-verdade e liberdade de expressão são temas de redação da Unicamp (Isto É – Geral – 14/01/2018)

Realizada neste domingo, 14, a prova de redação e português da segunda fase do vestibular na Unicamp foi considerada “exemplar” por professores. Na redação, os vestibulandos tiveram que escolher entre os temas “pós-verdade” e “liberdade de expressão”. “A prova pode até ter parecido mais fácil pela atualidade dos assuntos, mas o aluno não podia simplesmente reproduzir algo que ele leu no Facebook”, diz Celio Tazinato, coordenador pedagógico do curso preparatório Oficina do Estudante. Para o professor Laudemir Guedes, integrante do Objetivo, o vestibular privilegiou candidatos com “postura crítica”. “Quem não levou em conta diversos pontos de vista sobre os temas, não foi bem. Textos radicais não são bem vistos, afirma. Na parte de gramática e interpretação, a banca também exigiu que o aluno “fugisse da decoreba”. O teste foi a primeira etapa de outros dois dias de provas. Na segunda (15), os vestibulandos respondem a questões de geografia, história e matemática e, na terça (16), biologia, física e química. A taxa de abstenção foi de 11,3%, número maior que o do ano passado. Em 2017, cerca de 10% dos inscritos não apareceram.

Calendário do vestibular da Unicamp

8/FEV – Divulgação do 1ª chamado (para matrícula não presencial)

9/FEV – Matrícula não presencial

15/FEV – Divulgação das notas da 2ª fase e divulgação da 2ª chamada para matrícula presencial

 

 

‘Sou negra e pobre. não me encorajaram’, diz engenheira (Isto é – Geral – 14/01/2018)

Quando ainda estava prestes a concluir o ensino médio, a engenheira Débora dos Santos Carvalho, à época com 17 anos, mal sabia o que era uma universidade. Aluna de uma escola estadual na periferia de Porto Alegre em 1998, o assunto não era prioridade na sala de aula. “Não se tem muitas expectativas para os alunos mais pobres, ainda mais sendo mulher e negra. Universidade não era um tema na periferia. Não me encorajaram para trilhar esse caminho.” As dificuldades de Débora para chegar ao ensino superior são vistas nos dados da elite do Enem. Negras têm as piores notas nas quatro áreas cobradas na prova objetiva. Em Matemática, por exemplo, a média foi de 444 pontos, quase 30 pontos menor que a de mulheres brancas, de 473,3. Além disso, apesar de serem 34% dos candidatos à prova, representam só 6% das melhores notas. “As meninas negras acumulam duas dificuldades: são meninas e são negras”, diz a presidente do Movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz. Ela explica que esse é o grupo sobre o qual as escolas têm menos expectativa de sucesso, o que influencia na motivação das garotas para estudar. Como sempre foi uma das melhores alunas e se destacava nas Exatas, uma professora aconselhou Débora a buscar um curso técnico – mas não uma universidade. Ao notar que essa poderia ser sua melhor oportunidade, aceitou a proposta. Prestou vestibular na instituição e passou em sétimo lugar. Em paralelo aos estudos, conseguiu um estágio em uma empresa de saneamento municipal. Foi ali que notou, pela primeira vez, que não estava feliz. “Eu via os engenheiros trabalhando e pensava: é isso que eu quero ser.” Débora então conseguiu uma bolsa em um cursinho e, dividindo o tempo entre trabalho e estudo, foi aprovada em duas universidades – estadual e federal do Rio Grande do Sul. No meio da graduação, ainda conseguiu transferência para a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), em Engenharia Ambiental, onde concluiu um mestrado recentemente. Hoje ela se prepara para fazer doutorado e estagiar em uma universidade na Alemanha. Estar no meio universitário, no entanto, não facilitou as coisas. “Eu tinha notas muito boas nas disciplinas específicas, por causa da minha experiência no curso técnico, mas no ciclo básico, por causa da precariedade do ensino que tive, tinha dificuldade”. Ela também diz ter sofrido preconceito. “Há sempre um estranhamento às mulheres negras no meio acadêmico. Viviam perguntando se eu era mesmo brasileira. Tinha gente que chegava a perguntar para qual setor da universidade eu trabalhava, por achar que eu não era aluna”, diz a engenheira. Débora foi uma das estudantes contempladas pelo programa federal Ciência sem Fronteiras, e assim fez o primeiro contato com uma universidade alemã. Em um evento sobre o programa, em Brasília, se emocionou. “Nasci mulher, negra e pobre. Nasci para contrariar estatística.”

Meninos

O desempenho dos meninos negros surpreende por se parecer muito com o das mulheres brancas no Enem. Entre as mil melhores notas, eles representam 15,7%, enquanto elas são 18%. A nota deles também é maior que a das brancas em Matemática e Ciências da Natureza. Segundo o ex-presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernandes, isso pode ser explicado pelo fato de os meninos negros abandonarem mais a escola. Atualmente, 16% dos meninos negros de 15 a 17 anos estão fora da escola. “Os piores alunos negros já desistiram da escola. Os que ficaram e fizeram Enem são os mais estudiosos”, diz.

 


Unicamp 2018: Pós-verdade é tema de redação; baixe prova (Guia do Estudante – Notícias – 14/01/2018)

Prova exigiu boa capacidade de leitura dos candidatos; primeira chamada sairá em 8 de fevereiro

Neste domingo (14), primeiro dia da segunda fase do vestibular 2017 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a prova foi de Redação e Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa. Os candidatos tiveram de fazer dois textos, cada um sobre um tema discutido amplamente ao longo de 2017: a pós-verdade e a liberdade de expressão. A primeira proposta era a redação de um texto base para uma palestra sobre a pós-verdade; a segunda, um artigo de opinião sobre a existência ou não de limites para a liberdade de expressão. “Ambos são temas interessantes que podem ser inseridos no contexto político atual e na circulação de discursos de ódio”, diz Felipe Ribeiro, professor e editor do sistema COC by Pearson de ensino. Embora fossem temas bastante presentes na mídia ao longo de 2017, a prova apresentava desafios aos candidatos. “Havia uma série de exigências para as redações, e quem se entusiasmou demais e bancou o repentista pode não ter se saído bem”, diz Célio Tasinafo, diretor pedagógico do cursinho Oficina do Estudante. Além de ficar atento ao gênero textual pedido, o candidato precisava produzir um texto com a estrutura que a banca solicitava e com as informações presentes nos textos da coletânea – o que exigia, além de uma boa escrita, boa capacidade de síntese e compreensão. No caso da liberdade de expressão, era preciso explicitar quais as duas principais posições vigentes após a leitura de oito opiniões diferentes. Como também era necessário assumir uma dessas posições, requeria-se boa capacidade de argumentação. “No texto sobre a pós-verdade, a banca deve avaliar a capacidade de seleção de informações, clareza e concisão na exposição”, completa Felipe. A prova trouxe ainda questões de interpretação de texto e de literatura, que exigiam a leitura das obras obrigatórias. “Foi basicamente uma prova de leitura. Mesmo sua única questão de gramática era fundamentada nisso”, afirma Sérgio Paganim, supervisor de Língua Portuguesa no Anglo Vestibulares. De fato, o vestibular da Unicamp se destacou pela variedade de gêneros textuais usados para avaliar a capacidade leitora dos candidatos: além de verbete, houve entrevista, texto opinativo, narrativa, poema e sermão. “Foi uma prova de média complexidade, que não exigia muitos conhecimentos específicos prévios”, opina Sérgio. Para os professores, as questões de literatura eram as mais trabalhosas, pois exigiam compreensão não somente dos excertos apresentados, mas do enredo dos livros cobrados.

Abstenção

Dos 15.461 convocados para esta etapa, 1.749 não compareceram – abstenção de 11,3%. No ano passado, o índice foi de 10%; em 2016, de 13,2%. As provas vão até terça-feira (16), com início sempre às 13 horas (a orientação é que os candidatos cheguem com pelo menos uma hora de antecedência). Nesta segunda (15), será Geografia, História e Matemática. Na terça, as questões serão de Biologia, Química e Física. Cada questão vale até quatro pontos, sendo até dois pontos por cada item. Cada texto da prova de Redação vale até 24 pontos. As provas de Habilidades Específicas, para os cursos que as exigem, valem 48 pontos. As respostas esperadas das provas da segunda fase serão divulgadas a partir da próxima quarta-feira (17/1).

 

Segunda fase da Unicamp 2018 começa neste domingo (14) (Guia do Estudante – Universidades – 12/01/2018)

Guia do Estudante fará a cobertura e publicará a correção comentada em parceria com o cursinho Oficina do Estudante

 

A segunda fase do vestibular 2017 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) começa neste domingo (14) e vai até terça-feira (16). As provas terão início sempre às 13 horas, mas a orientação é para que os candidatos cheguem com pelo menos uma hora de antecedência. O Guia do Estudante fará a cobertura e publicará a correção comentada em parceria com o cursinho Oficina do Estudante.

 

A prova

Na segunda fase da Unicamp, as provas são dissertativas e aplicadas em três dias consecutivos, todos com duração máxima de quatro horas. A distribuição é a seguinte:

 

I – Primeiro dia (14/01/2018): prova de Redação (composta por duas propostas de textos a serem desenvolvidas pelos candidatos) e prova de Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, com seis questões;

II – Segundo dia (15/01/2018): prova de Matemática, prova de Geografia, e prova de História, com seis questões cada uma;

III – Terceiro dia (16/01/2018): prova de Física, prova de Ciências Biológicas e prova de Química, com seis questões cada uma.

 

Cada questão vale até quatro pontos, sendo até dois pontos por cada item. Cada texto da prova de Redação vale até 24 pontos. As provas de Habilidades Específicas, para os cursos que as exigem (veja abaixo), valem 48 pontos.

 

O que levar

Os candidatos deverão levar, todos os dias, o original do documento de identidade indicado na inscrição, caneta preta em material transparente, lápis preto e borracha. Será permitido o uso de régua transparente e compasso, bem como portar água, sucos e alimentos. Também é necessário levar, somente no primeiro dia, uma foto 3×4 tirada em 2017 ou 2018, com nome e número de inscrição anotados no verso. É proibida a utilização de aparelhos celulares ou outros equipamentos eletrônicos, relógios digitais, corretivo líquido, lapiseira, caneta marca texto, bandana/lenço, boné, chapéu, ou outros materiais estranhos à prova. O candidato poderá usar relógio para controlar o tempo, mas todos eles deverão ficar no chão, ao lado da carteira.

 

Quem foi convocado

Foram aprovados para a segunda fase 15.461 candidatos. Em cada curso, são convocados os candidatos que obtiveram nota igual ou superior a 550 pontos na prova da 1ª fase, de acordo com as seguintes regras:

 

Para cursos cuja relação candidato/vaga é menor do que 100, o número máximo de convocados será limitado a seis vezes o número de vagas do curso.

Para cursos com relação maior ou igual a 100, o limite máximo será de oito vezes o número de vagas.

Para cursos com relação candidato/vaga maior ou igual a 200, o limite máximo será de dez vezes o número de vagas.

O número mínimo de convocados para a 2ª fase em cada curso será de três vezes o número de vagas do curso.

 

Habilidades específicas

Todos os candidatos aprovados deverão fazer todas as provas da segunda fase, e alguns cursos exigem ainda uma prova de habilidades específicas: Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais, Dança e Música. Tais provas serão realizadas entre os dias 22 e 25/01/2018, exceto para os candidatos aos cursos de Música, que farão entre os dias 11 e 18/09/2017 (Etapa I) e nos dias 15 e 16/10/2017 (Etapa II). A ausência ou obtenção de nota 0 (zero) em qualquer uma das provas da segunda fase elimina o candidato. Candidatos dos cursos com prova de Habilidades Específicas que não comparecerem ou obtiverem nota zero nessas provas ficam eliminados da 1ª opção, mas continuam concorrendo por uma vaga na 2ª opção, caso exista.

 


A permanente precariedade das escolas brasileiras (O Tempo – Opinião – 13/01/2018)

Sebastião Nunes escreveu, em 2006, neste jornal, sobre a educação brasileira, citando Johann Jakob von Tschudi para analisar nossas escolas, que chocam quem se preocupa com a qualidade do ensino e suas implicações sociais. Esse naturalista suíço manifestou, em meados do século XIX, preconceito sobre os habitantes deste país, mas registrou admiração quanto às proposições do Império, pois a Constituição de 1824 determinava, no inciso XXXII do artigo 179, que o ensino primário gratuito seria oferecido a todas as crianças. Era um avanço para aquela época, mesmo diante dos países europeus. Não tínhamos, entretanto, um sistema educacional consolidado, porque os portugueses não propiciavam acesso à instrução para preservar sua colônia mais importante. Mesmo assim, uma lei de 15 de outubro de 1827 exigia a criação de escola em qualquer cidade, vila e povoado para que o futuro fosse promissor para todos os súditos. A tradição cartorial falou mais alto, nos anos seguintes, pois aquela prescrição compunha as seis Cartas subsequentes, mas o Estado não se mobilizou para universalizar o ensino até os anos 1960. Ele apenas iniciou a expansão das vagas escolares, sem oferecer, todavia, os recursos humanos e materiais correspondentes. Isso implicou perda na qualidade da educação, exceto pelo esforço fugaz de poucas prefeituras e alguns Estados. Colhemos, então, atualmente, os frutos desse descalabro, que aumentou com a ampliação da rede particular do ensino decorrente da equivocada política educacional de um expoente da intelectualidade brasileira, o presidente Fernando Henrique Cardoso, e com o acesso às universidades públicas pelo sistema de cotas para minorias sociais. Há muitas evidências de que concluintes do ensino médio não interpretam nem redigem com propriedade, não dominam as operações matemáticas básicas e desconhecem conceitos básicos de geografia, história e ciências. Essas carências têm exigido que professores universitários criem cursos de nivelamento no ensino superior para desenvolver os programas do currículo mínimo; mesmo assim, muitos graduados saem da faculdade sem a preparação adequada ao mercado de trabalho. Há, a cada geração, uma “progressão para trás”, pois as mais importantes universidades têm recebido candidatos ao mestrado e ao doutorado que não se expressam com propriedade em sua área de conhecimento. Assim, muitos diplomados escancaram nossa tradição cartorial quanto à importância de certificados sem a correspondente qualificação de seus portadores, que não se mantêm em seu ofício, indo para ocupações inferiores. Enquanto isso, as autoridades fazem discursos sobre seu compromisso com a educação e adquirem equipamentos ao gosto de fornecedores. Não tomam providências, entretanto, para que as escolas melhorem, mesmo quando têm notícias dos avanços obtidos pela Coreia do Sul, Finlândia e Irlanda. São os exemplos mais recentes de crescimento espetacular na economia e na qualidade de vida da coletividade.