15/01/2019 / Em: Clipping

 

Unicamp 2019: último dia de provas da 2ª fase aborda questões de física, química e biologia (G1 – Campinas e Região – 15/01/2019) 

Cada disciplina terá seis questões dissertativas. Prova tem duração de quatro horas e portões fecham às 13h.

 

O último dia de aplicação das provas da 2ª fase do vestibular da Unicamp, nesta terça-feira (15), terá questões de física, química e biologia. O exame é composto por seis questões dissertativas de cada uma das matérias e se inicia às 13h, com o fechamento dos portões. Os candidatos terão quatro horas para concluírem a prova. As provas da segunda fase são divididas em três dias, com aplicação em vinte e uma cidades, sendo 16 delas no estado de São Paulo e cinco em capitais espalhadas pelo país. A comissão organizadora (Comvest) orienta para que os candidatos estejam atentos ao local da prova, que não necessariamente é o mesmo da 1ª fase. No domingo, os candidatos enfrentaram o primeiro dia de exame com seis questões de língua portuguesa e literaturas de língua portuguesa, além de duas redações. Neste ano, o tema das redações girou em torno da doutrinação em sala de aula, com a proposta de produção de um abaixo-assinado em apoio a uma professora que teria sofrido ameaças anônimas, e um comentário em rede social sobre gráficos de índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com a comissão organizadora (Comvest), o primeiro dia de provas teve abstenção de 12,7% dos candidatos. O índice é considerado dentro do esperado pela comissão. A abstenção aumentou na segunda-feira e chegou a 13,6%, segundo a universidade. Ao todo, 2,5 mil dos 18,9 mil classificados deixaram de fazer as provas de matemática, geografia e história. O coordenador executivo da Comvest, José Alves de Freitas Neto, destacou que os temas não apresentaram aos candidatos dificuldades durante leitura e interpretação dos textos. Leia mais.

 

 

Unicamp 2019: segunda fase do vestibular termina com maior índice de abstenção em três anos (G1 – Campinas e Região – 15/01/2019)

Segundo comissão organizadora, 2,7 mil dos 18,9 mil classificados deixaram de fazer as provas desta terça-feira (15). Universidade aplicou questões de biologia, física e química.

 

O terceiro e último dia de provas da segunda fase do vestibular 2019 da Unicamp terminou com abstenção de 14,3%, na tarde desta terça-feira (15), segundo a comissão organizadora do processo seletivo (Comvest). Ao todo, 2,7 mil dos 18,9 mil classificados para esta etapa deixaram de fazer as avaliações de biologia, física e química. O índice é o maior em três anos. Nos dias anteriores de processo seletivo, os índices foram de 12,7% e 13,6%. As avaliações foram aplicadas pela universidade estadual em 16 cidades de São Paulo e mais cinco capitais. A Comvest destacou que os índices estão dentro das expectativas e frisou que a estatística mais relevante foi ter alcançado recorde de participantes na segunda fase do vestibular. “Devemos considerar que a oscilação da abstenção se deu num contexto de maior número de candidatos realizando a prova e um menor número de vagas em disputa no vestibular, o que é positivo para a Unicamp do ponto de vista da seleção”, avaliou, em nota, o coordenador executivo da comissão, José Alves de Freitas Neto. Os maiores percentuais de ausentes, de 37,3% e 25,7%, permaneceram respectivamente em Fortaleza (CE) e Curitiba (PR). Para a universidade, os valores foram influenciados no primeiro caso porque a Universidade Estadual do Ceará (UECE) também aplicou provas nesta semana; e a Universidade Federal do Paraná (UFPR) já divulgou a lista de aprovados no vestibular. Leia mais.

 

 

Unicamp 2019: cursinhos valorizam foco em direitos humanos e ‘diálogos’ na 2ª fase (G1 – 15/01/2019)

A pedido do G1, coordenadores de três instituições avaliam nível de dificuldade das provas, os temas da redação e a relação entre conteúdos do ensino médio com pautas da atualidade.

 

O foco nos direitos humanos e os diálogos entre conteúdos do ensino médio e temas em destaque na sociedade brasileira estão entre os pontos valorizados nas provas da segunda fase do vestibular 2019 da Unicamp, por representantes de cursinhos preparatórios ouvidos pelo G1. Os exames foram aplicados entre domingo e esta terça-feira (15). A universidade registrou abstenção de 14,3%, o maior índice em três anos, mas valorizou recorde de participantes na etapa e destacou que isso permite elevar a qualidade da seleção feita em São Paulo e mais cinco estados. A redação teve como temas a “doutrinação ideológica na sala de aula” e a relação entre Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB). Daniel Perry, coordenador do Anglo: “Os enunciados estavam claros, sofisticados, exigiram bastante capacidade analítica dos candidatos. As questões de praticamente todas as provas, com exceção de matemática, exigiram diversas habilidades. Atenção à leitura dos textos, análise de imagens e gráficos, e isso transformava elas em relativamente difíceis. O tempo foi suficiente para quem estava bem preparado. A prova é de alto nível, foi exigente como nos anos anteriores.” Leia mais.

 

 

Unicamp encerra 2ª fase; respostas serão divulgadas nesta quarta (ACidade ON – Cotidiano – 15/01/2019)

Provas de física, biologia e química encerraram segunda fase do vestibular 2019 da Unicamp

 

A abstenção da segunda fase fechou em 14,3%. No ano anterior, o índice foi de 12,3%. A primeira chamada será divulgada dia 11 de fevereiro e os convocados nesta chamada deverão efetivar a matrícula não presencial (pela internet) somente no dia 12 de fevereiro, exclusivamente na página eletrônica da Comvest, em formulário específico. Quem não realizar a matrícula virtual ficará excluído das próximas chamadas do Vestibular Unicamp 2019. Estão previstas até dez chamadas. As respostas esperadas das provas da segunda fase serão divulgadas na internet, a partir desta quarta-feira (16). Os candidatos que necessitem corrigir algum dado da ficha de inscrição deverão utilizar o formulário específico, disponível na página eletrônica da Comvest até as 23h59 do dia 16 de janeiro. As provas de Habilidades Específicas, para os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança serão realizadas em Campinas entre os dias 21 e 25 de janeiro de 2019. As orientações completas para esses exames estão no Manual do Ingresso, disponível na página da Comvest na internet. Este ano, 69.761 candidatos fizeram a prova da primeira fase, na disputa por uma das 2.589 vagas em 69 cursos de graduação da Unicamp.

 

 

USP, Unesp e Unicamp caem em ranking internacional; veja a lista (Estadão – .Edu – 15/01/2019)

Levantamento em países emergentes, realizado pela revista britânica ‘Times Higher Education’, mostrou que 17 universidades brasileiras perderam posições

 

As universidades estaduais paulistas perderam posições no ranking que mede o desempenho de instituições de países emergentes. Divulgado nesta terça-feira, 15, o levantamento da revista britânica Times Higher Education (THE) mostra a Universidade de São Paulo (USP), a Estadual de Campinas (Unicamp) e a Estadual Paulista (Unesp) em colocações inferiores ao que foi registrado no ano passado.  O ranking de economias emergentes da THE analisou quase 450 universidades de 43 países, em quatro continentes. O levantamento feito pela revista britânica é uma das principais referências em reputação acadêmica. Trinta e seis instituições brasileiras aparecem no estudo – mais do que no ano passado, quando o País tinha 32. Mas 17 universidades brasileiras perderam posições no levantamento divulgado nesta terça. A USP continua na melhor colocação entre as universidades brasileiras, na 15ª posição. No ano passado, estava em 14º e, desde 2017, não alcança o top 10 das universidades com melhores desempenhos. Em seguida, vem a Unicamp, que ficou em 40º lugar, perdendo sete posições em relação a 2018. A Unesp caiu para a 166ª colocação (em 2018, estava em 162º). Leia mais.

 

 

USP, Unesp e Unicamp perdem posições em ranking de países emergentes (Exame – 15/01/2019)

Apenas a USP ficou entre as 30 melhores instituições do ranking da revista britânica Times Higher Education (THE). Veja a lista:

 

As universidades estaduais paulistas perderam posições no ranking que mede o desempenho de instituições de países emergentes. Divulgado nesta terça-feira, 15, o levantamento da revista britânica Times Higher Education (THE) mostra a Universidade de São Paulo (USP), a Estadual de Campinas (Unicamp) e a Estadual Paulista (Unesp) em colocações inferiores ao que foi registrado no ano passado. O ranking de economias emergentes da THE analisou quase 450 universidades de 43 países, em quatro continentes. O levantamento feito pela revista britânica é uma das principais referências em reputação acadêmica. Trinta e seis instituições brasileiras aparecem no estudo – mais do que no ano passado, quando o País tinha 32. Mas 17 universidades brasileiras perderam posições no levantamento divulgado nesta terça. A USP continua na melhor colocação entre as universidades brasileiras, na 15ª posição. No ano passado, estava em 14º e, desde 2017, não alcança o top 10 das universidades com melhores desempenhos. Em seguida, vem a Unicamp, que ficou em 40º lugar, perdendo sete posições em relação a 2018. A Unesp caiu para a 166ª colocação (em 2018, estava em 162º). Leia mais.

 

 

USP, Unesp e Unicamp caem em ranking internacional; veja a lista (R7 – 15/01/2019)

USP continua na melhor colocação entre as brasileiras, na 15ª posição. No ano passado, estava em 14º e, desde 2017, não alcança o top 10

 

As universidades estaduais paulistas perderam posições no ranking que mede o desempenho de instituições de países emergentes. Divulgado nesta terça-feira (15), o levantamento da revista britânica THE (Times Higher Education) mostra a USP (Universidade de São Paulo), a Unicamp (Estadual de Campinas) e a Unesp (Estadual Paulista) em colocações inferiores ao que foi registrado no ano passado. O ranking de economias emergentes da THE analisou quase 450 universidades de 43 países, em quatro continentes. O levantamento feito pela revista britânica é uma das principais referências em reputação acadêmica. Trinta e seis instituições brasileiras aparecem no estudo – mais do que no ano passado, quando o País tinha 32. Mas 17 universidades brasileiras perderam posições no levantamento divulgado nesta terça. A USP continua na melhor colocação entre as universidades brasileiras, na 15ª posição. No ano passado, estava em 14º e, desde 2017, não alcança o top 10 das universidades com melhores desempenhos. Em seguida, vem a Unicamp, que ficou em 40º lugar, perdendo sete posições em relação a 2018. A Unesp caiu para a 166ª colocação (em 2018, estava em 162º). Leia mais.

 

 

USP, Unesp e Unicamp caem em ranking internacional de educação (Veja – Educação – 15/01/2019)

USP continua a melhor entre as brasileiras, na 15ª posição; Unicamp, que ficou em 40º lugar, perdeu sete posições; Unesp caiu para a 166ª colocação

 

A Universidade de São Paulo (USP), a Estadual de Campinas (Unicamp) e a Estadual Paulista (Unesp) perderam posições no ranking que mede o desempenho de instituições de países emergentes. É o que mostra a lista, divulgada nesta terça-feira, 15, da revista britânica Times Higher Education (THE), uma das principais em avaliação do ensino superior no mundo. A USP continua na melhor colocação entre as universidades brasileiras, na 15ª posição. No ano passado, estava em 14º e, desde 2017, não alcança o top 10 das universidades com os melhores desempenhos. Em seguida vem a Unicamp, que ficou em 40º lugar, perdendo sete posições em relação a 2018. A Unesp caiu para a 166ª colocação (em 2018, estava em 162º). Enquanto isso, outras universidades brasileiras ganharam destaque. É o caso da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que saiu da faixa de 201-250 e subiu para a 119ª posição, com melhoras em todos os indicadores, e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que subiu 23 posições, chegando à 127ª colocação. O ranking de economias emergentes da THE analisou quase 450 universidades de 43 países, em quatro continentes. O levantamento feito pela revista britânica é uma das principais referências em reputação acadêmica. Trinta e seis instituições brasileiras aparecem no estudo – mais do que no ano passado, quando o país tinha 32. Mesmo assim, dezessete universidades brasileiras perderam posições no levantamento divulgado nesta terça. Leia mais.