15/02/2016 / Em: Clipping

 


Aprovado na Unicamp é o 1º deficiente visual após 15 anos, diz Comvest   (Globo.Com – G1 Vestibular – 13/02/16)

Deficiente visual desde nascença, o estudante Pedro Henrique Silva Carvalho, de 18 anos, é o primeiro nesta condição aprovado no vestibular da Unicamp em 15 anos, segundo a Comissão Permanente para o Vestibular (Comvest). “É uma sensação maravilhosa ser o primeiro em 15 anos”, declara o aprovado em fonoaudiologia, que consegue enxergar apenas vultos e luzes.

Aluno de 16 anos da rede pública é aprovado em medicina na Unicamp   (Globo.Com – G1 Vestibular – 12/02/16)

Um aluno de 16 anos da rede pública de Campinas (SP) foi aprovado em medicina na Unicamp. O curso foi o mais concorrido do vestibular 2016, de acordo com a Comvest, que é responsável pela organização do exame. Vítor Santana Costa contou ao G1 que esta foi a primeira vez que ele fez a prova e que ficou surpreso com o resultado.

Unicamp: 88,2% dos aprovados em medicina cursaram escola pública   (Globo.Com – G1 Vestibular – 12/02/16)

Unicamp divulgou nesta sexta-feira (12) a lista de aprovados no vestibular 2016. Neste ano a universidade atingiu 51,9% dos alunos aprovados oriundos de escolas públicas, ou 1.714. Este é o melhor resultado do programa social da Unicamp, no ano passado o número de alunos matriculados representou 30,2%. Dos aprovados em Medicina, 88,2% estudaram em escolas públicas. Em arquitetura e urbanismo, o percentual atingiu 86,7%.



Cursos mais disputados também têm maioria de escola pública   (Correio Popular – Cidades – 13/02/16)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) divulgou ontem a lista dos 3.320 candidatos aprovados em primeira chamada. Desse total, 51,9% cursaram o Ensino Médio em escola pública, quase o dobro do número atingido no ano passado. A porcentagem histórica antecipa metade chegar a 50% em 2017 e foi registrada, inclusive, nos cinco cursos mais concorridos da universidade: medicina, arquitetura, midialogia, ciências biológicas e engenharia civil. Dos 1.714 aprovados pelo Programa de Ação Afirmativa e Inclusão Social (Paais), 738 são pretos, pardos ou indígenas (PPI),122,3% a mais que no ano passado. Apesar do considerável aumento, a meta de PPI estabelecida para o ano que vem, de 35%, ainda não foi atingida na totalidade. Alguns cursos, porém, ultrassaram o objetivo, entre eles engenharia civil (44%), midialogia (38,1%) e medicina (36,1%).Com mais da metade de aprovados pelo Paais, a Unicamp ultrapassou um ano antes do previsto a meta estabelecida em 2013. Segundo o reitor José Tadeu Jorge, o resultado foi possível através da mudança no sistema de pontuação, que acrescenta já na primeira fase 60 pontos às notas dos candidatos de escola pública mais 20 pontos para aqueles que se auto declararem pretos, pardos ou indígenas, valores que até o vestibular 2015 só eram inseridos na segunda fase. Já o acréscimo feito na segunda etapa do vestibular 2016 tornou-se mais significativo: 90 pontos na redação e outros 90 nas provas dissertativas, sendo que pretos, pardos e indígenas garantem mais 30 pontos na redação e outros 30 nas provas dissertativa. “O programa, uma alternativa de inclusão social, foi gradativamente, ao longo desse tempo todo, ajustando cuidadosamente os parâmetros para que nós pudéssemos chegarnos  50%”, disse o reitor. “Temos absoluta certeza deque não há nenhum prejuízo em termos de qualidade dos alunos que nós estamos selecionando e eles terão tranquilamente condições de acompanhar os cursos na universidade”, afirmou Jorge, lembrando a baixa taxa de evasão da Unicamp. Segundo o pró-reitor de pós-graduação, Luís Alberto Magno, nos últimos três anos, a taxa ficou em torno de 7,5%, considerando todas as causas possíveis — sendo1,7% por dificuldade de acompanhamento, 4,4% por variáveis como mudança de cidade e morte, e o restante por realocamento interno, quando o aluno deixa um curso e ingressa em outro. “Em todos os cursos da universidade, aqueles que ingressaram pelo programa tinham desempenho estatisticamente igual ou melhor do que os que não usavam o programa”, disse o reitor. O coordenador executivo da Comissão Permanente para os V e s t i b u l a r e s (Comvest), Edmundo Capelas de Oliveira, lembrou que novos estudos serão feitos para possíveis ajustes no programa até o término de todas as chamadas, previsto para o fim de março. Também será analisada uma forma de aumentar o interesse de alunos egressos de escolas públicas em alguns cursos, como engenharia de alimentos. Depois de ser o único candidato cego aprovado para a segunda fase da Unicamp, o estudante Pedro Henrique Silva Carvalho, de 18 anos, conquistou uma vaga no curso de fonoaudiologia. Morador de Sumaré, Pedro nunca enxergou e fez as provas em braile. O estudante também conquistou o 3º lugar no mesmo curso na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), passou em fisioterapia na Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep) e também na Universidade Estadual Paulista(Unesp), mas não tem dúvidas de que seu destino universitário será na Unicamp. A boa notícia de ontem veio através de uma ligação do pai. “Foi uma sensação muito gostosa”, disse ele, que espera ser bem recebido. “Deve ter uma estrutura bem interessante.”  Dentre os aprovados pelo Paais para o curso de medicina da Unicamp está o adolescente Vitor Santana Costa, de 16 anos, recém-formado pela Escola Estadual Adalberto Prado e Silva, na Vila Costa e Silva. Natural de Ribeira do Pombal, no Interior da Bahia, Vitor se mudou para Campinas há três anos em busca de mais oportunidades. Autodidata nas horas vagas, ele foi o único de sua turma a conquistar uma vaga na universidade e acredita que o segredo do sucesso no vestibular está na dedicação. “A maioria nem tentou porque tem aquele mito de que a universidade pública é muito difícil. Independentemente da escola, da família e de qualquer situação, quem escolhe o futuro é o próprio aluno”, reforçou ele, que também conseguiu uma vaga no curso de enfermagem na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e no curso de engenharia da computação da Unisal pelo Programa Universidade para Todos (Prouni).



88,2% dos aprovados em Medicina na Unicamp são da escola pública   (O Estado de S.Paulo – Educação – 12/02/16)

O curso mais concorrido da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi o que teve a maior proporção de alunos aprovados que fizeram todo o ensino médio em escola pública. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira, 12, e indicou que, dos 110 selecionados na primeira chamada para Medicina, 97 – ou 88,2% – são oriundos da escola pública. A Unicamp não adota cotas, mas um sistema de bonificação e, pela primeira vez, os aprovados que estudaram em escola pública superaram os de escolas particulares. De acordo com a Unicamp, 51,9% dos estudantes aprovados para as 3.320 vagas disponíveis em 70 cursos de graduação vieram da escola pública.



Unicamp divulga lista de aprovados; mais de 50% são de escola pública   (Folha Online – Educação – 12/02/16)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) divulgou nesta sexta-feira (12) a lista de aprovados no vestibular 2016. Mais de 50% dos aprovados vieram da rede pública. A relação completa foi publicada no site da Comvest (Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp), responsável pelo vestibular. A consulta pode ser feita pela inscrição, nome do candidato ou pela inicial do nome. Dos 3.320 aprovados na primeira chamada, 1.714 fizeram o ensino médio em escolas da rede pública de ensino, o que representa 51,9% do total de aprovados no vestibular. É o primeiro ano que o número de estudantes do ensino público supera da rede particular. Em cursos de alta demanda, o número de aprovados também superou os 50%. Em medicina foram 88,2%, já em arquitetura e urbanismo 86,7%.