16/01/2019 / Em: Clipping

 

Unicamp 2019: comissão divulga respostas esperadas para provas de língua portuguesa e literaturas (G1 – Campinas e Região – 16/01/2019)

Universidade também publicou nesta quarta-feira (16) as expectativas da banca de redação. Temas passaram por ‘doutrinação ideológica em sala de aula’ e desenvolvimento.

 

A Unicamp divulgou na tarde desta quarta-feira (16) as respostas esperadas para as provas de língua portuguesa e literaturas, aplicadas no primeiro dia da 2ª fase do vestibular 2019. Além disso, a universidade também publicou as expectativas da banca de redação para os textos que deveriam passar pelo tema “doutrinação ideológica na sala de aula” ou a relação entre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB). Esta etapa do processo seletivo foi encerrada na terça-feira com abstenção de 14,3%, o maior índice em três anos. Cursinhos valorizaram o fato da universidade ter elaborado o exame com foco em direitos humanos e por ter estabelecido diálogos entre conteúdos do ensino médio e atualidades. A universidade considerou que o número de ausentes está dentro da expectativa e frisou que houve recorde de participantes nesta fase, o que permite elevar a qualidade da seleção. As provas foram aplicadas em 16 cidades de São Paulo e mais cinco estados. As respostas esperadas pela Unicamp nas avaliações de matemática, geografia e história serão divulgadas nesta quinta-feira; enquanto que as explicações das questões abordadas nos exames de biologia, física e química serão divulgadas na sexta-feira, informou a Comvest. Leia mais. 

 

 

Segunda fase do Vestibular 2019 da Unicamp termina com mais de 14% de ausentes (Super Vestibular – 16/01/2019)

Previsão, conforme cronograma, é que lista de aprovados seja liberada no dia 11 de fevereiro

 

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) encerrou nesta terça-feira, 15 de janeiro, as provas da segunda fase do Vestibular 2019. Mais de 18 mil candidatos eram esperados, mas mais de 14% faltaram. O vestibular oferece 2.589 vagas em 69 cursos de graduação, em Campinas, Limeira e Piracicaba. O curso de Medicina é o mais procurado, com mais de 13 inscritos por chance. No primeiro dia da segunda fase do vestibular 2019 da Unicamp, os candidatos produziram uma redação e responderam questões discursivas de Língua Portuguesa e Literatura. Segundo o diretor pedagógico do colégio e curso Oficina do Estudante, de Campinas (SP), prova de Português privilegia a habilidade de leitura e interpretação de texto, que tem domínio do uso da língua para explorar efeitos de sentido e é capaz de identificar múltiplas leituras e correlacionar textos verbais e não verbais. “É uma prova sofisticada, que espera selecionar alunos que dominam o uso da língua como ferramenta para expressar ideias complexas e contrastantes, além do posicionamento crítico sobre temas em circulação na sociedade”, opina ele. No segundo dia, os inscritos no vestibular da Unicamp responderam questões de Matemática, Geografia e História. Para o diretor, a prova pode ser resumida em duas palavras: equilíbrio e seletividade. “A prova acaba privilegiando o aluno que tem um conhecimento amplo, e se preparou com cuidado”, acredita. Leia mais.

 

 

Em 4 anos, Unicamp perde 16 posições em ranking de emergentes (ACidade ON – Cotidiano – 16/01/2019)

Publicação da Times Higher Education é uma das principais do mundo; universidade de Campinas caiu da 24ª posição em 2016 para a 40ª na edição atual

 

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) perdeu 16 posições no ranking elaborado pela revista britânica THE (Times Higher Education), que considera as melhores universidades de países considerados emergentes. Em 2016, ano da primeira publicação, a Unicamp ocupava a 24ª posição. Caiu para a 28º no ano seguinte, 33º em 2018 e, neste ano, é a 40ª melhor universidade entre instituições de países emergentes. A mesma tendência foi observada entre as outras duas universidades estaduais paulistas. A USP (Universidade de São Paulo) segue como a instituição nacional melhor colocada, mas caiu da 14ª posição em 2018 para a 15ª neste ano. A Unesp (Universidade Estadual Paulista) caiu para a 166ª colocação (em 2018, estava em 162º). O ranking de economias emergentes da THE analisou quase 450 universidades de 43 países, em quatro continentes. O levantamento feito pela revista britânica é uma das principais referências em reputação acadêmica. Trinta e seis instituições brasileiras aparecem no estudo – mais do que no ano passado, quando o País tinha 32. Mas 17 universidades brasileiras perderam posições no levantamento divulgado nesta terça (15). Para Ellie Bothwell, editora global de rankings da THE, o cenário brasileiro é de estagnação. A publicação britânica indica que o desempenho do País está ligado a cortes financeiros. “Como em muitos países da América Latina, o setor de ensino superior do Brasil está sofrendo sérios efeitos colaterais dos contínuos cortes de financiamento”, apontou Ellie. Leia mais.