17/01/2012 / Em: Clipping

 


Candidatos administram melhor o tempo no 2º dia de provas da segunda fase da Unicamp  (UOL – Vestibular – 16/01/12_

Poucos minutos após as 15h30, quando a saída de candidatos foi liberada, grupos de vestibulandos da segunda fase da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), já começavam a deixar do local de prova. Segundo os primeiros candidatos ouvidos pelo UOL, hoje foi possível “administrar melhor” o tempo entre as respostas do exame.  “Achei muito mais tranquilo em relação ao tempo. Caíram coisas específicas, mais pontuais. Diferente de ontem que faltou tempo para tudo”, disse Ana Carolina Uemura, 17, que tenta uma vaga no curso de engenharia elétrica. Para Jonathan Menatto, 17, a prova de segunda foi um pouco mais difícil que ontem. Apesar da dificuldade, o candidato ao curso de análise e desenvolvimento de sistemas foi um dos primeiros a deixar o local do exame de hoje. “Consegui ser mais direto, achei que ia sair no último minuto, mas não foi o que aconteceu.”

Unicamp 2012: para professores, questões de ciências humanas e inglês foram “clássicas”   (UOL – Vestibular – 16/01/12)

A prova de ciências humanas e inglês da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) trouxe questões com enunciados curtos, objetivos e que exigiam conhecimentos “clássicos”, “consagrados” na grade curricular do ensino médio nesta segunda (16). Em comparação com a avaliação de ontem, foi mais tranquila, menos cansativa. Mas os professores ouvidos pelo UOL advertem: isso não quer dizer que a prova estivesse fácil, a melhor palavra para defini-la seria “adequada”. Foi uma prova com muito “cite e corresponda”, na análise de Célio Tasinafo, coordenador da Oficina do Estudante. No entanto, “o aluno precisava de conteúdo, de informações externas”, explica o coordenador do cursinho de Campinas.

“Gás” dos candidatos diminui no segundo dia de prova da segunda fase da Unicamp  (UOL – Vestibular – 16/01/12)

Depois de uma maratona de vestibulares na tentativa de conquistar uma vaga em uma universidade pública, os candidatos ouvidos pelo UOL afirmam que o “gás está diminuindo” nessa reta final de exames. Segundo Fernanda Nery, 19, depois de fazer as provas da Unesp e da Fuvest, para o curso de veterinária, e a primeira fase da Unicamp, para o curso de farmácia, “agora nesse finalzinho o gás vai acabando, vai dando uma diminuída no ritmo”. Apesar do cansaço, Fernanda ressalta que irá tentar dar o seu melhor na prova de hoje, “cursinho nunca mais”. Caio Bertolo, 19, tenta uma vaga no curso de engenharia mecânica e não vê a hora da segunda fase terminar.



Tempo ‘curto’ é preocupação extra no vestibular da Unicamp  (Terra – Vestibular – 16/01/12)

É senso comum entre os vestibulandos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) que as quatro horas diárias destinadas às provas da segunda fase são “curtas” para a complexidade do exame. O tempo médio para a resolução de cada uma das 24 questões é de dez minutos. Júlia Bastian, 18 anos, tenta uma vaga em Medicina. Ela disse que se o exame tivesse um tempo extra entre 30 minutos e uma hora, faria a prova com mais qualidade. “No final, a gente sempre acaba correndo um pouco. Com mais tempo, daria para responder com uma melhor qualidade”, diz. A prova da Unicamp representa o final de uma maratona para a vestibulanda, que se inscreveu ainda nos exames da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Federal de Santa Catarina (UFSC) e Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).



Segundo dia da Unicamp foi menos trabalhoso, dizem cursinhos  (IG – Educação – 16/01/12)

Os professores de cursinhos pré-vestibular avaliaram a prova do segundo dia da segunda fase da Universidade de Campinas (Unicamp) como mais fácil tanto em relação ao dia anterior quanto a edição do ano passado. A prova de inglês e ciências humanas foi bastante elogiada e dada como exemplo para os demais processos seletivos. Na prova de inglês os professores observaram que, houve menos necessidade de vocabulário e mais de interpretação de texto. “A Unicamp fez uma prova criativa, que exigia a competência na língua inglesa aliada à capacidade de interpretar um texto e colocar no papel o que quer dizer”, disse a professora do Objetivo, Cristina Armaganijan. Lúcia Helena Martins de Souza, do Cursinho da Poli, concorda. 

Estudantes comemoram prova mais fácil no segundo dia da Unicamp  (IG – Educação – 16/01/12)

Após realizarem no domingo uma prova exigente e analítica, os candidatos à segunda fase da Universidade de Campinas (Unicamp) enfrentaram nesta segunda-feira uma avaliação mais tranquila. Foram 24 questões dissertativas de ciências humanas. Para Daniel Pereira, 17, candidato a Engenharia de Produção, a prova aplicada no domingo, de português, literatura e matemática, estava “impossível”. “Hoje foi mais tranquilo. Inglês estava ridículo de fácil e em história caiu uma pergunta interessante sobre a ditadura, com uma notícia do dia em que foi proclamado o AI-5”, comenta. Jonatan Ribeiro, de 17 anos, que presta vestibular para Artes Cênicas, diz que hoje deu tempo para fazer tranquilamente a prova. Mesmo assim, deixou algumas questões em branco. “Não tinha como enrolar, ou você sabia ou não.


 
Com perguntas diretas, 2.ª prova da Unicamp deu menos trabalho (O Estado de S.Paulo – Educação – 16/01/12)

Com enunciados curtos e perguntas diretas, as provas do vestibular da Unicamp aplicadas nesta segunda-feira, 16, deram menos trabalho aos estudantes classificados para a etapa final do processo seletivo. Se ontem – quando caíram questões de português, literatura e matemática – os professores disseram que o tempo foi o maior adversário dos candidatos, hoje a conversa mudou de tom, já que o exame de ciências humanas, artes e inglês exigiu respostas mais objetivas. O diretor pedagógico do cursinho Oficina do Estudante, Célio Tasinafo, diz que ficou aliviado após analisar as provas de hoje. “Pensei que os textos seriam do mesmo tamanho dos de ontem, mas foram menores”, afirma. Segundo ele, a única questão do exame de ciências humanas que pode ter surpreendido os alunos foi a 10.ª, sobre noção de cidadania. “Ali ficou difícil porque o texto não ajudava em nada. Ou o aluno sabia ou não conseguiria fazer.” Para o coordenador do Anglo, Luis Ricardo Arruda, o exame de hoje estava adequado ao objetivo de selecionar alunos para a Unicamp. “Tem que ter uma dificuldade mesmo, já que os candidatos passaram por uma prova anterior”, diz, referindo-se à primeira etapa do vestibular. Em história, não caiu Antiguidade nem o período conhecido com Alta Idade Média. Quase todas as questões foram baseadas em texto, exceto a 7.ª, que trazia uma tabela com informações sobre o perfil do eleitor brasileiro em 1920. Para o professor do Anglo António Carlos da Costa Ramos, a prova foi “inteligente” por ter trabalhado temas como participação política.

Prova discutiu cidadania, diz coordenador do vestibular da Unicamp  (O Estado de São Paulo – Educação – 16/01/12)

Durante a realização das prova de Ciências Humanas e artes e de Inglês, no segundo dia da etapa final do vestibular da Unicamp, os candidatos foram informados de um erro de digitação no enunciado da questão 7.  O texto fornecia um dado sobre a população brasileira e uma tabela trazia, além do número de habitantes, também o de votantes em 1920. Onde leu-se 30.365.605, no enunciado, o correto seria 30.635.605. Na tabela, o número estava correto.  A Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) esclareceu que a troca de números não interferia na resolução da questão, que pediu ao candidato a indicação de duas práticas políticas existentes durante a Primeira República (1889-1930) e duas mudanças que ampliaram o eleitorado brasileiro após a Primeira República. Segundo o coordenador executivo da Comvest, Maurício Kleinke, cinco casos de candidatos com celulares durante a prova de domingo serão analisados pela comissão. A Unicamp proíbe o candidato de levar celular para a sala de aula, esteja ele ligado ou desligado. “Foram 43 casos na primeira fase. Se imaginarmos que essa fase é um terço da outra, estamos dentro do esperado. Mas torço para que não se repitam os números de domingo nos outros dias”, disse Kleinke. 

Interdisciplinaridade deixou prova da Unicamp mais complexa, afirmam estudantes  (O Estado de S.Paulo – Educação – 16/01/12)

Estudantes que deixaram o Colégio Sagrado Coração de Jesus após as provas de ciências humanas e artes e de inglês da Unicamp consideraram o exame de hoje mais complexo que o de ontem, quando caíram questões de português e matemática. Para Lucas Serra, de 20 anos, as provas de hoje foram mais complicadas. Ele busca uma vaga em Ciências Biológicas e diz conhecer a fundo o exame porque presta o vestibular pela quarta vez. “A prova da Unicamp tem ficado cada vez mais gostosa de se fazer”, disse. “Desde o ano passado a Unicamp prioriza a interdisciplinaridade. Então a prova de hoje não é enjoada, apesar dos assuntos que caíram.” Juliana Furtado Peixoto, de 19, disse que o fato de as questões serem interdisciplinares torna a prova mais difícil, principalmente hoje, em que conhecimentos sobre história e geografia foram avaliados no mesmo exame.



Prova de humanas da Unicamp foi ‘menos cansativa’, dizem estudantes  (Globo.Com – G1 Vestibular – 16/01/12)

Desgastados pela maratona de Enem e vestibulares, os candidatos do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) consideraram a prova do segundo dia da fase final, realizada nesta segunda-feira (16), menos cansativa que a prova de domingo (15). A prova foi composta por 18 questões de ciências humanas artes, além de seis questões de inglês. No domingo, eles responderam sobre português e matemática. De acordo com a Comvest, que organiza o vestibular da instituição, 14.710 candidatos fizeram a prova. A taxa de abstenção nesta segunda-feira foi de 11,7% dos 16.665 convocados para a segunda fase do processo seletivo. Na prova de domingo, a abstenção foi de 10,7%. “Foi menos cansativa, mas o nível de dificuldade estava igual”, disse Diego Rizzo, de 18 anos, candidato de engenharia química. O vestibulando, que em 2011 foi selecionado para estudar na Universidade Federal do Grande ABC pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), cursou o primeiro ano da faculdade junto com o cursinho para tentar novamente as instituições paulistas. “A faculdade me ajudou principalmente em matemática, mas o cursinho ajudou mais, porque é mais direcionado.”



Abstenção chega a 11% no segundo dia do vestibular  (Correio Popular – Cidades – 17/01/12)

A prova de ciências da natureza encerra hoje a maratona da 2ª fase do vestibular 2012 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O índice de abstenção do segundo dia foi de 11,7%, o correspondente a 1.955 candidatos. No vestibular do ano passado, o índice foi de 9,4%. Apenas em Campinas, dos 5.046 candidatos, 509 (10,1%) faltaram à prova. No primeiro dia, cinco candidatos portavam celulares. A coordenação do vestibular estuda que medida vai adotar em relação a esses estudantes. Ontem, os vestibulandos fizeram as provas de ciências humanas e artes e de inglês. Segundo o coordenador-executivo da Comissão Permanente para Vestibulares da Unicamp (Comvest), Maurício Kleinke, a prova de ciências da humanas procurou focar as questões sociais. “A questão 10, por exemplo, abordou a noção de cidadania e o que são os direitos civis e sociais”, afirma. A prova de inglês também abordou questões de cidadania e raça a partir de um texto sobre Martin Luter King. A Comvest divulgou ontem uma errata juntamente com a prova de ciências humanas, referente à questão 7. Trata-se de um erro de digitação, que, segundo Kleinke, não interfere na resolução da questão. A primeira lista de aprovados será divulgada dia 6 de fevereiro.



Segundo dia da Unicamp teve prova objetiva, dizem professores  (Folha Online – Educação – 16/01/12)

O segundo dia da segunda fase da Unicamp foi considerado menos trabalhoso do que o primeiro. Segundo os cursinhos ouvidos pela Folha, as questões aplicadas nesta segunda-feira tiveram enunciados mais objetivos e claros. Para o coordenador do Anglo, Luis Ricardo Arruda, as perguntas de geografia e sociologia foram classificadas como difíceis, enquanto as de história e inglês estavam fáceis. “De um modo geral, os enunciados estavam claros e objetivos, isso facilita muito para o aluno”, afirma. O diretor pedagógico da Oficina do Estudante, Célio Tasinafo, afirma que a prova foi mais enxuta do que a do primeiro dia.



Troca de números não altera solução de questão, diz Unicamp  (Jornal Cruzeiro do Sul – Educação – 16/01/12)

Durante a realização da prova de Ciências Humanas e Artes e da prova de Inglês no segundo dia da segunda fase do vestibular 2012 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), os candidatos foram informados de um erro de digitação no enunciado da questão número 7. O texto fornecia um dado sobre a população brasileira e uma tabela trazia, além do número de habitantes, também o de votantes em 1920. Onde leu-se 30.365.605, no enunciado, o correto seria 30.635.605. Na tabela, o número estava correto.  A Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) esclareceu que a troca de números não interferia na resolução da questão, que pediu ao candidato a indicação de duas práticas políticas existentes durante a Primeira República (1889-1930) e duas mudanças que ampliaram o eleitorado brasileiro após a Primeira República. Segundo informou o coordenador executivo da Comvest, Maurício Kleinke, cinco casos de candidatos com celulares durante a prova de domingo serão analisados pela comissão. A Unicamp proíbe o candidato de levar celular para a sala de aula, esteja ele ligado ou desligado. “Foram 43 casos na primeira fase. Se imaginarmos que essa fase é um terço da outra, estamos dentro do esperado.



Segunda fase tem 7% de abstenção   (Jornal de Jundiaí – Educação – 16/01/12)

Dos 626 candidatos que prestaram ontem a segunda fase do vestibular da Unicamp, apenas 44 faltaram, o que significa uma abstenção de 7%. Os portões da Unip, única escola a sediar as provas em Jundiaí, fecharam pontualmente às 13 horas e não foi registrado nenhum problema com atrasos. Os candidatos prestaram provas de Língua Portuguesa, Literatura Portuguesa e Matemática. Os candidatos, vindos de várias cidades da Região, começaram a chegar por volta das 10 horas e estavam bem mais tranquilos do que na primeira fase, mas muito cientes de que ainda precisavam ´eliminar´ alguns concorrentes. Victor Basílio espera ser aprovado para uma das vagas em Estatística, mas estava confiante porque a previsão é de 3,2 candidatos por vaga. “Estou tranquilo para a prova porque me preparei antes. Agora, é aguardar para ver o resultado.” Tranquila também estava a jovem Gracielle Morita Leme, de Bragança Paulista, que prestou para Engenharia Mecânica. Durante todo o ano, fez cursinho e, mesmo estando na segunda fase, diz que é preciso concentração. “A ansiedade é a mesma, mas o importante é ficar atenta às questões porque ainda temos alguns dias de prova pela frente”, diz a jovem, que já prestou USP e Unesp, mas não passou para a segunda fase. Atenção nas questões para não ser pego de surpreso. Esta é a dica de Dênis Rodrigues Ferreira, que busca uma vaga em Física. “Hoje (ontem), as questões são mais elaboradas e, na maioria das vezes, a resposta está bem na pergunta. Então, é se concentrar e não ter pressa para fazer a prova.”