20/06/2013 / Em: Clipping

 


Unicamp é única latino-americana entre as melhores com menos de 50 anos   (Folha Online – Educação – 19/06/13)

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) é a única instituição de ensino superior da América Latina na lista das cem melhores universidades com menos de 50 anos. A universidade brasileira está em 28o lugar na lista preparada pelo THE (Times Higher Education) — posição bem melhor do que no ranking do ano passado, em que estava em 44o lugar. A universidade brasileira é também a única dos BRICs. China, Rússia e Índia têm universidades “jovens”, mas nenhuma delas está entre as cem melhores do mundo com menos de 50 anos.  Os primeiros lugares da lista são ocupados por universidades de países europeus e asiáticos. Ao todo, 28 países têm universidades no rankings das mais jovens. Uma diferença em relação à listagem do ano passado, de acordo com a análise do físico da Unicamp Leandro Tessler, estudioso em ensino superior, é a antrada de instituições de países em desenvolvimento como Irã, Arábia Saudita e Turquia. A Universidade Koç, da Turquia, por exemplo, está em 31o lugar. No ano passado, ela nem entrou na lista das cem melhores instituições jovens.



Unicamp sobe de 44º para 28º lugar em ranking de universidades ‘jovens’   (Globo.Com – G1 Vestibular – 19/06/13)

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) subiu da 44ª posição para a 28ª em ranking que lista as 100 melhores instituições “jovens” do mundo. Divulgada nesta quarta-feira (19) pela revista britânica Times High Education (THE), a classificação analisou as universidades com menos de meio século de história por meio de 13 indicadores de performance (veja o ranking completo). Pela classificação da THE, a Unicamp, fundada em 1966, é a única representante da América Latina a figurar na lista. A Universidade Estadual Paulista (Unesp), criada em 1976, apareceu no 99º lugar no ranking do ano passado, mas nesta edição não foi classificada. A Universidade de São Paulo (USP), geralmente a brasileira mais bem colocada em rankings internacionais, não entrou na lista porque foi fundada há 79 anos, em 1934.

‘Significativo’, diz reitor sobre posição da Unicamp em ranking internacional   (Globo.Com – G1 Vestibular – 19/06/13)

O reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), José Tadeu Jorge, comemorou o resultado do ranking internacional divulgado pela revista britânica Times High Education (THE), que colocou como a 28ª melhor do mundo com menos de 50 anos. Em relação a última lista que destaca cem instituições, a universidade avançou 16 posições. A Unicamp é a única listada no levantamento no Brasil e na América Latina. Jorge afirmou que a melhoria é resultado da autonomia em ensino, pesquisa e extensão. “Foi um salto significativo e mostra a somatória dos esforços, as relações com a sociedade e a formação de políticas públicas”, explica (veja o ranking completo). Segundo o reitor, ao olhar o ranking, há uma análise da qualidade e da quantidade de produção da universidade e entre os principais quesitos de análise da THE não há como destacar apenas um deles. A análise envolve dados sobre o ensino, a pesquisa, as citações em publicações, o financiamento do setor privado e as relações internacionais praticadas pela instituição.“A produção científica aumenta de uma maneira natural ao longo dos anos, é um empenho de todos os setores, como dos cursos de pós-graduação, da produção acadêmica do professor e na procura por cursos de graduação”, explica. Jorge afirma que desenvolver condições para o diálogo com instituições do exterior e de renome também favorecem o desempenho nos indicadores.



Unicamp é a única universidade brasileira entre as 100 melhores ‘novatas’ do mundo   (O Estado de S.Paulo – Educação – 19/06/13)

O ranking das 100 melhores universidades do mundo com menos de 50 anos de fundação, divulgado pela prestigiosa publicação inglesa Times Higher Education (THE), coloca a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como a única representante brasileira no top 100. Nesta segunda edição anual do ranking, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) não aparece no levantamento – em 2012, a instituição estava na 99ª posição. O levantamento atual de jovens universidades em ascensão divulgado pelo THE coloca a Unicamp na 28ª posição. Ano passado, a instituição ocupava o posto de número 44. Ela é não apenas a única representante do Brasil, como a única instituição da América Latina e também entre os países do BRIC – que inclui Rússia, Índia e China – a aparecer no top 100. “A disparada da Unicamp para o 28º posto do ranking prova que ela é uma das mais jovens e vibrantes universidades do mundo”, afirma, em nota, Phil Baty, editor da unidade de rankings da publicação. Para a elaboração e ranqueamento das instituições, a Times cria indicadores para analisar itens como a qualidade no ensino, a relevância das pesquisas científicas produzidas, a inovação e o nível de internacionalização das universidades. A Universidade de São Paulo (USP), presença constante em outros rankings internacionais, não aparece na lista. A instituição que iniciu suas atividades em 1934, possui mais de 50 anos de criação.



Unicamp é única brasileira no mais respeitado ranking de ‘universidades jovens’   (Veja – Universidades – 19/06/13)

A publicação britânica Times Higher Education (THE), responsável pelo mais respeitado ranking internacional de universidades, divulgou nesta quarta-feira-feira uma lista com as cem melhores instituições de ensino superior com menos de 50 anos de existência. Para o Brasil, uma boa e uma má notícia: a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que ocupava o 44º lugar em 2012, avançou 16 posições e chegou à 28ª colocação. Por outro lado, a Universidade Estadual Paulista (Unesp), que havia se classificado na 99ª posição na última edição, ficou de fora neste ano. O Brasil é o único país da América do Sul a figurar no ranking e também o único do chamado BRIC, grupo de nações em desenvolvimento formado por Brasil, Rússia, Índia e China. Em entrevista ao site de VEJA, Phil Baty, editor da revista, afirmou que a Unicamp progrediu nos treze indicadores considerados pelo estudo. Contudo, a evolução mais expressiva foi registrada no item que mede a qualidade da produção científica da universidade e o quanto ela contribui para o conhecimento global. “É nítido o esforço da instituição no sentido de disseminar e tornar mais influentes as pesquisas que produz.